Brasil
Ministra do Turismo em exercício visita voluntários na Blue Zone e participa de painéis na Green Zone
A ministra do Turismo em exercício, Ana Carla Lopes, esteve nesse sábado (15.11) na Blue Zone e na Green Zone da COP30, em Belém (PA), onde conversou com jovens que integram o Programa de Voluntariado da Conferência Mundial do Clima. Ana Carla percorreu os pontos de apoio e orientação ao público do evento e ouviu relatos dos voluntários sobre a experiência de recepcionar visitantes do Brasil e do mundo.
Para Ana Carla, o trabalho desenvolvido pela juventude paraense tem papel direto na percepção positiva da COP30 e no fortalecimento do turismo. “Como paraense, fico imensamente orgulhosa de ver nossos jovens acolhendo quem chega para a COP. Essa ação é fundamental para o bem-estar dos visitantes – e no turismo isso faz toda a diferença. Quem é bem recebido sempre volta”, afirmou a secretária.
O Programa de Voluntariado da COP30 oferece cerca de 4 mil vagas a moradores de Belém e da Região Metropolitana. Coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia, Educação Superior, Profissional e Tecnológica do Pará, em parceria com a Secretaria Extraordinária para a COP30 da Casa Civil da Presidência da República, o projeto incentiva a participação ativa da população na Conferência e contribui para a formação de novos protagonistas de um futuro sustentável, como destacou Hana Ghassan, vice-governadora do Pará e presidente do Comitê Estadual da COP30.
Antes de atuar no evento, os voluntários passaram por 120 horas de capacitação, com módulos sobre mudança do clima, turismo e comunicação intercultural. Durante a COP, eles recebem alimentação, transporte e uniforme completo. As equipes atuam em diversas frentes: orientação de deslocamentos, acessibilidade, apoio na localização de itinerários e pontos de ônibus, recepção de delegações e suporte geral ao público – funções essenciais para garantir uma experiência acolhedora e organizada aos participantes do evento.
PAINÉIS – No estande do Ministério do Turismo na Green Zone, a ministra Ana Carla Lopes acompanhou as palestras “Turismo responsável: da floresta ao oceano” e “Justiça protetiva e o futuro: estratégias interinstitucionais na prevenção de crimes contra crianças e adolescentes”, moderadas pela delegada da Polícia Federal Érika Sabino.
Nesse último painel, a Secretaria de Cultura e Turismo de Belém aderiu ao Movimento Turismo que Protege, criado pelo Ministério do Turismo para reforçar a prevenção à exploração sexual de crianças e adolescentes no setor. A iniciativa foi formalizada com a assinatura de uma carta de intenção pelas painelistas e pela ministra do Turismo em exercício.
Ana Carla Lopes também participou dos painéis “Aves, clima e turismo: como a observação de aves pode fortalecer a resiliência e a conservação da Amazônia”; “Tapajós: a porta de entrada do turismo da Amazônia” e de uma roda de conversa a respeito de conservação e geoparques.
Por Cléo Soares
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
Brasil
É falso que o Ministério do Turismo vai monitorar dados pessoais de turistas; confira tudo sobre a Ficha Digital de Hóspedes
Meios de hospedagem de todo o Brasil, como hotéis, pousadas, hostels e resorts, vêm implementando a nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNHR). O que antes era feito no papel, tomando tempo de turistas e gerando custos ao setor, agora é feito em formato 100% digital, que agiliza a identificação de clientes cumprindo rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Inspirada nos check-ins de aeroportos, a plataforma passou a ser exigida desde segunda-feira (20). A ficha digital é preenchida pelo hóspede, que pode digitar as informações ou optar pelo preenchimento automático pelo Gov.br.
A FNRH Digital foi desenvolvida pelo Ministério do Turismo em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e pode ser preenchida antes da chegada no hotel, por link enviado pela hospedagem, ou direto no balcão da recepção, por meio de um QRCode. Pessoas sem celular podem fazer pelo serviço próprio da hospedagem.
