Paraná
Moradores de Arapongas recebem orientação para interligação à rede de esgoto
A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) orienta moradores dos jardins Petrópolis e Bandeirantes, em Arapongas, sobre como fazer a correta interligação do imóvel na rede coletora de esgoto. Na noite desta quarta-feira (23), no ginásio de esportes do Jardim Araucária, técnicos da Companhia detalharam as obras, tarifas e os procedimentos que envolvem o esgotamento sanitário.
Na reunião, o coordenador comercial da Sanepar no município, Paulo Cesar Nogueira, esclareceu a cobrança pelos serviços de coleta e tratamento de esgoto, destacando o programa Água Solidária, que tem valores diferenciados para famílias mais vulneráveis.
Os moradores também recebem visitas de técnicos a serviço da Sanepar, que orientam sobre as ligações de esgoto e explicam a diferença entre os sistemas de coleta de esgoto e de galeria pluvial.
A equipe anda devidamente uniformizada e identificada. Em caso de dúvidas, o morador pode ligar para 0800 200 0115.
OBRAS – A Sanepar está investindo R$ 149 milhões em Arapongas, com obras de ampliação e melhoria nas estações de tratamento e novas elevatórias, além da implantação de cerca de 60 mil metros de rede coletora.
CURSO PARA ENCANADORES – Estão abertas as inscrições do curso de capacitação para encanadores para fazer a ligação dos imóveis à rede coletora de esgoto. O curso será em 9 de setembro, na Rua Casaca de Couro 457, esquina com Bacurau Barrado. Os interessados podem obter informações pelo telefone (21) 998519228. As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas.
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público do Paraná e órgãos de fiscalização visitam propriedades rurais e estabelecimentos agrícolas em operação de combate a crimes ambientais no estado
O Ministério Público do Paraná, em conjunto com diversos órgãos ambientais e das forças de segurança, realizou nesta semana, de 14 a 17 de abril, a Operação Estoque Limpo II, voltada a combater crimes ambientais no estado. A força-tarefa fiscalizou a destinação de embalagens vazias e as condições de armazenamento e utilização de produtos irregulares ou ilícitos, inclusive de origem contrabandeada, em desacordo com a legislação ambiental, visando prevenir a contaminação do solo e da água e eventuais riscos à saúde pública. Os alvos foram propriedades rurais e estabelecimentos agrícolas em Boa Esperança, Campina da Lagoa, Goioerê, Moreira Sales, Quarto Centenário, Rancho Alegre D’Oeste, Ubiratã e Juranda, municípios no Centro Ocidental do estado.
Acesse álbum com fotos da Operação
A operação mobilizou equipes do Núcleo de Campo Mourão do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema), do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente (unidade do MPPR), da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), do Instituto Água e Terra (IAT) e da Polícia Militar.
Resultados – Nos quatro dias de diligências, as equipes fiscalizaram 45 propriedades e três estabelecimentos comerciais do ramo agropecuário, sendo identificadas irregularidades relacionadas ao acondicionamento de embalagem vazias em 21 propriedades. Foram lavrados 47 termos de fiscalização e cinco autos de infração, sendo também expedido um auto de prisão em flagrante pelo crime de produção, armazenamento e transporte de agrotóxicos ou produtos de controle ambiental não registrados ou não autorizados. Além disso, 1.162,7 litros de agrotóxicos impróprios para uso foram retirados de circulação. Em três propriedades, foram localizados animais domésticos em situação de vulnerabilidade, sendo também registrado um boletim de ocorrência por maus-tratos a animais.
Um dos casos de maior gravidade ocorreu no município de Quarto Centenário, onde foi constatado o descarte inadequado de embalagens vazias de agrotóxicos, muitas delas depositadas a céu aberto diretamente sobre solo permeável, além de outras armazenadas em “big bags”, também expostas ao tempo e em contato direto com o solo, com risco de contaminação ambiental.
Verificou-se ainda a reutilização indevida dessas embalagens para alimentação de animais, prática proibida pelas normas sanitárias e ambientais devido ao risco de intoxicação. Outra irregularidade apurada foi a queima de embalagens de agrotóxicos, incluindo um recipiente do produto estrangeiro B-Boxing, caracterizando não apenas descarte irregular, mas também uso de produto não registrado ou não autorizado. Em relação aos animais, foram encontrados seis cães e cinco gatos (sendo dois filhotes) em condições inadequadas que configuravam situação de maus-tratos, o que motivou o recolhimento por parte de organização não-governamental de Goioerê com atuação na área de proteção animal. Foram ainda localizadas cinco calopsitas mantidas em ambiente insalubre, sem acesso a alimentação e água.
As investigações prosseguirão, e os responsáveis pelas propriedades flagradas com irregularidades poderão responder criminalmente por crimes ambientais, como o armazenamento de substâncias tóxicas ilegais e maus-tratos contra animais.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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