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Educação

MEC inaugura prédios da Universidade Federal de Alfenas

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O Ministério da Educação (MEC) participou da inauguração de sete obras dos campi de Alfenas e Poços de Caldas da Universidade Federal de Alfenas (Unifal-MG), em Minas Gerais. A solenidade, realizada nesta quinta-feira, 12 de fevereiro, ocorreu na Unidade Educacional Santa Clara, no Campus Alfenas, e contou com a presença do ministro da Educação, Camilo Santana. A agenda também incluiu a visita às obras da Faculdade de Odontologia da Unifal-MG.  

“Esse prédio da Faculdade de Odontologia é uma bonita homenagem a um dos mais antigos cursos da Unifal. Depois de mais de 100 anos de sua criação, vocês estão construindo talvez o melhor e maior prédio de um curso de odontologia entre as universidades federais”, comemorou Santana. O ministro anunciou a destinação de mais R$ 14 milhões, advindos do MEC e somados ao orçamento total da obra, para o término da construção ainda em 2026. 

Esse prédio da Faculdade de Odontologia é uma bonita homenagem a um dos mais antigos cursos da Unifal. Depois de mais de 100 anos de sua criação, vocês estão construindo talvez o melhor e maior prédio de um curso de odontologia entre as universidades federais.” Camilo Santana, ministro da Educação 

Sandro Amadeu Cerveira, reitor da Unifal, ressaltou que os recursos impactarão a oferta de serviços de saúde à população da região, que acontecem em projetos de extensão. “A extensão universitária, como a que fazemos na Faculdade de Odontologia, é transformadora — da própria universidade e das comunidades que a recebem. E isso, muitas vezes não é percebido como parte do investimento financeiro. Todos esses investimentos que estamos recebendo criam as condições para que a gente possa fazer extensão de qualidade”, explicou o reitor. 

Durante a cerimônia, Camilo Santana também anunciou a autorização, emitida nesta quinta-feira (12), por meio da Portaria nº 43/2026, para funcionamento do curso de Direito no Campus Varginha da Universidade Federal de Alfenas, com a oferta de 40 vagas. A autorização para o funcionamento de um novo curso na instituição foi possível em função dos investimentos recentes na rede federal de educação superior, com a criação de mais cargos de docentes e técnicos administrativos. A criação do bacharelado em direito é uma antiga demanda da população de Alfenas. 

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“Desses cargos, já redistribuídos e daqueles enviamos para aprovação do Congresso Nacional, virão os servidores para o curso de Direito do Campus Varginha da Unifal. Após a aprovação pelo Senado, os primeiros cargos que destinaremos serão para criar esse curso”, prometeu o chefe da pasta da Educação. 

Inaugurações – As obras entregues nesta quinta (12) incluem a reforma de dois auditórios no campus sede da instituição, em Alfenas (MG), que foram revestidos de material acústico e equipamentos modernos de climatização, além do atendimento às normas de acessibilidade. Além disso, a comitiva do MEC inaugurou o sistema fotovoltaico para geração de energia elétrica, interligado à rede de distribuição da concessionária local, de potência instalada de 540 kWp, na Unidade Educacional Santa Clara. 

Para o Campus Poços de Caldas, o MEC também abriu o prédio de um auditório para 305 pessoas, com foyer, copa, sanitários acessíveis, sala técnica de audiovisual e sala de tradução simultânea, também com tratamento de acústica e climatização. Ainda para a cidade, as entregas incluíram o reparo do Prédio G, com o objetivo principal de retomar as condições de uso da edificação com segurança e conforto, substituindo-se o telhado avariado por fortes chuvas, além da retirada e reinstalação do sistema fotovoltaico. 

Por fim, a cerimônia marcou, na unidade de Poços de Caldas (MG), a conclusão da segunda fase da construção do prédio de laboratórios do Centro de Estudos e Aplicação de Materiais para Remediação Ambiental, além da ampliação da rede de energia, infraestrutura de lógica e instalação da cabine de medição. 

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Faculdade de Odontologia – As obras da Faculdade de Odontologia da Unifal-MG recebem investimento de aproximadamente R$ 28,5 milhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). Desse total, R$ 6,9 milhões se referem à primeira etapa, já concluída, e R$ 21,5 milhões, à segunda fase. As estruturas acadêmicas, bem como as obras de infraestrutura e urbanização, estão na fase 2 de construção, enquanto o prédio principal da faculdade está na primeira fase de edificação. 

Unifal-MG – A Universidade Federal de Alfenas foi fundada em 1914, como Escola de Farmácia e Odontologia de Alfenas, e foi federalizada em 1960. Em 2005, por meio da Lei Federal nº 11.154, de 29 de julho de 2005, a instituição foi transformada em Universidade Federal de Alfenas. Atualmente, a Unifal-MG conta com três campi e oferta 38 cursos de graduação, sendo 37 presenciais e um a distância, para mais de seis mil alunos. Além disso, mais de mil alunos participam dos 25 programas de pós-graduação desenvolvidos na universidade. Somando as obras da Faculdade de Odontologia e a reforma do Museu da Memória e Patrimônio (MMP), a instituição está recebendo um montante de R$ 29,8 milhões de recursos do Novo PAC. 

Agenda – Na visita a Minas Gerais, o ministro também participou da inauguração do restaurante estudantil do campus Machado do Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS). No total, foram investidos R$ 3,8 milhões para a construção da unidade, que fornecerá 850 refeições diariamente no horário do almoço. 

