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MPPR aciona judicialmente o Município de Alto Piquiri para que altere edital de concurso público de modo a suprir a demanda real por servidores efetivos

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Em Alto Piquiri, no Noroeste do estado, o Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça da comarca, ajuizou ação civil pública contra o Município para que um concurso público em andamento seja alterado. Conforme aponta o MPPR na ação, desde 2013 a Prefeitura vem realizando contratações temporárias de servidores públicos para funções essenciais e de natureza contínua, atitude em desacordo com a legislação e a jurisprudência dos tribunais.

Depois de oito anos sem realizar concurso público, o Município lançou neste ano edital para 22 cargos, todos com vagas para “cadastro de reserva” – portanto, sem previsão de convocação dos aprovados. Conforme o Ministério Público, tal atitude evidencia a intenção do gestor público de omitir-se na solução do problema.

A Promotoria de Justiça buscou antes uma solução extrajudicial, emitindo uma recomendação administrativa e propondo um termo de ajustamento de conduta ao Município, que ignorou as propostas, deu respostas evasivas e continuou fazendo contratações temporárias irregulares, o que motivou o ajuizamento da ação civil pública. “O município de Alto Piquiri, ao longo de diversos anos, realizou inúmeras contratações temporárias que, em sua essência, revelam a imperiosa necessidade de realização de concurso público pela municipalidade e que contemple, no mínimo, vagas reais aos cargos para os quais contratou pessoal de forma precária, suprindo a demanda atualmente existente”, alega o MPPR na ação.

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O MPPR requer que o Município seja obrigado a retificar o edital do concurso em andamento, incluindo dois novos cargos e criando vagas reais (e não apenas para cadastro de reserva) para os outros 22 já indicados no edital. Além disso, que o Município se abstenha de prorrogar os contratos temporários vigentes e de fazer novas contratações temporárias para cargos que devem ser ocupados por servidores efetivos aprovados em concurso público.

Processo 0001200-89.2023.8.16.0042

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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Programa que trata dos principais ilícitos eleitorais, como compra de votos e assédio, inicia série especial sobre as eleições 2026

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Nesta semana, o MP no Rádio inicia uma série especial voltada às eleições de 2026. O primeiro programa da série trata dos principais ilícitos eleitorais, como compra de votos, assédio eleitoral e uso da máquina pública em campanha, entre outros. O entrevistado é o servidor público Guilherme França e Silva, assessor jurídico na Coordenadoria das Promotorias de Justiça Eleitorais do Ministério Público do Paraná.

Acesse o programa:

• Edição completa

• Bloco um

• Bloco dois

Controle social do SUS – Na semana anterior, o tema do MP no Rádio foi o controle social do Sistema Único de Saúde (SUS). O Promotor de Justiça Márcio Soares Berclaz, falou, entre outros pontos, sobre a importância da participação popular nos Conselhos de Saúde e explicou como é possível tomar parte nas decisões relacionadas às políticas públicas nessa área.

Podcasts – O MP no Rádio é disponibilizado também nas plataformas Spotify e Apple.

Gratuito – As entrevistas podem ser baixadas gratuitamente por qualquer rádio interessada. O programa, produzido pela Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Paraná, também pode ser editado, desde que mantido no contexto e devidamente creditado.

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Contato – Para envio de sugestões (inclusive de temas), críticas e comentários sobre os programas, os contatos são o e-mail [email protected] e os telefones (41) 3250-4469 e (41) 3250-4249.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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