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Educação

MEC empossa reitora da Universidade Federal do Amazonas

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O Ministério da Educação (MEC) empossou, nesta quinta-feira, 6 de novembro, a reitora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Tanara Lauschner. A cerimônia de posse contou com a presença do ministro Camilo Santana. Durante a solenidade, ele reforçou o compromisso do MEC com a autonomia das instituições e com o respeito à democracia. 

“Eu não tenho dúvidas da sua competência e de que você fará de tudo para que a Ufam possa crescer e honrar o significado de ser uma instituição federal presente na Amazônia. É um grande orgulho para nós ter uma universidade no estado do Amazonas, enraizada na Amazônia, que gera pesquisa, formação, extensão, ciência, inovação”, enfatizou Santana ao se dirigir à nova reitora. 

Graduada em engenharia elétrica pela Ufam, mestre em ciência da computação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutora em informática pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Tanara Lauschner é professora do Instituto de Computação (Icomp) da Ufam desde 2002. Ela também foi pró-reitora de Inovação Tecnológica da instituição e diretora do Icomp. Além disso, atuou como subsecretária de Ciência e Tecnologia para a Amazônia do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). “Assumo a reitoria da Ufam com profunda honra e o compromisso de fortalecer a autonomia universitária e expandir o acesso à educação superior pública e de qualidade”, afirmou a reitora.  

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Ufam – A Universidade Federal do Amazonas está sediada em Manaus, capital do estado do Amazonas, constituindo-se no maior fragmento florestal urbano do Brasil dedicado a uma instituição superior de ensino. A Ufam possui atualmente cinco campi em funcionamento fora da sede: campus Benjamin Constant, localizado no Alto Solimões; Humaitá, na microrregião do Madeira; Coari; Itacoatiara; e Parintins. 

A universidade oferece, atualmente, 96 cursos de graduação e 39 de pós-graduação stricto sensu credenciados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao MEC. Ao todo, são 31 cursos de mestrado e oito de doutorado. Em nível de pós-graduação lato sensu, são mais de 30 cursos oferecidos anualmente. No que se refere à extensão, são mais de 600 projetos que beneficiam diretamente a população e 17 grandes programas extensionistas. 

Em 2024, a Ufam foi contemplada com o sétimo campus em São Gabriel da Cachoeira, município com a maior predominância indígena do país, onde nove em cada dez habitantes são indígenas. A obra, custeada com recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), do governo federal, está em licitação. As atividades acadêmicas do novo campus estão previstas para iniciar em 2026, em espaço provisório. 

“Projetos como o novo campus em São Gabriel da Cachoeira reafirmam nossa vocação para a inclusão e o respeito aos saberes e tradições locais, levando desenvolvimento e transformação social a todo o estado”, pontuou Tanara Lauschner. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) e da Ufam 

Fonte: Ministério da Educação

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MEC participa da 16ª Festa Literária das Periferias no Rio

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Ana Maria Gonçalves, Conceição Evaristo, Cidinha da Silva, Eliana Alves Cruz, Elisa Lucinda, Nei Lopes e Estêvão Ribeiro estão entre os autores que participam da 16ª edição da Festa Literária das Periferias (Flup), realizada de 23 a 27 de setembro no Rio de Janeiro. O evento ocorre no Teatro Municipal Carlos Gomes, na Sala Guarani e na Praça Tiradentes, com programação que reúne autores, pensadores, estudantes e professores e aborda temas relacionados à literatura negra, periférica e às matrizes ancestrais. 

Com o tema “As Filhas das Filhas das Filhas”, a edição homenageia a escritora Ana Maria Gonçalves, primeira mulher negra eleita para a Academia Brasileira de Letras (ABL). A programação conta também com a participação da pensadora norte-americana Kimberlé Crenshaw, além de intelectuais como Djamila Ribeiro, Cida Bento, Carla Akotirene, Jeferson Tenório, Sidnei Nogueira e Bianca Santana. A Flup inclui ainda atividades voltadas à produção audiovisual, entre elas trabalhos desenvolvidos pelo Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas.  

O Ministério da Educação (MEC) participa da Flup por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). Durante a programação, serão disponibilizados dois totens interativos para acesso ao MEC Livros, biblioteca digital de acesso público e gratuito. A programação completa da 16ª Flup pode ser consultada no site oficial do evento. 

A secretária da Secadi, Zara Figueiredo, pontuou que a literatura constitui um direito humano fundamental por sua capacidade de proporcionar o exercício da alteridade e a compreensão de dilemas existenciais. Também ressaltou que a literatura produzida por autores negros e periféricos expressa a diversidade cultural do país e aborda temáticas centrais da sociedade brasileira. Ela destacou ainda a relevância da presença do ministério no festival e enfatizou que a disponibilidade dessas obras na plataforma MEC Livros fortalece a representatividade, a autoestima e a aprendizagem dos estudantes na rede pública. 

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Literatura negra e acervo digital – A programação do festival também se relaciona ao acervo do MEC Livros, biblioteca digital e gratuita que reúne obras de diversos autores presentes na 16ª Flup. Entre os títulos disponíveis está o romance histórico Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves, que inspira o tema desta edição do festival. Também integra a plataforma o título Canção para Ninar Menino Grande, de Conceição Evaristo, atualmente o quinto livro mais emprestado do acervo, além de outras obras da autora, como Becos da Memória, Ponciá Vicêncio, Literatura Negra: uma poética de nossa afro-brasilidade e Olhos d’água. 

O catálogo contempla também títulos como Um Exu em Nova York, Sobre-viventes! e Exuzilhar, de Cidinha da Silva; Nada Digo de Ti, que em Ti Não Veja, de Eliana Alves Cruz; Afro-Brasil Reluzentes, de Nei Lopes; e produções voltadas à infância e juventude, como Rê Tinta e a Revolução Escolar, de Elisa Lucinda, e Rê Tinta e o Pé de Jamelão, de Estêvão Ribeiro. 

O MEC Livros reúne autores de diferentes gerações, com obras de escritores como Maria Firmina dos Reis, Machado de Assis, Lima Barreto e Carolina Maria de Jesus, além de autores contemporâneos brasileiros e estrangeiros, entre eles Itamar Vieira Junior, Lilia Guerra, Eliane Marques, Tom Farias, Paulina Chiziane, Buchi Emecheta, Oyinkan Braithwaite, Akwaeke Emezi e Randall Kenan.  

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Sobre a plataforma – O MEC Livros é uma biblioteca digital de acesso público e gratuito, com mais de 25 mil títulos em formato digital, entre obras licenciadas e em domínio público. A plataforma integra ações relacionadas à ampliação do acesso à leitura e ao Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), em parceria com a Fundação Biblioteca Nacional, a Academia Brasileira de Letras, o Instituto Mojo de Comunicação Intercultural e a Companhia Editora de Pernambuco. 

O acesso pode ser feito via navegador ou aplicativo para dispositivos móveis, mediante login com a conta Gov.br. A plataforma permite o empréstimo gratuito de obras licenciadas, além da leitura ilimitada de títulos em domínio público. Para consultar o acervo e obter mais informações, acesse o portal do MEC Livros. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi e da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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