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Educação

MEC inaugura escola e novas instalações de campi no MA

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O ministro da Educação, Camilo Santana, visita nesta quinta-feira, 9 de outubro, os municípios de Açailândia e Imperatriz (MA) para inaugurar novas instalações educacionais e entregar recursos pedagógicos digitais. As ações do Ministério da Educação (MEC) são financiadas com recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e voltadas à melhoria da infraestrutura das unidades de ensino e ao fortalecimento das políticas de acesso, permanência e qualidade na educação básica e profissional e tecnológica. 

Inaugurações – Em Imperatriz, o ministro da Educação inaugura a biblioteca do Campus Imperatriz do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), um espaço moderno e completo, com capacidade para abrigar um acervo bibliográfico de até 20 mil exemplares. A estrutura conta com salas de estudo, leitura e multimeios, além de ambientes administrativos, terminais de consulta, copa e banheiros acessíveis. A biblioteca foi construída com investimento total de R$ 3,7 milhões. Outros R$ 2 milhões foram destinados à aquisição de acervo bibliográfico, equipamentos e mobiliário. 

Já em Açailândia (MA), Santana participa da inauguração da Escola Municipal José Thalysson Rocha Andrade, no bairro Colinas Park. A obra foi retomada por meio do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Educação, que destina recursos do Novo PAC para conclusão de construções, reformas e ampliações de unidades educacionais em todo o país. Com investimento de R$ 5,2 milhões, a escola possui 12 salas de aula e estrutura moderna para atender até 780 alunos em período parcial ou 390 em tempo integral, nos segmentos da educação infantil e do ensino fundamental I e II. O novo espaço representa um avanço significativo para o município, garantindo melhores condições de ensino e aprendizado para as crianças da região. 

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O ministro também inaugura o restaurante estudantil do campus Açailândia do IFMA, localizado na Vila Progresso II. Financiado com R$ 1,9 milhão de recursos do Novo PAC, o prédio foi projetado para oferecer conforto e funcionalidade aos estudantes, com ambientes integrados, fachada panorâmica e estrutura moderna em concreto PVC, revestimentos térmicos e acústicos, além de acabamentos que favorecem o convívio e o bem-estar. 

Tablets – A comitiva do MEC, ademais, entregará tablets para estudantes de escolas da região, ampliando o acesso a tecnologias digitais de aprendizagem, como parte da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec). A cerimônia acontece durante o Festival Conecta Imperatriz. 

Para a compra dos tablets, foram destinados R$ 150,7 milhões, além de R$ 93 milhões que foram usados para aquisição de chips de dados móveis. Ao todo, o Maranhão receberá 242.404 tablets — desses, 56.591 já foram entregues nas regionais de São Luís e Caxias, e 17.313 estão sendo distribuídos na regional de Imperatriz, incluindo as 6.757 unidades entregues durante o evento. 

Os equipamentos beneficiarão alunos do ensino médio (regular e profissional), atendendo a 217 municípios maranhenses. A distribuição segue critérios da Lei nº 14.172/2021, que prioriza estudantes pertencentes a famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e a escolas de comunidades indígenas e quilombolas. A medida reforça o compromisso do MEC em ampliar o acesso à tecnologia e à conectividade, promovendo inclusão digital e equidade educacional em todo o estado. 

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Creche – Durante a agenda no Maranhão, o ministro Camilo Santana também autoriza a retomada das obras da Creche Tipo I do Bairro Vila Capelozza, em Açailândia. A iniciativa integra as ações do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Educação Básica. Com investimento de R$ 4,2 milhões, a nova creche beneficiará 360 crianças em tempo integral, ampliando o acesso à educação infantil no município. O empreendimento reforça o compromisso do MEC e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) com a conclusão de obras paralisadas e com a oferta de infraestrutura adequada às famílias da região. 

Novo PAC – O Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) tem impulsionado investimentos significativos na educação do Maranhão, totalizando mais de R$ 1,2 bilhão em diferentes níveis de ensino. São investimentos de R$ 1 bilhão para a educação básica, R$ 141,6 milhões destinados à educação profissional e tecnológica e R$ 64,5 milhões voltados à educação superior. Os recursos permitem a construção de 54 escolas de tempo integral e 105 creches; e a aquisição de 195 ônibus escolares, beneficiando 198 municípios maranhenses. O programa também viabiliza a criação de quatro novos campi do Instituto Federal do Maranhão — em Amarante do Maranhão, Balsas, Chapadinha e Colinas — e a realização de 29 obras de melhoria em universidades e institutos federais já existentes, distribuídas por 22 municípios, ampliando o alcance e a qualidade da educação pública no estado. 

Resumo | Mais Educação para o Maranhão 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Setec e da SEB 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação em tempo integral proporciona atividades além da sala de aula

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No Dia do Estudante, celebrado nesta terça-feira, 11 de agosto, o Ministério da Educação (MEC) aborda a importância da educação integral em tempo integral. Focada no desenvolvimento pleno dos estudantes, essa modalidade busca não só ampliar o tempo dos alunos na escola, como também aumentar as possibilidades de atividades que vão além das disciplinas tradicionais em sala de aula. Essas unidades de ensino proporcionam práticas que fortalecem as habilidades cognitivas, esportivas, culturais, tecnológicas e socioemocionais, contribuindo para a formação de cidadãos conscientes e responsáveis, preparados para enfrentar os desafios complexos do mundo moderno.

“O número de horas na escola é diretamente proporcional à proficiência e à aprendizagem do estudante”, informou o ministro da Educação, Leonardo Barchini. “Segundo estudos, os alunos da educação integral, normalmente, estudam 20% a mais do que o jovem do ensino comum no decorrer da semana. Então, à medida que os alunos ficam mais expostos a português, matemática, ciência e demais disciplinas, eles apresentarão um rendimento maior e terão acesso a mais conhecimento.”

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O MEC desenvolve, em parceria com os entes federados, o Programa Escola em Tempo Integral, que busca fomentar a criação de matrículas em tempo integral — igual ou superior a sete horas diárias ou 35 horas semanais — em todas as etapas e modalidades da educação básica. A medida proporciona a ampliação da jornada de tempo na perspectiva da educação integral, com destaque para o desenvolvimento global. Além disso, o programa prioriza escolas que atendem estudantes em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica.

Kauan Almeida, aluno do Centro de Ensino Médio Juscelino Kubitschek, de Brasília (DF), comentou sobre as novas possibilidades abertas pela educação integral. Segundo ele, “a rede proporcionou novas oportunidades por conta dos projetos extracurriculares em horários que vão além do período tradicional. Em relação ao futsal, por exemplo, a escola auxilia muito por fornecer os melhores horários e as condições necessárias para podermos treinar e jogar.”

Ideb – De acordo com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2025, em média, as escolas de tempo integral registram desempenho superior ao das escolas com menor tempo de permanência dos estudantes nas três etapas da educação básica. Esse comportamento é observado em todas as regiões do país e evidencia o potencial da ampliação da jornada escolar como estratégia de fortalecimento das oportunidades educacionais. Os dados se apresentam da seguinte forma:

  • Anos iniciais do ensino fundamental: Ideb médio de 6,2 nas escolas de tempo integral, comparado a 6,0 nas de ensino regular;
  • Anos finais do ensino fundamental: Ideb médio de 5,2 nas unidades que ofertam educação em tempo integral contra 4,9 nas demais;
  • Ensino médio: Ideb médio de 4,7 nas escolas com jornada de sete horas diárias ou mais, enquanto as escolas com jornada inferior registraram 4,3.
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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações das Secretarias de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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