Paraná
Ministério Público do Paraná e Polícia Militar cumprem 19 mandados de busca e apreensão e 7 mandados de prisão em quatro cidades na Operação Jaguar II
Nesta terça-feira, 25 de abril, o Ministério Público do Paraná, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Jaguariaíva, nos Campos Gerais do estado, em conjunto com o Serviço de Inteligência do 1° Batalhão da Polícia Militar, deflagrou a Operação Jaguar II.
Foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão e 7 mandados de prisão em Jaguariaíva, Piraí do Sul, Arapoti, Sengés e Fazenda Rio Grande, com a apreensão de 27 aparelhos celulares, dois notebooks, dez quilos de esmeraldas, 150 gramas de crack, 380 gramas de cocaína, 331 gramas de maconha, uma capa de colete balístico e um revólver calibre 38. Também foi recuperado um veículo com alerta de roubo.
Os alvos são monitorados desde agosto do ano passado por suspeita de envolvimento nos delitos de tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte e posse ilegal de armas de fogo e homicídios. As investigações envolveram interceptação telefônica, quebra de dados e diligências presenciais.
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Fonte: Ministério Público PR
Paraná
MPPR ajuíza ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela prática de “rachadinha”
No Litoral do estado, o Ministério Público do Paraná ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra uma vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela possível prática de “rachadinha”. Eles teriam exigido de assessores ocupantes de cargos em comissão lotados no gabinete da parlamentar valores referentes a diárias pagas pela Câmara Municipal a pretexto de participação em cursos e atividades na capital.
Os fatos apurados teriam ocorrido entre 2025 e 2026. Pelos mesmos delitos, a vereadora e seu esposo já foram denunciados pelo crime de concussão (quando um agente público exige vantagem indevida em razão do cargo que exerce), e a ação penal já foi recebida pelo Judiciário. (Processo 0002180-03.2026.8.16.0116).
Coação – As investigações tiveram início a partir de representação feita por uma assessora da vereadora, que seria uma das vítimas da prática criminosa. De acordo com o apurado, os assessores eram coagidos a solicitar à Câmara Municipal o pagamento de diárias para a realização de cursos em Curitiba, devendo entregar à parlamentar, em dinheiro ou por Pix, o saldo remanescente (os valores restantes das diárias que não foram utilizadas para o custeio de despesas pessoais e que deveriam ser devolvidos aos cofres da Câmara).
A maior parte das cobranças era feita em reuniões na residência da vereadora e de seu marido, para as quais os assessores eram convocados e orientados a deixarem seus celulares do lado de fora do ambiente.
Além da condenação dos dois por ato de improbidade administrativa, a Promotoria de Justiça requer o imediato afastamento do cargo da vereadora e a decretação da indisponibilidade de bens de ambos no montante de R$ 45.299,64, valor equivalente ao enriquecimento ilícito supostamente obtido pelos investigados.
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Fonte: Ministério Público PR
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