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MPPR denuncia autores de assalto a transportadora em Guarapuava

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O Ministério Público do Paraná, por meio das Promotorias de Justiça Criminais de Guarapuava, apresentou denúncias criminais contra 22 pessoas pela participação em um violento assalto a uma transportadora de valores ocorrido na cidade em 17 de abril deste ano. O MPPR sustenta a prática dos crimes de latrocínio, incêndio, sequestro, dano ao patrimônio público, porte de armas de uso restrito, receptação e organização criminosa.

O assalto ocorreu por volta das 22 horas, na sede da empresa, e repercutiu nacionalmente em razão da violência praticada pelos criminosos, que utilizaram armamento pesado e explosivos e entraram em confronto direto com as autoridades policiais – na imprensa, a ação chegou a ser chamada de “novo cangaço”. Os denunciados agrediram funcionários da transportadora e fizeram motoristas que passavam nas proximidades do local como reféns, para servirem de escudo na fuga (um deles com duas crianças no carro). Eles também incendiaram seis veículos, incluindo caminhões, em pontos de acesso à cidade, para dificultar a ação policial.

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As ações penais já foram recebidas pela Justiça e devem tramitar junto ao Juízo da 2ª Vara Criminal de Guarapuava.

Processos nº 0005288-43.2022.8.16.0031, 0013326-44.2022.8.16.0031 e 0006488-85.2022.8.16.0031

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4469

Fonte: Ministério Público PR

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Policial civil denunciado pelo MPPR em Umuarama perde o cargo e é condenado a 5 anos e 9 meses de prisão por desviar caça-níqueis para explorar jogos ilegais

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Um agente da Polícia Civil do Paraná foi condenado à perda do cargo público e à pena de 5 anos e 9 meses de reclusão em regime inicial fechado, mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 12.144,00, pelo crime de peculato. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Umuarama, que julgou parcialmente procedente ação penal ajuizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná a partir da Operação Alcova, deflagrada em setembro do ano passado contra uma organização criminosa que explorava jogos de azar e jogo do bicho no município.

A investigação revelou que o policial civil, valendo-se das facilidades de sua função, desviou sete máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas e que deveriam ser encaminhadas ao depósito judicial. O material foi transportado durante a noite e fora do horário de expediente, em uma viatura descaracterizada, até uma propriedade rural ligada ao grupo criminoso. Posteriormente, uma das máquinas foi localizada pela polícia, novamente em operação, em um dos bares pertencentes ao grupo.

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Outras condenações – Além do policial, a Justiça condenou um empresário, apontado como gestor operacional e financeiro da organização criminosa, os proprietários de dois bares e o gerente dos equipamentos pelas práticas de organização criminosa e contravenção de jogos de azar e jogo do bicho. As penas foram de 6 anos, 4 meses e 10 dias mais cerca de R$ 75.900,00 de multa para o empresário, 5 anos, 4 meses e 5 dias mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 2.176 para um dos réus que administrava um bar e 8 anos, 4 meses e 5 dias de prisão mais multa de aproximadamente R$ 2.682 para os outros dois réus. Eles mantinham de forma estável pontos de aposta com máquinas de caça-níqueis, de apostas e aplicativos de bingo. Cabe recurso da decisão.

Processos 0005080-16.2025.8.16.0173 e 0013003-93.2025.8.16.0173

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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