Resumo | Mais educação para Minas Gerais 

 Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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Ideb avança em todas as etapas da educação básica no Rio Grande do Norte

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De 2023 a 2025, em uma escala de 0 a 10, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do ensino fundamental do Rio Grande do Norte passou de 5,3 para 5,7 nos anos iniciais e de 4,1 para 4,6 nos anos finais. Já o Ideb do ensino médio passou de 3,7 para 4,2. Na rede pública do estado, o resultado passou de 4,8 para 5,2 nos anos iniciais; de 3,7 para 4,2 nos anos finais; e de 3,2 para 3,9 no ensino médio. Com esses resultados, o Ideb alcançou, nas três etapas avaliadas, os maiores valores da série histórica iniciada em 2005.  

“Os resultados revelam que o Rio Grande do Norte teve, em 2025, seus melhores resultados no indicador brasileiro. Esse é o melhor Ideb da série histórica, provando que a escola dos nossos filhos é melhor que a escola que nós tivemos. Em 20 anos, o Brasil enfrentou, simultaneamente, três problemas históricos da educação: colocou mais estudantes na escola, melhorou sua trajetória e elevou a aprendizagem. Os resultados do Ideb 2025 fecham um balanço de 20 anos de compromisso nacional pelo acesso, pela permanência e pela qualidade da educação. Fizemos muito, mas ainda há muito o que fazer. Chegou a hora de um novo salto para o futuro, que é a melhoria da aprendizagem”, defende o ministro da Educação, Leonardo Barchini.

Os dados do Ideb e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) referentes a 2025, que revelam o desempenho da educação básica brasileira, calculados pelo Ministério da Educação (MEC) por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), foram divulgados nesta quarta-feira, 5 de agosto.  

Aprendizagem de língua portuguesa e matemática – Em uma escala que vai de 0 a 500, no 5º ano do ensino fundamental, em português, a avaliação do Rio Grande do Norte passou de 201,00, em 2023, para 207,99 pontos, em 2025; e em matemática, de 209,07 para 217,68. No caso do 9º ano do ensino fundamental, em português, a média passou de 250,31 para 255,84, e em matemática, de 246,10 para 254,56. Já no 3º ano do ensino médio, em português, o resultado passou de 267,52 para 269,92; e em matemática, de 263,79 para 265,59.  

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“O Saeb 2025 mostra que o Brasil foi capaz de fazer em apenas quatro anos o que estudos projetavam levar uma década: recuperar a aprendizagem perdida durante a pandemia de Covid-19. Esse resultado demonstra que, com políticas públicas consistentes, investimento e o compromisso de estados, municípios, professores e estudantes, é possível acelerar a aprendizagem. Os melhores resultados de quem passa mais tempo na escola reforçam nosso plano de ampliar a educação em tempo integral e o ensino médio integrado à educação profissional, para que os estudantes aprendam mais, em segurança, e estejam mais preparados para o mundo do trabalho”, defende Barchini.   

O Saeb 2025 avaliou 5,9 milhões de alunos distribuídos por 73,7 mil escolas e 247,7 mil turmas em todo o território nacional.  

Estados – Todas as Unidades da Federação (UFs) tiveram resultados superiores nos anos iniciais do ensino fundamental. Nos anos finais, 24 UFs tiveram índices maiores, dois estados ficaram estáveis e um estado registrou queda. No ensino médio, 23 UFs subiram o Ideb, três mantiveram os índices de 2023 e uma registrou queda. 

O Ideb 2025 descreve a realidade de 14,5 milhões de matrículas nos anos iniciais do ensino fundamental em 101 mil escolas. Nos anos finais, retrata 11,2 milhões de matrículas em 61 mil escolas. Em relação ao ensino médio, os resultados do Ideb correspondem a 7,3 milhões de matrículas em 30 mil escolas. 

Ideb Ensino Fundamental | Anos Iniciais | Por UF | 2025

Ideb Ensino Fundamental | Anos Iniciais | Por UF | 2025
Fonte: Inep/Ideb, 2025
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Ideb Ensino Fundamental | Anos Finais | Por UF | 2025

Ideb Ensino Fundamental | Anos Finais | Por UF | 2025
Fonte: Inep/Ideb, 2025

Ideb Ensino Médio | Por UF | 2025

Ideb Ensino Médio | Por UF | 2025
Fonte: Inep/Ideb, 2025

Ideb – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), criado em 2007, no âmbito do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), é um indicador que combina o desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática no Saeb com as taxas de aprovação apuradas pelo Censo Escolar, permitindo acompanhar a qualidade da educação básica brasileira. Integra o conjunto de indicadores utilizados para o monitoramento das metas educacionais previstas no Plano Nacional de Educação (PNE). Considerando que a vigência do PNE foi prorrogada até 31 de dezembro de 2025, o índice permanece como referência para o monitoramento das políticas educacionais e para a avaliação dos avanços e desafios na consecução dos objetivos estabelecidos pelo PNE durante o período de vigência.

Saeb – O Sistema de Avaliação da Educação Básica, criado em 1990, é um conjunto de avaliações externas em larga escala aplicado bienalmente a estudantes da educação básica. A avaliação é composta por testes e questionários que apresentam informações sobre o desempenho dos estudantes e sobre fatores contextuais relacionados ao processo educacional. As médias de desempenho obtidas no Saeb, em conjunto com os dados de fluxo escolar do Censo Escolar, compõem o Ideb. Os resultados também permitem o acompanhamento de indicadores educacionais por escolas, redes de ensino e UFs ao longo das diferentes edições da avaliação.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep

Fonte: Ministério da Educação

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