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Moradores de Umuarama e Alto Piquiri são presos com 306 kg de drogas em Iguatemi

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O Bemdito

Três pessoas do Paraná foram presas em Iguatemi (MS) pela Polícia Civil, na segunda-feira (17), por tráfico de drogas. Uma delas é uma moradora de Umuarama, de 35 anos, e dois homens são da cidade Alto Piquiri. De acordo com as informações da equipe policial, os indivíduos eram responsáveis por portar 306,08 kg de maconha, que estava escondida em cinco estepes de um caminhão.

Conforme a Polícia Civil de Iguatemi, a prisão e a apreensão das drogas foram feitas após uma atividade de inteligência policial, em que a equipe policial descobriu que um carregamento de drogas passaria pela cidade.

Algumas diligências preliminares foram realizadas e os policias constataram que dois veículos suspeitos estavam estacionados em um posto de combustível, sendo um caminhão bitrem, cor branca, e um Peugeot, com placas de Paulínea (SP). Os motoristas dos automóveis conversaram entre si e depois saíram para Eldorado (MS).

A equipe então acionou a delegacia de polícia da cidade de Eldorado e passou a realizar o acompanhamento tático do caminhão, abordando-o cerca de cinco quilômetros depois da cidade.

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O motorista do Peugeot também foi abordado na cidade de Eldorado, pela equipe da Polícia Civil daquela cidade, sendo identificados os ocupantes como Luciene Barbieri, que é moradora de Umuarama e Marcos Araújo Cecílio, que reside em Alto Piquiri.

O condutor do caminhão confessou aos policiais civis de Iguatemi que estava transportando drogas escondidas nos pneus e que, pessoas que foram presas em Eldorado, o haviam contratado para fazer o transporte, além de exercerem a função de batedores de estrada

Em razão disso, foi dada voz de prisão em flagrante aos três pelo crime de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Após pesada, a droga que estava acondicionada em cinco estepes do caminhão, totalizou 306,38 kg. Eles estão presos ainda na delegacia de Iguatemi.

(Com informações de Portal Itudo)

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Rapaz não aceita o termino, mata ex-namorada carbonizada e comete suicídio em Mato Grosso

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Rapaz não aceita o termino, mata ex-namorada carbonizada e comete suicídio, aponta Polícia

Dois corpos foram encontrados na manhã deste sábado (27), próximo do Parque de Exposições de Santa Carmem (531 km ao Norte de Cuiabá). Um deles a polícia acredita que seja de uma professora de 25 anos. Ele estava carbonizado dentro de um veículo – também destruído pelo fogo. O outro já foi identificado e é de um rapaz de 20 anos, que estava enforcado perto do carro. Ao que tudo indica, o crime foi passional e pode ter sido um feminicídio seguido de suicídio.

Conforme as informações obtidas pelo , o caso foi registrado por volta das 6h30, quando testemunhas encontraram o corpo de Carlos Eduardo Cordeiro da Luz, 20, pendurado por uma fita reboque. A ocorrência de suicídio tomou outra proporção quando, cerca de 5 metros do local, havia um carro queimado com um corpo dentro.

Diante do flagrante, o local foi isolado, Polícia Civil e Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec) foram acionadas. Constatou que o carro estava em nome de Keylane Costa Martins, 25, apontada como a possível vítima carbonizada. Além de o veículo estar no nome dela, a jovem não foi localizada pela Família. Keylane e Carlos tiveram um relacionamento, mas ele não aceitava o término e insistia em uma volta.

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Segundo a Polícia, Carlos já tinha histórico de violência doméstica e inclusive foi preso pelo crime em outubro de 2019. Perícia apontou que perto do rosto e do pescoço de Carlos haviam arranhões, o que pode significar uma tentativa de defesa da vítima, que acabou sendo morta e queimada pelo companheiro e em seguida, tirou sua própria vida.

Como o corpo de Carlos estava conservado, ele acabou sendo identificado por populares. As famílias foram avisadas por telefone. Mas, apesar de todos os indícios, a confirmação de que o corpo é de Keylane só será feita após um exame da Perícia.

Nas redes sociais, amigos já começam manifestam o luto por Keylane. Ela era pedagoga e ainda cursava arquitetura e urbanismo. Os corpos foram removidos pela Politec e o caso será investigado pela Polícia Civil de Sinop.

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