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Educação

MEC lança rede de sustentabilidade climática

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O Ministério da Educação (MEC) realizou, nos dias 1º e 2 de julho, a 1ª Reunião Técnica da Rede Brasil, África, América Latina e Caribe voltada às Políticas Educacionais para Sustentabilidade e Resiliência Climática (Rede BRALAC). A iniciativa, pactuada pelo Governo do Brasil no contexto da COP30, tem como objetivo fortalecer a cooperação internacional entre países do Sul Global na construção e no aprimoramento de políticas educacionais voltadas à sustentabilidade, resiliência climática e equidade. 

A reunião marcou o primeiro passo da comunidade internacional de práticas, que já conta com a participação de 11 países: África do Sul, Angola, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Guatemala, Guiné, Quênia, São Tomé e Príncipe e Zimbábue. Ao todo, mais de 60 representantes participaram do encontro, realizado em formato virtual. 

A abertura contou com a participação do secretário substituto de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do MEC, Cleber Vieira, além de representantes da Presidência da COP30, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e do Ministério das Relações Exteriores. A programação também incluiu contribuições de organismos e parceiros internacionais, como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres (UNDRR), a Aliança Global para Redução do Risco de Desastres e Resiliência no Setor da Educação (GADRRRES) e o Centro para Educação e Desenvolvimento Sustentável na África (CESDA). O encerramento coube ao assessor especial para Assuntos Internacionais do MEC, Felipe Dutra de Carvalho Heimburger. 

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Cooperação – A Rede BRALAC foi criada para apoiar o intercâmbio de experiências entre países que compartilham desafios educacionais e climáticos. A proposta é mapear políticas públicas, identificar complementaridades, promover ações de formação e fortalecer estratégias de monitoramento e avaliação, considerando os impactos da crise climática sobre o acesso, a permanência e a aprendizagem de estudantes. 

Durante o primeiro dia de reunião, os países participantes apresentaram experiências nacionais em políticas públicas de resiliência e sustentabilidade climática na educação. As apresentações abordaram desafios relacionados à emergência climática, aos principais eixos de políticas ou programas nacionais, aos resultados já alcançados e às próximas etapas previstas. 

Grupos de trabalho – No segundo dia, os participantes foram organizados em três grupos de trabalho. O primeiro irá tratar acerca do desenho de fluxos e da governança da comunidade de prática. O segundo será dedicado ao desenvolvimento de um programa multilateral de formação para profissionais da educação. Já o terceiro grupo discutirá linhas de pesquisa, monitoramento e avaliação. 

A Rede BRALAC terá planejamento de ações até 2028, com foco na construção coletiva de soluções educacionais que contribuam para sociedades mais inclusivas, sustentáveis e resilientes. A iniciativa reafirma o compromisso do MEC com a educação ambiental, a justiça climática e a cooperação internacional como instrumentos para enfrentar os efeitos da mudança do clima sobre os sistemas educacionais. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

MEC publica edital do Observatório da Educação Especial

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O Ministério da Educação (MEC) publicou, nesta sexta-feira, 3 de julho, edital para selecionar Instituições de Ensino Superior (IES) que irão compor a rede responsável pela implementação do Observatório da Educação Especial Inclusiva. A iniciativa é realizada em parceria entre a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). As propostas poderão ser enviadas até 5 de outubro. 

O Observatório integra a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva (Reneei), instituída pela Portaria nº 421/2026 no âmbito da Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (Pneei). A estrutura atuará de forma articulada com os Centros de Referência em Formação Continuada e em Serviço e com a rede de governança responsável pelo acompanhamento das ações da política. 

Entre suas atribuições, o Observatório produzirá indicadores para monitorar e aperfeiçoar a Pneei, incluindo indicadores de qualidade da oferta educacional e da aprendizagem dos estudantes da educação especial. Também fomentará a produção de conhecimento multidisciplinar; contribuirá para a formulação, a implementação, o monitoramento e a avaliação de políticas públicas baseadas em evidências; apoiará a formação de pesquisadores e profissionais da educação; promoverá oficinas, seminários e outras ações de formação continuada para professores; além de elaborar materiais informativos acessíveis destinados à comunidade escolar, às famílias e aos estudantes. 

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Reneei A Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva (Reneei) organiza e articula as ações previstas na Pneei, com o objetivo de assegurar o direito à educação sem discriminação e com igualdade de oportunidades para os estudantes. A rede é composta por: 

Estratégia de Articulação Intersetorial Rede de governança formada por 2.003 articuladores intersetoriais, que atuarão como pontos focais do MEC nos territórios. Esses profissionais apoiarão estados, municípios e escolas na elaboração e implementação da política, na aprovação de normativos e na coordenação das ações de formação em cada Unidade da Federação (UF). Também prestarão apoio à União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e às secretarias estaduais de educação no planejamento e na execução dos planos de ação voltados à formação de gestores e professores. 

Centros de Referência em Formação Continuada e em Serviço – Serão implantados 27 centros, um em cada unidade da Federação, para ofertar formação continuada e em serviço a professores e demais profissionais da educação, considerando as necessidades específicas de cada rede de ensino. 

Os centros contarão com representantes do MEC, da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), do Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais (Consec), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), além de uma coordenação de gestão pedagógica. 

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Observatório da Educação Especial Inclusiva – Será implementado em parceria com uma universidade federal e atuará de forma integrada aos centros de formação e à rede de governança, produzindo estudos, indicadores e evidências para subsidiar a implementação da política. 

Núcleos de Apoio Técnico e Acessibilização de Materiais – Responsáveis pela produção de materiais acessíveis, tecnologias assistivas e orientações técnicas aos profissionais da educação. Esses núcleos já estão previstos na legislação. 

Rede Nacional de Autodefensoria contra o Capacitismo – Movimento protagonizado por autodefensoras e autodefensores, integrantes de organizações representativas de pessoas com deficiência intelectual, síndrome de Down e autismo, com a finalidade de promover ações de sensibilização e enfrentamento ao capacitismo no contexto escolar. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi  

Fonte: Ministério da Educação

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