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Brasil

MME realiza workshop para fortalecer a governança da gestão de reservatórios do setor elétrico

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O Ministério de Minas e Energia (MME) realizou, nesta quarta-feira (24/09), o workshop “Fortalecimento da Governança da Gestão Integrada dos Reservatórios do Setor Elétrico” que teve como objetivo debater medidas estratégicas para aprimorar a governança do Sistema Interligado Nacional (SIN). Na abertura do evento, o secretário Nacional de Energia Elétrica, João Daniel Cascalho, destacou a importância da coordenação entre instituições na tomada de decisão sobre os recursos hídricos do Brasil.

“Esse workshop representa um marco para avançarmos na governança integrada dos reservatórios do SIN. Nosso foco é ampliar a articulação entre órgãos, tomar decisões mais previsíveis e eficientes, e garantir que os recursos hídricos e a energia elétrica sejam geridos de forma sustentável, contribuindo diretamente para a segurança energética e hídrica do Brasil”, disse o secretário.

O evento contou com a participação de representantes de instituições estratégicas do setor elétrico e da gestão de recursos hídricos. Durante o painel “Governança de Gestão de Reservatórios para Enfrentamento de Situações Críticas”, eles enfatizaram que a tomada de decisões sobre o uso dos recursos hídricos de forma mais eficiente e rápida é fundamental para garantir maior resiliência em situações críticas, além de fortalecer a colaboração entre os órgãos envolvidos.

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O diretor de programa da Secretaria Nacional de Energia Elétrica (SNEE), Guilherme Godoi, ressaltou que a evolução da matriz elétrica, com a participação de fontes eólica e solar, exige uma governança ágil e transparente, capaz de garantir a segurança hídrica e energética no país, bem como a articulação com todos os usuários do SIN. “Para enfrentar os desafios atuais e futuros, é essencial consolidar um grupo de trabalho sólido e integrado, otimizar a gestão dos reservatórios e investir em infraestrutura estratégica, assegurando resiliência e previsibilidade para todo o sistema elétrico brasileiro”, afirmou Godoi.

Durante o workshop, foram apresentadas, ainda, oportunidades de aprimoramento na gestão integrada dos reservatórios, servindo de base para elaboração de um plano de ação com diretrizes e metas claras, além de ajustes legais e regulamentares voltados a ampliar a previsibilidade das decisões e fortalecer a articulação entre órgãos.

Os participantes também puderam acompanhar debates sobre “Condicionantes Operacionais Hidráulicos, Condições de Operação de Reservatórios do SIN e Dados Cadastrais” e “Articulação entre Setores e Atores Usuários de Água dos Reservatórios do Setor Elétrico”. Esses painéis buscaram fortalecer a integração entre a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), além de ampliar o diálogo com os diversos setores envolvidos no uso dos recursos hídricos do país.

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Na ocasião, representantes do MME ressaltaram a importância do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) e do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) para o aperfeiçoamento dos planos e a formulação de propostas que assegurem o pleno suprimento eletroenergético nacional.

O workshop realizado nesta quarta-feira integra a Ação de Curto Prazo CP11 do Plano de Recuperação dos Reservatórios de Regularização do País (PRR), que prevê, entre outras metas, o mapeamento de responsabilidades e atribuições dos agentes que atuam na gestão de reservatórios, o diagnóstico da governança atual, a realização de workshops temáticos e ajustes legais e infralegais para modernizar o arcabouço institucional e garantir maior previsibilidade e integração.

Clique aqui e assista ao evento. 

Abertura do Workshop sobre reservatórios do setor elétrico (24/09/2025)

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Complexo de Saúde Inteligente no Rio Grande do Sul incorpora evolução tecnológica ao SUS

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Nesta terça-feira, 8/9, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou da abertura dos trabalhos de estruturação do projeto do Novo Complexo de Saúde Inteligente do Grupo Hospitalar Conceição (GHC). O projeto vai reorganizar, integrar e modernizar a infraestrutura do Hospital Fêmina, do Hospital Criança Conceição e do Hospital Cristo Redentor, além do Centro Obstétrico do Hospital Nossa Senhora da Conceição. O investimento, com participação do BNDES, é de R$ 1,9 bilhão.

“Estamos trazendo para o Brasil o que tem de mais moderno no mundo de ultra conexão dos equipamentos, de uso de ferramentas de inteligência artificial, de permitir que o profissional de saúde possa ter acesso aos dados do paciente em qualquer lugar. Isso faz muita diferença, porque na saúde tempo é vida. Se você consegue fechar o diagnóstico mais rápido, começar o tratamento mais rápido, ter o resultado mais rápido, está salvando vidas, está lutando contra o tempo”, afirmou o ministro.

O novo complexo integrará a rede de hospitais e UTIs inteligentes do SUS. Com uma Emergência Inteligente, haverá integração em tempo real com as unidades do SAMU, protocolos automatizados e uso de inteligência artificial na gestão de leitos, exames e fluxos. “Em alguns países, essa revolução tecnológica é feita por hospitais privados, que as pessoas não têm acesso ou têm que pagar por ele. A diferença que o Ministério da Saúde está fazendo é liderar essa evolução tecnológica pelo SUS”, disse Padilha.

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A reestruturação será especialmente voltada à saúde da mulher, ao ciclo materno-infantil, à infância e adolescência, ao trauma agudo e às condições clínicas e cirúrgicas complexas, integrando, simultaneamente, assistência, ensino, pesquisa e inovação. O modelo será organizado por linhas de cuidado integradas e incorporará inteligência artificial, internet das coisas, big data, telemedicina, monitoramento remoto e dispositivos médicos conectados.

Linhas Prioritárias

As linhas prioritárias contemplam mãe-bebê/Rede Alyne, crianças com doenças respiratórias, desenvolvimento infantil, oncologia pediátrica, assistência à mulher em situação de violência, trauma agudo, queimados e neurocirurgia.

Tudo isso disponibilizado numa estrutura com 750 leitos, um aumento de 100 leitos operacionais e 100 leitos auxiliares em relação à oferta atual dos hospitais envolvidos. Serão 41 salas cirúrgicas com infraestrutura para procedimentos robóticos, 120 leitos de recuperação pós-anestética e 2 salas exclusivas para queimados.

Alta Complexidade

A nova infraestrutura deverá ampliar a capacidade do GHC para realizar procedimentos de alta complexidade, como cirurgias fetais, transplantes, procedimentos cirúrgicos robóticos e outros atendimentos especializados.

O investimento aproximado é de R$ 1,9 bilhão, com R$ 69,7 milhões destinados a projetos e serviços, R$ 1,2 bilhão para obras, e R$ 526,4 milhões para aquisição de equipamentos médicos, mobiliários e tecnologias. O projeto integra o Programa de Parcerias e Investimentos. A estruturação será conduzida pelo BNDES com o apoio de um consórcio de consultorias especializadas.

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Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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