Educação
MEC empossa reitor do Instituto Federal do Piauí
O ministro da Educação, Camilo Santana, participará, na quarta-feira, 5 de novembro, da solenidade de posse do professor Paulo Borges da Cunha como reitor do Instituto Federal do Piauí (IFPI). O professor foi reeleito pela comunidade acadêmica do IFPI e reconduzido ao cargo por decreto presidencial publicado em 29 de agosto.
Graduado em engenharia florestal pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), possui mestrado em botânica pela mesma instituição e doutorado em geografia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp). Atualmente, é professor da educação básica, técnica e tecnológica do IFPI.
O IFPI conta com 20 campi, mais de 33 mil matrículas e 355 cursos ofertados, e está recebendo recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). No total, serão destinados R$ 75 milhões para a construção de três novas unidades do instituto no Piauí, nos municípios de Barras, Esperantina e Altos, ampliando o acesso à educação profissional e tecnológica (EPT) no estado.
Cada nova unidade tem custo estimado de R$ 25 milhões, sendo R$ 15 milhões para infraestrutura e R$ 10 milhões para aquisição de equipamentos e mobiliário. Os campi terão capacidade de atender, em média, 1.400 estudantes, majoritariamente em cursos técnicos integrados ao ensino médio. A iniciativa integra o processo de expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, que prevê a construção de mais de 102 novos campi em todo o Brasil, com investimento nacional de R$ 2,5 bilhões.
Para ações de melhorias nos campi já existentes, o Ministério da Educação (MEC) está investindo, também pelo Novo PAC, R$ 19 milhões. Desses, já foram repassados R$ 17,8 milhões entre 2023 e 2025, e até 2026 estão previstos mais R$ 1,1 milhão.
Agenda – Ainda no Piauí, na manhã desta terça-feira (4), o ministro Santana assinou autorizações para a criação do campus Impa Tech Nordeste, em Teresina (PI), e do curso de medicina da Universidade Federal do Piauí (UFPI). O chefe da pasta também anunciou iniciativa firmada entre a UFPI, o governo do Piauí e o MCTI, em articulação com o MEC e o Impa, que prevê um investimento de R$ 35 milhões voltados à pesquisa e ao desenvolvimento científico e tecnológico no estado.
À tarde, a comitiva do MEC inaugurou novo núcleo da Rede de Inovação para a Educação Híbrida (Rieh) em Teresina e participou do evento EduCOP30: Educação para o Clima e Inovação para o Futuro. Na quarta-feira (5), no Campus Ministro Petrônio Portella, da UFPI, o MEC realizará a entrega de 900 unidades da Carteira Nacional Docente, além de vouchers de premiação do programa Mais Professores.
Resumo | Mais educação para o Piauí
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)
Fonte: Ministério da Educação
Educação
Carteira Nacional Docente do Brasil: saiba como emitir o documento
Professores das redes pública e privada de ensino de todo o país que ainda não emitiram a Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB) podem solicitar gratuitamente o documento digital, que visa reconhecer oficialmente os profissionais do magistério e ampliar o acesso às políticas de valorização da carreira docente. Desde outubro de 2025, quando a emissão foi disponibilizada, já foram expedidas 860 mil carteiras.
Com validade de dez anos em todo o território nacional, a CNDB integra o programa Mais Professores para o Brasil e reúne, em um único documento, a identificação profissional do docente e o acesso a benefícios exclusivos oferecidos pelo programa e por instituições parceiras, como descontos em atividades culturais e educacionais.
Podem solicitar a CNDB professores em exercício com vínculo ativo em instituições de ensino reconhecidas, públicas ou privadas, da educação infantil ao ensino superior. Para emitir a carteira, é necessário possuir CPF regular junto à Receita Federal e cadastro ativo no e-Social realizado pela instituição empregadora.
O documento funciona como identificação oficial, conferindo mais praticidade e segurança aos profissionais da educação.
Como emitir a CNDB:
A emissão é simples, gratuita e realizada de forma totalmente digital.
- O professor deve acessar a plataforma oficial do programa Mais Professores, utilizando uma conta Gov.br.
- Após o login, o sistema verifica automaticamente os critérios de elegibilidade, além de apresentar os dados cadastrais e o vínculo com a instituição de ensino.
- Em seguida, basta conferir as informações, preencher os dados de contato, tirar uma fotografia na própria plataforma e concluir a solicitação.
- Depois da validação, a versão digital da carteira fica disponível para acesso.
- Após a emissão da versão digital da CNDB, os solicitantes receberão a versão física em até 90 dias.
Caso seja identificada alguma divergência nas informações profissionais, o docente deverá solicitar a atualização dos dados junto à instituição de ensino onde mantém vínculo antes de concluir o processo.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva (SE)
Fonte: Ministério da Educação
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