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Paraná

Perguntas da edição tratam de estelionato amoroso

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O MP Responde esclarece questões relacionadas ao chamado estelionato amoroso – nesta semana, inclusive, um homem foragido da Justiça por esse crime foi preso em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. As dúvidas são respondidas pela promotora de Justiça Susana Broglia Feitosa de Lacerda, do Ministério Público do Paraná. Confira:

– O que é estelionato amoroso? Isso pode levar à prisão?

– Uma amiga arrumou um namorado supostamente rico, mas que começou a pedir dinheiro a ela de forma recorrente. Isso pode ser crime?

Serviço à população – O MP Responde tem o formato de spot com aproximadamente um minuto de duração, nos quais procuradores e promotores de Justiça respondem perguntas relacionadas ao trabalho do Ministério Público e a assuntos jurídicos.

Os spots podem ser veiculados gratuitamente por qualquer rádio interessada. As perguntas são baseadas em questões da comunidade que chegam ao MPPR, e também é possível sugerir temas. Os contatos são o e-mail: [email protected] ou o telefone (41) 3250-4469.

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Podcasts – Os programas de rádio do MPPR também são disponibilizados nas plataformas Spotify, Apple e Google Podcasts. Clique aqui e acesse.

Edições anteriores:

– A escola é obrigada a garantir condições de inclusão para crianças com deficiência? Isso vale para as redes pública e particular?

– Como e a quem posso noticiar o tratamento inadequado oferecido na escola a uma criança com deficiência?

– Faz três meses que meu ex-marido não paga a pensão alimentícia dos nossos filhos. A quem posso recorrer para resolver a questão?

– Ganho bem, e por isso meu ex-marido diz que não precisa pagar a pensão alimentícia para nossos filhos. Ele tem razão?

– O que é o controle externo da atividade policial? É uma atividade do Ministério Público?

– Posso noticiar ao Ministério Público um caso de abordagem policial violenta?

Todas as edições

Fonte: Ministério Público PR

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Paraná

MPPR ajuíza ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela prática de “rachadinha”

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No Litoral do estado, o Ministério Público do Paraná ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra uma vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela possível prática de “rachadinha”. Eles teriam exigido de assessores ocupantes de cargos em comissão lotados no gabinete da parlamentar valores referentes a diárias pagas pela Câmara Municipal a pretexto de participação em cursos e atividades na capital.

Os fatos apurados teriam ocorrido entre 2025 e 2026. Pelos mesmos delitos, a vereadora e seu esposo já foram denunciados pelo crime de concussão (quando um agente público exige vantagem indevida em razão do cargo que exerce), e a ação penal já foi recebida pelo Judiciário. (Processo 0002180-03.2026.8.16.0116).

Coação – As investigações tiveram início a partir de representação feita por uma assessora da vereadora, que seria uma das vítimas da prática criminosa. De acordo com o apurado, os assessores eram coagidos a solicitar à Câmara Municipal o pagamento de diárias para a realização de cursos em Curitiba, devendo entregar à parlamentar, em dinheiro ou por Pix, o saldo remanescente (os valores restantes das diárias que não foram utilizadas para o custeio de despesas pessoais e que deveriam ser devolvidos aos cofres da Câmara).

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A maior parte das cobranças era feita em reuniões na residência da vereadora e de seu marido, para as quais os assessores eram convocados e orientados a deixarem seus celulares do lado de fora do ambiente.

Além da condenação dos dois por ato de improbidade administrativa, a Promotoria de Justiça requer o imediato afastamento do cargo da vereadora e a decretação da indisponibilidade de bens de ambos no montante de R$ 45.299,64, valor equivalente ao enriquecimento ilícito supostamente obtido pelos investigados.

Matéria anterior:

14/07/2026 – MPPR denuncia vereadora de Matinhos e seu marido, investigados por exigirem repasse de parte das diárias recebidas por assessores lotados em seu gabinete

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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