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Brasil

Ministro Silvio Costa Filho vai ao Amazonas para inauguração de portos e anúncio de investimentos

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O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, estará em Manaus, nesta segunda-feira (29), para a cerimônia de entrega das primeiras balsas de minério de ferro do projeto da LHG Mining, no Estaleiro Juruá, que terá um papel central na produção de 128 embarcações previstas para o estado. O evento será às 10h, horário local (11h, horário de Brasília).

Na parte da tarde, às 13h, o ministro estará em Eirunepé, onde participa da apresentação do novo projeto e da modernização do porto, que deverá atender a mais de 33 mil habitantes em uma região totalmente dependente do transporte fluvial.

Em seguida, às 15h, Silvio Costa Filho inaugura a Instalação Portuária Pública de Pequeno Porte (IP4) de Envira. Executada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), a obra contou com investimento de R$ 37,6 milhões e beneficiará 17,1 mil pessoas. Sem acesso rodoviário, a cidade depende exclusivamente da hidrovia para transporte de passageiros, alimentos e bens essenciais, o que torna o novo porto fundamental para a segurança da navegação, a redução de custos logísticos e o desenvolvimento econômico da região.

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Durante a agenda, também será anunciado um financiamento de R$ 384,3 milhões do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para a Hermasa Navegação da Amazônia. O recurso será destinado à construção de 60 balsas graneleiras, incluindo modelos com capacidade de até 2.000 toneladas, e dois empurradores fluviais de última geração em estaleiros de Manaus, consolidando a capital como polo estratégico da indústria naval brasileira.

Esses investimentos reforçam a política do Governo Federal de ampliar a infraestrutura hidroviária no Amazonas, garantir segurança no transporte de cargas e passageiros e fortalecer a indústria naval regional.

Atendimento à imprensa

Profissionais de imprensa interessados em cobrir o evento devem realizar credenciamento pelo e-mail [email protected], informando nome completo, CPF e veículo de comunicação.

Serviço

O quê: Entrega das balsas de minério de ferro da LHG Mining
Data: segunda-feira, 29 de setembro
Horário: 10h (local) | 11h (Brasília)
Local: Estaleiro Juruá, Rua Francisco Cameli, S/N, KM 01 – Cacau Pirêra, Manaus.

O quê: Apresentação do novo projeto e modernização do Porto de Eirunepé
Data: segunda-feira, 29 de setembro
Horário: 13h (local) | 14h (Brasília)
Local: Porto de Eirunepé.

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O quê: Inauguração do Porto de Envira
Data: segunda-feira, 29 de setembro
Horário: 15h (local) | 16h (Brasília)
Local: Porto de Envira, Rua Coronel Calheiros, s/n, Centro.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Brasil

Reino Unido completa depósito de R$ 500 milhões e se torna segundo maior doador do Fundo Amazônia

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O Reino Unido anunciou, nesta quinta-feira (11/6), o segundo desembolso de sua contribuição ao Fundo Amazônia, no valor de 40,7 milhões de libras esterlinas, cerca de R$ 270 milhões. Com o novo aporte, o país conclui a doação de 80 milhões de libras — aproximadamente R$ 500 milhões — anunciada durante a COP28, realizada em 2023. 

O anúncio foi feito durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, e da diretora Socioambiental da instituição, Tereza Campello. 

Com a conclusão da transferência dos recursos, o Reino Unido passa a ocupar a posição de segundo maior doador do Fundo Amazônia, atrás apenas da Noruega. O contrato de doação foi formalizado durante a COP28. O primeiro desembolso, realizado em novembro de 2024, foi de 39,26 milhões de libras, equivalentes a R$ 283,9 milhões. 

O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, destacou que a contribuição reforça o reconhecimento do Fundo e os avanços do Brasil no enfrentamento ao desmatamento e na proteção da Amazônia. “O Fundo Amazônia retomou sua plena capacidade operacional, apoiando dezenas de projetos de conservação, restauração e desenvolvimento econômico para as comunidades da Amazônia”, pontuou.  

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, ressaltou que o aporte fortalece um dos principais instrumentos globais de financiamento climático baseado em resultados. “A doação do Reino Unido é um reconhecimento da liderança do presidente Lula na agenda climática e da retomada da política ambiental brasileira. O Fundo Amazônia voltou a funcionar, ampliou fortemente seu ritmo e se consolidou como o maior instrumento financeiro de pagamento por redução de desmatamento florestal do mundo. Esses recursos fortalecem nossa capacidade de apoiar projetos que protegem a floresta, geram renda para as populações amazônicas e ajudam o Brasil a liderar uma nova economia verde, com inclusão social e desenvolvimento sustentável”, afirmou Mercadante. 

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Cooperação internacional 

Desde a retomada do Fundo Amazônia, em 2023, sete novos parceiros internacionais passaram a integrar sua base de doadores. Além do Reino Unido, aderiram ao mecanismo Suíça, Dinamarca, União Europeia, Estados Unidos, Irlanda e Japão. A Petrobras também integra o grupo de financiadores do Fundo. 

A ampliação da base de doadores reflete a confiança da comunidade internacional na governança do Fundo Amazônia e nos resultados alcançados pelo Brasil na redução do desmatamento e das emissões de gases de efeito estufa associadas à mudança do uso da terra. 

Além da contribuição de 80 milhões de libras formalizada na COP28, o Reino Unido anunciou, em 2023, uma nova doação de 35 milhões de libras ao Fundo Amazônia, equivalente à época a cerca de R$ 115 milhões. O aporte reforça a parceria entre os dois países na agenda climática e na promoção de alternativas econômicas sustentáveis para a Amazônia. 

“As doações ao Fundo Amazônia são pagamentos por resultados já alcançados pelo Brasil na redução de emissões de CO2 por desmatamento. É um ciclo virtuoso: o país reduz o desmatamento, recebe recursos internacionais por esse resultado e reinveste em ações que protegem a floresta, fortalecem povos indígenas, comunidades tradicionais, agricultores familiares, estados, municípios e organizações locais”, enfatizou a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello. 

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Sobre o Fundo Amazônia 

Criado em 2008 para captar doações internacionais com base nos resultados do Brasil na redução do desmatamento, o Fundo Amazônia transformou os avanços do país na proteção da floresta em cooperação internacional concreta para o desenvolvimento sustentável da Amazônia.  

Coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e gerido pelo BNDES, o Fundo já soma R$ 5,3 bilhões em doações e 153 projetos aprovados, beneficiando mais de 650 organizações, 169 Terras Indígenas, 192 Unidades de Conservação e 260 mil pessoas. 

Os recursos do Fundo Amazônia apoiam ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, produção sustentável, bioeconomia, restauração, regularização ambiental e territorial, fortalecimento institucional e proteção de povos indígenas e comunidades tradicionais. 

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected] 
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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