Educação
MEC participa de reuniões do Conselhão e do CCT
Nesta quinta-feira, 4 de dezembro, o Ministério da Educação (MEC) foi representado pelo chefe da pasta, Camilo Santana, na 6ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão, realizada no Palácio Itamaraty, em Brasília. O encontro foi conduzido pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com a presença do vice-presidente, Geraldo Alckmin, além de outros ministros de Estado.
O encontro reuniu governo, sociedade civil e especialistas para avançar em temas estratégicos para o desenvolvimento nacional, como o balanço da participação brasileira na COP30, o anteprojeto da Lei Geral de Direito Internacional Privado, a estratégia de compras públicas sustentáveis e a proposta de adoção do sistema de duplicatas escriturais.
“A educação para o futuro sustentável do Brasil foi um dos temas discutidos nessa plenária do Conselhão. Hoje, ao lado de colegas ministros e conselheiros, reforçamos nosso compromisso com a sustentabilidade e a justiça social”, descreveu o ministro da Educação, Camilo Santana.
Mais tarde, o ministro também cumpriu agenda no Palácio do Planalto, onde o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CCT) apresentou a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCTI) 2024-2034. O documento definirá as prioridades da política científica brasileira para a próxima década. O encontro contou com a presença do presidente e do vice-presidente da República e da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos.
A ENCTI 2024-2034 consolidará as recomendações aprovadas na 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, que mobilizou mais de 100 mil pessoas, e reafirmará o compromisso do Brasil com um projeto de desenvolvimento justo, sustentável e soberano, articulando ciência, tecnologia, inovação, indústria, território e sociedade.
Conselhão – O Governo Federal tem no Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), conhecido como Conselhão, um importante fórum de diálogo com a sociedade civil. Criado em 2003, sempre teve grande importância ao levar demandas da sociedade diretamente ao presidente da República, ajudando na construção de políticas públicas mais eficientes. Programas como o Minha Casa, Minha Vida e o Programa de Aceleração do Crescimento foram gestados nesse formato. O conselho teve exitosa experiência em mais de 15 anos de existência, até ser extinto em 2019. Retornou mais eficiente e moderno, com um S a mais, de Sustentável, no terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
CCT – O Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia é órgão de assessoramento superior do presidente da República, na estrutura do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, para a formulação e a implementação da política nacional de desenvolvimento científico. Foi criado por meio do Decreto nº 75.241/1975, teve sua estrutura aprovada pela Lei nº 9.257/1996 e foi regulamentado pelo Decreto nº 11.474/2023.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Presidência da República
Fonte: Ministério da Educação
Educação
Pé-de-Meia: estudantes podem conferir frequência nas aulas
A partir desta sexta-feira, 24 de abril, os estudantes que fazem parte do Pé-de-Meia já podem verificar, na página de consulta do programa, seu histórico de frequência referente ao mês de fevereiro e verificar se cumpriram os critérios de presença exigidos para o recebimento das parcelas. Nos casos em que o registro de frequência tenha ficado abaixo de 80%, os alunos não receberão a próxima parcela do incentivo, cujo pagamento começará na segunda-feira, 27 de abril, e vai até 4 de maio.
No mesmo endereço, também é possível consultar se o estudante cumpre os critérios para participar do programa em 2026. O Ministério da Educação (MEC) disponibiliza orientações detalhadas na página Como Funciona sobre as etapas de transmissão de dados dos estudantes e como resolver problemas que podem surgir nesse processo.
Estudantes, responsáveis e gestores escolares podem, ainda, tirar dúvidas sobre o programa por meio da página de Perguntas Frequentes (FAQ) do Pé-de-Meia, que reúne orientações detalhadas sobre o funcionamento do programa, incluindo critérios para participar, formas de consultar o benefício, calendário de pagamentos, abertura e movimentação da conta. O espaço também apresenta respostas para as dúvidas mais comuns sobre o recebimento dos incentivos e os procedimentos necessários para acessar os recursos.
Próximo pagamento – A próxima parcela será depositada entre os dias 27 de abril e 4 de maio. Os depósitos são realizados de acordo com o mês de nascimento do estudante, em conta aberta automaticamente pela Caixa Econômica Federal. O calendário completo pode ser consultado na página do programa.
Condições – O Pé-de-Meia beneficia estudantes matriculados nas redes públicas de ensino que atendem aos seguintes critérios:
- Ter entre 14 e 24 anos no ensino médio regular ou entre 19 e 24 anos na educação de jovens e adultos (EJA);
- Integrar uma família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar mensal de até meio salário mínimo por pessoa;
- Possuir Cadastro de Pessoa Física (CPF) regular;
- Manter frequência escolar mínima de 80% nas aulas.
Neste ano, o MEC verificará se o jovem pode participar do programa a partir dos dados do CadÚnico incluídos até 7 de agosto de 2026.
Pé-de-Meia – Instituído pela Lei nº 14.818/2024, o Pé-de-Meia tem como objetivo democratizar o acesso e reduzir a desigualdade social entre os jovens, além de garantir mais inclusão social pela educação, estimulando a mobilidade social. Ao comprovar matrícula e frequência, o estudante do ensino regular recebe o pagamento de incentivos mensais de R$ 200, que podem ser sacados em qualquer momento. No caso da educação de jovens e adultos (EJA), ao comprovar a matrícula, o estudante recebe um incentivo de R$ 200, além de incentivos de R$ 225 pela frequência, ambos disponíveis para saque.
O beneficiário do Pé-de-Meia ainda recebe R$ 1.000 ao final de cada ano concluído, que só podem ser retirados da poupança após a formatura no ensino médio. Considerando as parcelas de incentivo, os depósitos anuais e o adicional de R$ 200 pela participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os valores chegam a R$ 9,2 mil por aluno.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação
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