Connect with us


Brasil

MME e Reino Unido reforçam cooperação em minerais críticos e transição energética

Publicado em

O Ministério de Minas e Energia (MME) e o governo britânico realizaram, nesta quarta-feira (25/09), uma reunião para avançar em agendas conjuntas relacionadas a minerais críticos, segurança energética e transição para uma economia de baixo carbono. O encontro reuniu representantes das duas delegações, que ressaltaram a relevância do assunto para a preparação da COP30, em Belém, no Pará.

Entre os tópicos discutidos, destacaram-se iniciativas no âmbito da Global Clean Power Alliance (GCPA, na sigla em inglês), especialmente a missão sobre cadeias de suprimento, que busca enfrentar desafios ligados à transparência de dados, diversificação de fontes, utilização de materiais secundários e estímulo a investimentos em países emergentes.

Do lado brasileiro, o MME enfatizou a necessidade de inserir a pauta dos minerais críticos não apenas na COP30, mas também em conferências futuras. Além disso, a Pasta destacou que esses recursos são fundamentais para acelerar os compromissos climáticos globais e exigem o engajamento de governos, setor privado, instituições financeiras, academia e sociedade civil.

Ambos os países reconheceram a convergência estratégica em torno do tema e manifestaram interesse em ampliar a cooperação para alcançar resultados práticos. A previsão é de que a parceria produza ações até 2028, quando ocorrerá o segundo global stocktake, possibilitando avaliar avanços e redefinir caminhos da transição energética mundial. 

Leia mais:  "Trabalhadores devem estar no centro da Transição Justa", defende Perioto

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


 Instagram ●  Twitter ●  Facebook ●  YouTube ●  Flickr ●  LinkedIn

Fonte: Ministério de Minas e Energia

Comentários Facebook

Brasil

Operação “Falso Defensor” desarticula grupo criminoso que aplicava golpes se passando por advogados

Published

on


Brasília, 29/4/2026
– O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab/Diopi/Senasp), apoiou a deflagração da Operação Falso Defensor, realizada nesta quarta-feira (29) pela Polícia Civil de Goiás (PCGO), com o objetivo de desarticular uma associação criminosa especializada no chamado “golpe do falso advogado”. O grupo atuava a partir do Ceará (CE) e fazia vítimas em diversos estados do País.

A ação contou com a participação da Polícia Civil do Ceará (PCCE), com diligências realizadas nos municípios de Fortaleza, Caucaia e Pacatuba.

Ao todo, foram cumpridas 29 medidas judiciais, incluindo 14 mandados de prisão temporária, 14 mandados de busca e apreensão domiciliar, além de ordens de sequestro de bens e bloqueio de contas bancárias, que somam aproximadamente R$ 500 mil.

As investigações tiveram início a partir de um caso envolvendo um servidor público de Goiás (GO), que sofreu prejuízo superior a R$ 452 mil em apenas oito dias. A partir desse episódio, foi possível identificar a atuação estruturada do grupo criminoso.

Leia mais:  Ministério do Turismo destaca arte, fé e emoção na apresentação do Manto do Círio 2025

De acordo com a apuração, os investigados utilizavam aplicativos de mensagens, especialmente o WhatsApp, para se passar por advogados e informar falsamente às vítimas sobre um suposto êxito em processos judiciais. Em seguida, solicitavam o pagamento de taxas, como impostos e custas processuais, para a liberação de valores inexistentes. Para dar aparência de legitimidade ao golpe, também simulavam a atuação de servidores públicos e utilizavam documentos adulterados.

A organização criminosa era estruturada em núcleos especializados: um responsável pelo contato com as vítimas, outro pela simulação de autoridades e um terceiro dedicado à movimentação financeira, com uso de contas bancárias para recebimento e dispersão dos valores ilícitos.

Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato mediante fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de capitais. Somadas, as penas podem ultrapassar 21 anos de reclusão, além de multa.

O material apreendido será analisado para identificação de novas vítimas e de outros envolvidos no esquema. As investigações seguem em andamento, com foco na ampliação das responsabilizações e na recuperação dos ativos desviados.

Leia mais:  Programa Protetor registra impacto de R$ 4 bilhões sobre o crime e define estratégias para 2026

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262