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Educação

MEC inicia avaliação do PNLD com formação de professores

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O Ministério da Educação (MEC) inicia hoje a etapa de avaliação do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) voltado aos anos iniciais do ensino fundamental. Ao todo, serão avaliadas 333 coleções didáticas e 92 obras de apoio teórico-metodológico por uma equipe formada por 1.018 professores de diferentes áreas do conhecimento. 

A preparação da equipe de avaliação teve início no dia 9 de fevereiro, com a realização de um evento formativo que reuniu avaliadores do PNLD Anos Iniciais. A formação contou com duas aulas magnas: uma dedicada ao letramento racial e à análise de materiais didáticos, e outra voltada ao letramento digital e midiático aplicado à avaliação das obras. 

Para atuar como avaliador do PNLD, é necessário possuir cadastro completo no Banco de Avaliadores do programa, disponível na plataforma pnld-avaliacao.mec.gov.br. O banco reúne professores com formação e experiência compatíveis com as áreas avaliadas, garantindo rigor técnico e diversidade de olhares no processo de análise. 

As coleções didáticas submetidas ao processo contemplam, além dos componentes curriculares tradicionais, materiais de língua espanhola e língua inglesa, livros regionalizados de história e geografia, bem como obras de educação digital e midiática. A diversidade de materiais reflete a ampliação dos campos formativos considerados na seleção dos livros que chegarão às escolas públicas de todo o país. 

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A avaliação do PNLD é uma etapa central para assegurar a qualidade pedagógica, a atualização conceitual e a adequação dos materiais didáticos às diretrizes educacionais, contribuindo para o fortalecimento do trabalho docente e para a aprendizagem dos estudantes da educação básica. 

PNLD – O Programa Nacional do Livro e do Material Didático compreende um conjunto de ações voltadas à distribuição de obras didáticas, pedagógicas e literárias, entre outros materiais de apoio à prática educativa, para alunos e professores de escolas públicas de educação básica do país. As escolas participantes do PNLD recebem materiais de forma regular e gratuita.    

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Saúde no Tapajós: como acessar os serviços do Navio Abaré

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Para garantir assistência a ribeirinhos, indígenas e quilombolas da bacia do rio Tapajós, o Navio Hospital Escola Abaré atua como uma Unidade Básica de Saúde Fluvial (UBSF) itinerante. Administrado pela Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), instituição vinculada ao Ministério da Educação (MEC), o navio leva atendimento médico, odontológico e preventivo gratuito aos municípios de Santarém, Belterra e Aveiro (PA).  

Como funciona o acessoDevido ao seu grande porte, o Abaré não consegue atracar em todas as vilas. Por isso, ele para nas chamadas comunidades polos. Para quem mora em áreas de igarapés ou comunidades menores adjacentes, é necessário se deslocar de rabeta, canoa ou barco a motor até o polo mais próximo. As datas exatas de chegada são divulgadas com antecedência pelos agentes comunitários de saúde (ACS) de cada região.  

O atendimento ocorre por triagem e demanda espontânea, com até 24 consultas por especialidade em um dia. Em alguns casos, para evitar superlotação, parte das consultas acontece em terra firme, nos postos de saúde ou nos centros comunitários locais.  

Documentos obrigatóriosPara passar pela triagem e ser inserido no Sistema Único de Saúde (SUS), é preciso apresentar documento de identidade oficial com foto (RG), CPF, cartão do SUS, caderneta de vacinação (fundamental para crianças, adolescentes e idosos), caderneta da gestante (para mulheres em pré-natal) e exames anteriores (caso faça acompanhamento de doenças crônicas).  

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Horários de funcionamentoO navio divide seus atendimentos entre rotina e urgência. Os atendimentos de rotina (consultas médicas e odontológicas) ocorrem em dois turnos. Pela manhã, das 8h às 12h; à tarde, das 14h às 18h. Além disso, o navio mantém plantão 24 horas por dia para estabilização de casos urgentes, enquanto estiver ancorado no polo.  

Serviços 100% gratuitosA embarcação oferece desde a atenção primária até procedimentos de média complexidade, como:  

  • Consultas médicas e de enfermagem: foco no acompanhamento de hipertensão, diabetes, saúde da criança e, dependendo da expedição, especialistas como infectologistas e ginecologistas. 
  • Exames laboratoriais e raio-X: hemogramas, testes rápidos para Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e exames de fezes com resultados no mesmo dia. 
  • Saúde da mulher: acompanhamento pré-natal completo e exame preventivo do câncer de colo de útero (Papanicolau). 
  • Pequenas cirurgias: retirada de cistos e biópsias com anestesia local, sem precisar ir à cidade. 
  • Odontologia (Abaré Sorriso): extrações, restaurações, limpeza, aplicação de flúor e distribuição de kits de higiene bucal para crianças. 
  • Vacinas e remédios: atualização do calendário vacinal e entrega de medicamentos receitados nas consultas, diretamente na farmácia do navio.  
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Calendário de expediçõesO cronograma do Abaré é definido anualmente e prevê cerca de sete expedições entre fevereiro e outubro, durando de 10 a 20 dias cada. Como as águas ditam o ritmo da Amazônia, as viagens são planejadas em parceria com as secretarias locais para garantir que a saúde chegue a quem precisa o ano inteiro. Consulte as próximas expedições:  

4 a 8 de agosto Expedição Odontológica (Região de Tapajós/Santarém) 

18 a 27 de agosto Região de Tapajós/Santarém 

28 de agosto a 1º de setembro Região de Aveiro 

2 a 6 de setembro Região de Belterra 

22 de setembro a de outubro Região de Tapajós/Santarém 

2 a 6 de outubro Região de Aveiro 

7 a 11 de outubro Região de Belterra  

Entre novembro e janeiro, não são realizadas expedições, considerando o período de estiagem. Para mais informações, é preciso acompanhar as atualizações pelo site ou enviar email para [email protected]. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) e da Ufopa 

Fonte: Ministério da Educação

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