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Mercado de Suínos: Preços Sobem em Agosto Apesar de Queda nas Exportações

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O Boletim do Suíno do Cepea referente a agosto aponta recuperação nos preços do animal vivo e da carne suína, após um período de instabilidade em julho. O cenário positivo reflete ajustes no mercado interno e uma retomada gradual da demanda.

Exportações de carne suína têm queda, mas seguem acima de 2024

Embora as exportações brasileiras de carne suína, tanto in natura quanto processada, tenham recuado em agosto em comparação a julho, os volumes ainda permanecem acima do registrado no mesmo período de 2024. O resultado indica que o mercado externo segue aquecido, apesar da redução pontual no ritmo de embarques.

Poder de compra do suinocultor paulista varia entre insumos

Em agosto, o poder de compra do suinocultor paulista apresentou comportamento distinto em relação aos principais insumos. Frente ao milho, o poder de compra aumentou, já que o preço do cereal se manteve praticamente estável. Por outro lado, frente ao farelo de soja, houve redução, devido à valorização mais intensa deste derivado da oleaginosa em relação ao preço do animal vivo.

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Competitividade da proteína suína é afetada por outras carnes

O preço da carcaça especial suína apresentou forte alta em agosto na comparação com julho. No mesmo período, a carcaça casada bovina também registrou valorização, enquanto os preços do frango resfriado caíram. Esse movimento impactou a competitividade da carne suína frente às proteínas substitutas, conforme indicam os dados do Cepea.

Boletim do Suíno

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Missão internacional avança na abertura do mercado cubano para frutas brasileiras

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O processo de abertura do mercado cubano para frutas brasileiras avançou com a realização de missão técnica conduzida por representantes da Organização Nacional de Proteção Fitossanitária (ONPF) de Cuba. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) acompanhou a etapa final da auditoria no dia 9 de abril, em Vacaria (RS), na região dos Campos de Cima da Serra.

A agenda foi coordenada pelo Departamento de Sanidade Vegetal e de Insumos Agrícolas (DSV), da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), com apoio da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi-RS) e da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc). O objetivo foi subsidiar a abertura do mercado de Cuba para a exportação brasileira de limão, laranja, uva e maçã.

Durante a visita ao Rio Grande do Sul, os técnicos cubanos realizaram verificações presenciais nos sistemas de produção de maçã, com foco em medidas de manejo fitossanitário, rastreabilidade e controle de pragas. Também foram avaliados os mecanismos oficiais de certificação fitossanitária, o registro de áreas produtoras e os sistemas de mitigação de riscos adotados no Brasil.

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A delegação visitou pomares e empresas exportadoras, onde conheceu os processos de classificação, processamento, tratamento a frio e rastreabilidade dos produtos destinados ao mercado externo.

A produção brasileira de maçã é reconhecida pela qualidade e pela organização da cadeia produtiva, com potencial para atender às exigências fitossanitárias dos mercados importadores. Atualmente, o Brasil é o 12º maior produtor mundial da fruta e exporta para cerca de 40 países, entre eles Índia, Portugal e Irlanda, além de abastecer o mercado interno.

A missão integra uma agenda mais ampla de auditorias realizadas em diferentes regiões do país. No início da semana, a delegação cubana esteve em São Paulo, onde avaliou os sistemas de produção e certificação fitossanitária da lima ácida tahiti e da laranja, com visitas técnicas a unidades produtivas e de consolidação.

A programação foi encerrada com reunião entre os auditores cubanos e representantes do Mapa para apresentação das principais observações da missão e definição das próximas etapas do processo de abertura de mercado.

Informação à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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