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Brasil

MME destaca expansão de investimentos e fortalecimento da indústria offshore brasileira

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, na quarta-feira (20/5), do FPSO Brazil Congress 2026, encontro internacional que reuniu representantes do setor offshore para discutir os desafios e as oportunidades da indústria de petróleo e gás natural no cenário global. Durante o encontro, o secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Renato Dutra, apresentou o panorama da produção brasileira, incluindo temas como inovação tecnológica, ampliação da oferta de gás natural, geração de empregos qualificados e a competitividade do ambiente do pré-sal, que possui intensidade de carbono inferior à médica global na indústria offshore.

No evento, foi destaque o crescimento da indústria offshore brasileira, com previsão de US$ 100 bilhões em investimentos em exploração e produção entre 2024 e 2026. A apresentação do MME ressaltou ainda a forte demanda por navios-plataforma (FPSOs), sistemas submarinos e serviços especializados, além da ampliação das oportunidades para fornecedores e empresas que atuam em toda a cadeia de suprimentos offshore.

Dutra ressaltou os resultados das rodadas do Leilão de Áreas Não Contratadas, realizado em 2025, com 34 blocos arrematados no 5º Ciclo de Oferta Permanente de Concessão, arrecadação de R$ 989,3 milhões em bônus de assinatura e previsão de investimentos exploratórios mínimos de R$ 1,46 bilhão. No regime de partilha, cinco blocos foram arrematados, com investimentos mínimos de R$ 451,5 milhões. Já os leilões da PPSA comercializaram 74,5 milhões de barris, com arrecadação estimada em R$ 28 bilhões.

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O Ministério apontou ainda as perspectivas para 2026, incluindo a realização do 6º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão, do 4º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha e do 6º Leilão de Petróleo da União. Entre os destaques está a expectativa de comercialização de 106,5 milhões de barris da parcela da União, maior volume já ofertado pelo país.

A participação do MME reforçou que o Brasil reúne fatores estratégicos para atração de investimentos de longo prazo, como estabilidade institucional, previsibilidade regulatória, segurança jurídica, elevada produtividade e diversidade de operadores. O evento também abordou políticas voltadas ao fortalecimento da indústria nacional e do conteúdo local, com oportunidades para estaleiros, fabricantes de equipamentos, empresas de automação, digitalização, manutenção e descomissionamento.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Brasil

Durante congresso em Brasília, ministro da Saúde destaca papel das instituições filantrópicas na assistência pelo SUS

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, nesta quinta-feira (20), do encerramento do 34º Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, em Brasília (DF). Com o tema “Saúde: a escolha que transforma o País”, o fórum reuniu gestores, especialistas, autoridades públicas e sociedade civil para tratar de estratégias de fortalecimento do SUS e da assistência hospitalar filantrópica.

Durante o congresso, Padilha apresentou a previsão de acréscimo de R$ 450 milhões no Teto MAC dessas instituições no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027. Com o reforço de 45%, o valor previsto passará de R$ 1 bilhão para R$ 1,45 bilhão, contribuindo para a continuidade dos atendimentos prestados à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“As Santas Casas têm um papel decisivo na assistência à população. Elas não representam apenas o cuidado em saúde, mas também geram empregos e movimentam a economia local. Nosso desafio é construir um novo modelo de financiamento que permita que os recursos cheguem rapidamente aos hospitais filantrópicos, ajude a organizar os serviços e garanta a sustentabilidade dessas instituições, porque fortalecer as Santas Casas é fortalecer o SUS”, afirmou Padilha.

As Santas Casas e os hospitais filantrópicos estão presentes em 1.317 municípios. Ao todo, são 1.846 unidades sem fins lucrativos com produção hospitalar registrada no SUS. Essas instituições representam 25% dos hospitais do país, corresponder por 40% dos leitos do SUS e realizam cerca de 60% dos atendimentos do sistema público.

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A atuação das instituições também é expressiva em áreas de alta complexidade. Em 2025, os hospitais filantrópicos realizaram 5,1 milhões dos 14,9 milhões de procedimentos cirúrgicos eletivos registrados no SUS. Entre 2012 e maio de 2026, as entidades sem fins lucrativos também responderam por 59,7% dos transplantes realizados pelo sistema público.

34º Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos

Ao longo de três dias, o 34º Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos promoveu a troca de experiências e a construção de soluções voltadas à qualificação da gestão, ao financiamento do setor, à inovação e à ampliação do acesso da população aos serviços de saúde.

O evento reforça que as Santas Casas e hospitais filantrópicos são responsáveis por uma grande parcela dos atendimentos prestados à população do SUS, incluindo consultas, exames, internações, cirurgias, tratamentos oncológicos e transplantes. O encontro também destaca a parceria entre o poder público e a rede filantrópica como fundamental para ampliar o acesso e qualificar a assistência em todo o país.
 
 SUS reforça apoio às Santas Casas e hospitais filantrópicos

 O fortalecimento das Santas Casas e dos hospitais filantrópicos inclui ações para apoiar o custeio da assistência, melhorar as condições de financiamento e garantir a continuidade dos atendimentos prestados à população. Entre elas está a execução da Portaria GM/MS nº 9.760/2025, que estabeleceu R$ 1 bilhão para entidades sem fins lucrativos que atendem pelo SUS, por meio do programa Agora Tem Especialistas. Desse montante, R$ 800 milhões já foram repassados, em duas parcelas de R$ 400 milhões, e outros R$ 208,4 milhões serão destinados às maternidades filantrópicas.

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O repasse às maternidades será distribuído de forma proporcional à atuação de cada estabelecimento, combinando uma parcela fixa, definida conforme o porte assistencial de cada unidade, e outra variável, calculada de acordo com o número de partos realizados. O formato contempla tanto hospitais com grande volume de atendimentos quanto maternidades menores, essenciais para garantir o acesso ao parto e ao nascimento em diferentes regiões. 

Somado a isso, foi sancionada a Lei nº 2465/2026, que prorrogou até 2030 o uso de recursos do FGTS para financiar Santas Casas, hospitais filantrópicos e instituições sem fins lucrativos que atuam no SUS. A medida também reabriu o Programa Caixa Hospitais FGTS, ampliando o acesso dessas entidades a linhas de crédito para investimentos e expansão dos serviços. 

A nova etapa do programa já contemplou importantes instituições do país, como o Instituto do Câncer do Ceará, a Santa Casa de Misericórdia de Goiânia e a Santa Casa de Misericórdia de Barretos. Além disso, o Ministério da Saúde e a Caixa firmaram parceria para impulsionar a contratação dos recursos ainda disponíveis, estimados em R$ 2,1 bilhões. 

Eduarda Paixão
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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