A nova Ficha Digital de Hóspedes foi aprovada pelo Congresso Nacional (deputados[a] e senadores[a]) e sancionada em 2024 pela Presidência da República, e foi apoiada pelo setor. O processo de adesão da hotelaria à ferramenta – iniciado ainda em novembro do ano passado, com a permanente orientação do Ministério ao setor – marca o fim da era do papel e da burocracia desnecessária no balcão dos empreendimentos de norte a sul do país.
Aos viajantes, o benefício é imediato: rapidez. Com o sistema, o check-in agora pode ser concluído em segundos. Já para os meios de hospedagem, a plataforma representa redução de custos, eliminando a necessidade de se manter arquivos físicos por longos períodos.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, reforça a segurança do novo sistema e incentiva a adequação da hotelaria.
“Todo o sistema foi construído sob o rigor da LGPD, com dados criptografados e total respeito à privacidade. O que estamos fazendo é usar a tecnologia para facilitar a vida do hóspede e profissionalizar o setor, garantindo que ele esteja preparado para oferecer as melhores experiências possíveis aos seus clientes. Especialmente no momento em que o turismo brasileiro vem alcançando recordes históricos de desempenho”, destaca o ministro.
A VERDADE SOBRE A FICHA – Para que hóspedes e hoteleiros possam aproveitar as vantagens da nova ficha digital de registro, o Ministério do Turismo esclarece alguns dos principais pontos da ferramenta e desmente falsas informações sobre a plataforma. Confira!
– A coleta de dados de hóspedes começou com a nova FNRH Digital?
Não. A Lei Geral do Turismo de 2008 definiu o envio de dados ao Ministério do Turismo, e a portaria nº 41 do Ministério do Turismo, de 14 de novembro de 2025, apenas estabeleceu a digitalização do processo, tornando-o mais rápido e seguro.
– O sistema permite a apropriação indevida de dados?
Não. O Gov.br funciona somente como um validador de identidade. O sistema apenas confirma o CPF do hóspede para evitar fraudes e erros de preenchimento, garantindo que o cliente é quem diz ser.
– As informações recolhidas pelo sistema ficam expostas?
Não. Os registros são criptografados e armazenados no banco de dados do Serpro. O Ministério do Turismo acessa apenas dados macro (quantitativos); dados individuais só são acessados por ordem judicial ou policial, como já ocorre hoje.
– A ferramenta colhe informações sobre gastos dos hóspedes?
Não. A FNRH Digital não coleta dados a respeito de despesas dos hóspedes. Ela serve exclusivamente para estatísticas oficiais de fluxo turístico e apoio à segurança pública.
– O check-in vai ficar mais difícil com a nova ficha digital?
Não. Quem utiliza a conta Gov.br finaliza o registro em segundos. O processo é antecipado via sistema Gov.br e concluído por meio da leitura de QR Code, link compartilhado ou dispositivo oferecido pelo próprio estabelecimento.
– É obrigatório fazer o check-in antes de chegar ao meio de hospedagem?
Não. O check-in pode ser feito previamente ou, caso o hóspede prefira, é possível optar pelo preenchimento digital já no hotel, com auxílio do atendente diretamente no balcão do estabelecimento.
– O novo sistema é pago pelo meio de hospedagem?
Não. O sistema oficial é gratuito, o Ministério do Turismo não cobra pelo acesso. Eventuais custos dependem apenas do contrato do hotel com seus fornecedores de softwares de gestão (PMS).
– Hoteleiros ainda podem aderir ao sistema da FNRH Digital?
Sim, empreendimentos não adequados ainda podem fazê-lo. O Ministério do Turismo reforça que está à disposição da hotelaria de todo o país para orientar o processo de transição.
– Como o Ministério do Turismo vem acompanhando a transição?
O foco inicial é sensibilizar o setor quanto à necessidade de adaptação, conscientizando quanto aos benefícios da utilização do sistema para seus hóspedes e a gestão dos próprios negócios.
ORIENTAÇÕES – O Ministério reitera que o processo de transição para a nova FNRH Digital exige adaptações por parte dos 19.231 meios de hospedagem regularmente inscritos no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), independentemente de usarem sistemas de gestão próprios.
A Pasta disponibiliza uma página eletrônica com todo o passo a passo da ferramenta para hóspedes e hoteleiros. (Acesse AQUI)
Por André Martins
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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