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Mercado do boi gordo mostra leve aquecimento, mas preços seguem estáveis em grande parte do país

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Negociações ganham ritmo, mas estabilidade predomina

O mercado do boi gordo apresentou um leve aquecimento nas negociações nesta semana, embora os preços se mantenham praticamente estáveis em grande parte das regiões acompanhadas. De acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP), o aumento da oferta de animais em algumas praças possibilitou que os frigoríficos alongassem suas escalas de abate, que agora variam entre 7 e 17 dias.

Regiões com variações positivas

Na parcial de novembro, algumas regiões registraram valorização discreta da arroba bovina, com destaque para Sorriso (MT), Rondonópolis (MT), Rio Grande do Sul, Tocantins, Colíder (MT), Bauru (SP) e São José do Rio Preto (SP), onde o avanço foi de cerca de 1%.

Em outras praças, como Noroeste do Paraná, Triângulo Mineiro, Norte de Minas e Oeste da Bahia, as altas foram um pouco mais expressivas, variando entre 2% e 3%. Já no Norte de Goiás, Rio Verde (GO) e Goiânia, a arroba apresentou valorização próxima de 4%.

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Quedas em alguns estados

Enquanto parte do país registra avanço, Mato Grosso do Sul e Rondônia apresentaram recuo de aproximadamente 2% nos preços, reflexo da maior disponibilidade de animais prontos para o abate nessas regiões.

Mercado paulista mantém estabilidade

Em São Paulo, principal referência do mercado físico, as negociações seguem concentradas na faixa de R$ 320 a R$ 325 por arroba, reforçando o cenário de estabilidade que predomina na maioria das praças brasileiras neste mês de novembro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

ABPA rebate denúncia de contaminação em frango brasileiro exportado à Grécia e reforça segurança sanitária

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A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) contestou informações divulgadas por um veículo internacional sobre uma suposta contaminação por Salmonella em carne de frango brasileira exportada à Grécia. Segundo a entidade, a narrativa apresenta inconsistências técnicas e não encontra respaldo nos sistemas oficiais de monitoramento sanitário da União Europeia.

Inconsistências técnicas colocam denúncia em dúvida

De acordo com a ABPA, o volume citado na reportagem — cerca de 3 toneladas — não condiz com os padrões logísticos do comércio internacional de carne de frango. As exportações brasileiras são realizadas, majoritariamente, em contêineres refrigerados com capacidade entre 25 e 27 toneladas, o que torna o dado apresentado incompatível com a prática do setor.

Outro ponto destacado pela entidade é a impossibilidade de vincular o suposto caso ao início de qualquer fluxo comercial relacionado ao acordo entre União Europeia e Mercosul. Isso porque o processo envolve etapas rigorosas de certificação sanitária, autorização e logística internacional, que demandam tempo e cumprimento de protocolos específicos.

Sistema europeu não registra ocorrência

A ABPA também ressaltou que não há qualquer registro do caso no Rapid Alert System for Food and Feed (RASFF), sistema oficial da União Europeia utilizado para notificações sanitárias envolvendo alimentos.

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A ausência de notificação no sistema europeu, segundo a entidade, impede a confirmação do episódio nos termos divulgados, enfraquecendo a credibilidade da informação veiculada.

Critérios sanitários seguem padrões internacionais

No âmbito técnico, a associação destaca que a interpretação apresentada sobre a presença de Salmonella não considera os critérios aplicáveis à carne crua. Esses parâmetros seguem normas internacionais e são monitorados de forma rigorosa pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.

O sistema brasileiro de controle sanitário conta ainda com auditorias frequentes realizadas por autoridades da Comissão Europeia, o que reforça a confiabilidade dos processos produtivos e de exportação.

Brasil reforça compromisso com segurança dos alimentos

Diante do episódio, a ABPA reiterou a robustez do sistema sanitário nacional e o compromisso da cadeia produtiva com os mais elevados padrões internacionais de segurança alimentar.

O Brasil é um dos maiores exportadores globais de carne de frango, com presença consolidada em mercados exigentes, incluindo países da União Europeia, o que exige conformidade contínua com protocolos rigorosos de qualidade e rastreabilidade.

Setor mantém credibilidade no mercado internacional

Mesmo diante de episódios pontuais de questionamento, a indústria brasileira de proteína animal segue respaldada por sistemas de controle reconhecidos internacionalmente, o que sustenta sua competitividade e acesso a mercados estratégicos.

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A ABPA reforça que segue acompanhando o caso e à disposição para esclarecimentos, mantendo o compromisso com a transparência e a segurança dos produtos exportados.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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