Brasil
MME visita projeto de tecnologia nacional para produção de ímãs de terras raras em Minas Gerais
O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta quinta-feira (14/5), de uma visita técnica ao projeto MagBras, em Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG). A agenda teve como objetivo apresentar a tecnologia nacional que está sendo desenvolvida para ser aplicada ao processo de fabricação de ímãs permanentes de terras raras. Trata-se de iniciativa voltada ao fortalecimento da cadeia de minerais estratégicos e ao avanço do desenvolvimento tecnológico brasileiro no segmento de minerais críticos.
Durante a visita, a equipe observou o processo em estudo, o maquinário e compreendeu os desafios ainda existentes, discutindo as perspectivas para ampliar a capacidade produtiva e a competitividade do país em uma área essencial para diversos setores da economia. Esse avanço fortalece a autonomia tecnológica do Brasil em uma cadeia considerada estratégica globalmente, reduzindo a dependência de tecnologias externas e estimulando a inovação nacional.
Representando o MME, a secretária Nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Ana Paula Bittencourt, destacou que a iniciativa representa um passo importante para o desenvolvimento da cadeia de terras raras no Brasil. “Para avançarmos nessa agenda estratégica, é fundamental integrar conhecimento geológico, pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico e investimentos capazes de agregar valor à produção mineral brasileira. Isso demonstra que o país tem competência para construir soluções nacionais e fortalecer uma cadeia essencial para a transição energética, a indústria de alta tecnologia e o desenvolvimento sustentável”, afirmou.
Saiba mais
O Projeto MagBras tem como objetivo estabelecer no Brasil o ciclo de produção de ímãs permanentes de terras raras, abrangendo a fabricação, aplicação e reciclagem. Esses ímãs são insumos estratégicos para setores como mobilidade elétrica, geração de energia limpa, indústria de defesa e eletrônica de ponta. A estruturação dessa cadeia no país também pode impulsionar o desenvolvimento industrial e tecnológico brasileiro, ampliando a capacidade nacional de produzir componentes de maior valor agregado e de participar de forma mais competitiva das cadeias globais ligadas à transição energética.
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Brasil
MME participa de capacitação sobre mineração no Vale do Jequitinhonha
O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nos dias 6 e 7 de maio, de uma comitiva interministerial no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, para a realização de atividades de capacitação voltadas ao fortalecimento das políticas públicas de mineração na região.
A ação integra os compromissos assumidos pelo MME no Grupo Técnico Interministerial (GTI) responsável pela elaboração da Agenda de Desenvolvimento do Vale do Jequitinhonha, no âmbito do Comitê Executivo da Câmara de Políticas de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional.
A programação foi realizada no campus Araçuaí do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG), com o workshop “Projetos Minerais e a CFEM”. A atividade foi conduzida pelos servidores do MME José Luiz Ubaldino de Lima, Mariana Vaini e Caio Cesar Andrade, além de Lucas Marinho, da Agência Nacional de Mineração (ANM).
O objetivo do workshop foi ampliar o acesso a informações sobre a atividade mineral, promover transparência e disseminar conhecimento sobre o setor na região. Participaram representantes da comunidade, organizações da sociedade civil, estudantes, professores e agentes públicos.
Durante a capacitação, foram abordados temas como legislação mineral e ambiental, etapas de projetos minerais, boas práticas ambientais, sociais e de governança, acesso a dados e sistemas do Serviço Geológico do Brasil e da ANM, além de esclarecimentos sobre a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM).
O Vale do Jequitinhonha concentra importantes recursos minerais estratégicos para o país, com destaque para Lítio, Grafita, Ouro, gemas, pedras preciosas e rochas ornamentais. Municípios como Araçuaí e Itinga se destacam por recursos e potenciais minerais relacionados ao Lítio, enquanto Pedra Azul e Salto da Divisa concentram recursos minerais ligados à Grafita. Já Diamantina possui relevância histórica e econômica na produção de ouro e diamantes.
O desenvolvimento desses projetos minerais tem potencial para impulsionar a economia regional e contribuir para a transição energética global e para setores estratégicos ligados a novas tecnologias, defesa e segurança nacional. Nesse contexto, o MME atua para promover um desenvolvimento alinhado às dimensões social e ambiental, com respeito às comunidades locais e à biodiversidade da região.
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