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Mostra no Museu Casa Alfredo Andersen promove experiência imersiva no mundo das cavernas

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O Museu Casa Alfredo Andersen abre nesta quinta-feira (22), às 16h, a exposição “Espeleo Arte Histórica”, programação da Espeleo Arte, braço artístico-cultural nas atividades do 37º Congresso Brasileiro de Espeleologia, evento que reúne os principais expoentes científicos das cavernas, que este ano está sendo sediado na capital paranaense.

A exposição apresenta uma instalação artística e histórica, que trará à tona o trabalho de diversos artistas naturalistas que produziram este tema no Brasil desde o século XVIII. Proporcionando uma experiência sensorial, espeleológica e histórica, os visitantes poderão conhecer sobre a importância desses naturalistas, artistas e cientistas, que registraram as cavernas brasileiras, cada um à sua maneira e com a sua técnica, desde grafite até o nanquim.

Destacam-se na exposição artistas e naturalistas como Johann Moritz Rugendas, Theodoro Sampaio, Manuel de Araújo Porto-Alegre, Alexandre Rodrigues Ferreira, Hornbrook e, em especial, Peter Andreas Brandt e Peter Lund, considerado o precursor da paleontologia, arqueologia e espeleologia no Brasil.

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EXPERIÊNCIA IMERSIVA – Preservando a intersecção entre arte, história e ciência, Espeleo Arte Histórica foi organizada para proporcionar uma experiência imersiva aos visitantes, com informações detalhadas sobre os artistas, retratos artísticos feitos in loco, além de elementos que remetem à época em que esses naturalistas estavam ativos.

“Além de adquirir uma ‘pincelada’ de conhecimento histórico, o público vai se sensibilizar com as cavernas e compreender a riqueza natural que são esses ecossistemas que o Brasil possui e que são lares para descobertas pré-históricas que podem trazer respostas para a existência humana. As descobertas de Lund em cavernas de Minas Gerais, por exemplo, foram referências para as teorias de Darwin”, afirma Birgitte Tümmler, curadora e coordenadora do evento Espeleo Arte.

Em cartaz até 10 de agosto, a exposição promete tocar os visitantes por meio de instalações e experiências sensoriais que resgatam a sensação de estar em um ambiente de caverna, com luzes, sons e imagens que reproduzem a atmosfera natural de uma caverna real.

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PARCEIROS – Espeleo Arte e o 37º Congresso Brasileiro de Espeleologia são uma promoção da Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE) e Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas (ICMBio/CeCav), com a organização de Grupo de Estudos Espeleológicos do Paraná (GEEP-Açungui) e Grupo Universitário de Pesquisas Espeleológicas (GUPE). Os apoiadores são Secretaria de Estado da Cultura, Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura de Curitiba, Turismo Curitiba, E-caves e Acampar.

Serviço:

“Espeleo Arte Histórica”

Abertura: 22 (quinta-feira, 16h

Encerramento: 10 de agosto

Funcionamento: terça a domingo, das 10h às 17h

Local Museu Casa Alfredo Andersen – Rua Mateus Leme, 336 – Curitiba – Paraná

Entrada franca

Fonte: Governo PR

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Tribunal do Júri de Guaíra condena a 31 anos e três meses de prisão homem denunciado pelo MPPR por feminicídio de adolescente indígena

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O Tribunal do Júri de Guaíra, no Oeste do estado, condenou nesta sexta-feira, 24 de julho, um homem de 68 anos denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo feminicídio de uma adolescente de 17 anos, integrante da comunidade indígena Avá-Guarani. A pena fixada foi de 31 anos e 3 meses de reclusão, em regime inicial fechado. O réu, que já estava preso preventivamente, permanecerá recolhido para o cumprimento da condenação.

Áudio do Promotor de Justiça Renan Guilherme Góes de Lima

O crime ocorreu em 20 de fevereiro de 2025, na Aldeia Tekoha Yhovy, em Guaíra. Conforme apurado nas investigações, o denunciado foi até a residência da vítima e, aproveitando-se do momento em que ela estava sozinha na companhia de duas crianças, desferiu diversos golpes de arma branca contra a adolescente, que morreu no local. Após o crime, o autor fugiu.

Denúncia – Na denúncia, o Ministério Público sustentou que o homicídio foi praticado por razões da condição do sexo feminino, no contexto de relação íntima de afeto e de menosprezo à condição de mulher, configurando o crime de feminicídio. Também foram reconhecidas as qualificadoras do emprego de meio cruel e do recurso que dificultou a defesa da vítima, surpreendida em sua própria residência.

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Durante o julgamento, os integrantes do Conselho de Sentença acolheram integralmente as teses apresentadas pelo Ministério Público, condenando o réu por feminicídio qualificado, conforme descrito na denúncia. Os jurados rejeitaram os argumentos da defesa, que buscava afastar a qualificadora do feminicídio e sustentava a ocorrência de legítima defesa.

Indenização – Na sentença, o Juízo também fixou indenização mínima de R$ 50 mil aos familiares da vítima pelos danos decorrentes do crime.

Justiça – O julgamento foi integralmente acompanhado por representantes da comunidade indígena Avá-Guarani. O crime chocou toda a comunidade e a presença foi modo encontrado pelos indígenas para demonstrar a busca pela justiça e respeito à memória da adolescente.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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