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MPPR é reconhecido em premiação por conteúdo nas redes sociais em 2023

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O trabalho realizado pelo Ministério Público do Paraná nas redes sociais foi destaque entre as instituições públicas de todo o país: o MPPR foi finalista da 2ª edição do Prêmio Social Media Gov de Comunicação Pública, premiação nacional que busca valorizar boas práticas de comunicação pública nas redes sociais para ajudar a multiplicá-las. A cerimônia de premiação foi realizada no dia 25 de abril, durante a 13ª edição do Redes WeGov, em Florianópolis.

O MPPR foi indicado na categoria “Atitude”, que reconhece órgãos públicos que foram enfáticos na defesa e na promoção de causas de interesse público, e concorreu com trabalhos realizados nas redes pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal (vencedores da categoria), Tribunal Superior do Trabalho e Prefeituras do Recife e do Rio de Janeiro. Além disso, ao lado de outras dez instituições públicas de todo o Brasil, o MPPR foi indicado “Conteúdo do Ano”, uma categoria surpresa, anunciada no dia do evento.

Os premiados foram revelados durante a programação do 13º Redes WeGov, em Florianópolis (SC), que reúne servidores de instituições públicas de todo o país e busca discutir novas tecnologias e abordagens para se comunicar com os cidadãos, reconhecendo e divulgando as melhores práticas na área a fim de multiplicá-las. Neste ano, além da cerimônia de premiação, foram ministradas palestras sobre redes colaborativas na comunicação pública, o uso do TikTok, mídias pagas, inteligência artificial, segurança da informação e uso de dados.

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Conteúdo de destaque – O prêmio analisou as postagens realizadas nas redes sociais de cada instituição no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2023, por meio de critérios de envolvimento e engajamento. O MPPR concorreu com um conteúdo especial criado para o Dia Internacional da Mulher (8 de março), que buscou dar um novo sentido para a conhecida frase popular “tinha que ser mulher”, geralmente utilizada de forma pejorativa para invalidar comportamentos, atitudes e falas femininas. O material apresentou personalidades femininas, do Brasil e de outros países, que fizeram história em diferentes áreas de conhecimento, destacando que o gênero não determina talento, dedicação e sucesso.

Como resultado, a postagem alcançou mais de 27 mil contas apenas no Instagram – dentre elas, 41% não seguia o perfil da instituição e foi impactada com a postagem mesmo assim. Considerando Instagram, Twitter e Facebook, o conteúdo alcançou mais de 63.643 contas (que é o número de vezes que o post foi visto na timeline) e teve envolvimento de 36.066 pessoas. Por conta da publicação, o perfil do MPPR no Instagram ganhou quase 300 novos seguidores. 

Post "Tinha que ser Mulher"

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Redes sociais – O Ministério Público do Paraná mantém atualmente contas institucionais no Instagram, Facebook, X (antigo Twitter), Linkedin, Threads, Tik Tok e um Canal no WhatsApp. As postagens são diárias e reúnem a divulgação de ações, denúncias, decisões judiciais e operações – noticiadas no site pela Assessoria de Comunicação a partir da solicitação dos membros – bem como informações sobre direitos e deveres dos cidadãos, esclarecimentos sobre o trabalho realizado pelo MPPR e datas comemorativas que envolvam a atribuição institucional. Todos os temas abordados refletem discussões em pauta no sistema de Justiça, na mídia e na sociedade e estão relacionadas à atuação do MP. 

Fonte: Ministério Público PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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