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MCTI lança programa Mais Ciência na Escola no Acre

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O programa Mais Ciência na Escola chegou oficialmente ao Acre (AC) e receberá investimento de R$ 1 milhão. O anúncio foi feito pela ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, nesta terça-feira (3), em evento no Instituto Federal do Acre (Ifac). “Queremos que esta também seja a terra de jovens cientistas, de meninas e meninos que criarão as soluções para os desafios do nosso tempo”, disse a chefe da pasta. 

Já em execução pela Ifac, o projeto no estado já conta com cinco laboratórios Mão na Massa nas cidades Cruzeiro do Sul, Xapuri, Tarauacá, Sena Madureira e Rio Branco. Segundo a ministra, a iniciativa logo começará a ser executada também pela Universidade Federal do Acre (Ufac). “É ciência entrando na escola pública, é oportunidade chegando aonde muitas vezes ela demorou a chegar”, continuou Luciana Santos. 

Para o reitor do Ifac, Fábio Storch, a iniciativa ajudará a enfrentar os diversos desafios sociais enfrentados pela região Norte. “A nossa juventude é uma juventude de coragem. Uma juventude que só precisa de uma oportunidade para mudar a própria realidade, como o programa Mais Ciência na Escola”, disse o representante. 

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Lançado em 2024, o programa tem o objetivo de promover o letramento digital e a educação científica com a implementação de laboratórios Mão na Massa, espaços montados dentro das escolas públicas em que os estudantes podem colocar em prática ideias e criações inovadoras, transformando teoria em prática. A iniciativa ainda oferece planos de atividades, formação de professores e bolsas para educadores e alunos. 

“O Mais Ciência na Escola é um movimento para democratizar o acesso à educação científica na base, que é onde tudo começa. E tem sido muito bonito ver desabrochar nos estudantes o interesse pela ciência e tecnologia e ver essa aproximação entre as escolas públicas e as instituições de ciência e tecnologia contribuindo para uma educação mais inovadora, inclusiva e conectada aos desafios contemporâneos”, disse a ministra. 

Para a diretora de Popularização da Ciência, Tecnologia e Educação Científica do MCTI, Juana Nunes, o programa é uma forma de mostrar que a educação básica também faz ciência e pesquisa. “Nós queremos que vocês sejam os futuros cientistas do Brasil, brilhando nas feiras e nas olimpíadas científicas. É por isso que nós fazemos esse trabalho, para que vocês voem, porque a ciência brasileira precisa de vocês”, incentivou a representante. 

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A ministra citou que, em breve, o projeto O Futuro da Programação, da Ufac, também começará a ser executado. A iniciativa apoiará o desenvolvimento de habilidades de programação e de soluções digitais com os estudantes da capital Rio Branco, em oficinas mão na massa. “Um aspecto importante dessas iniciativas é que estamos garantindo que meninas, estudantes negros, indígenas, pessoas com deficiência e jovens em situação de vulnerabilidade tenham seu espaço assegurado”, destacou a chefe da pasta. 

Também participaram da cerimônia o secretário de Estado de Educação e Cultura, Aberson Carvalho; e o pró-reitor de Inovação e Tecnologia da Ufac, Humberto Monteiro. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Brasil debate futuro dos subsídios à pesca após acordo da OMC

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) realizou, nesta sexta-feira (18), o segundo dia do Workshop Nacional “Projeto de Diagnóstico de Conformidade do Brasil com o Acordo sobre Subsídios à Pesca da Organização Mundial do Comércio (OMC)”, em Brasília. A programação avançou na discussão sobre os próximos passos para a implementação do acordo no Brasil, com a participação de representantes da comunidade científica, organizações não governamentais, sociedade civil e do setor pesqueiro.

Durante a manhã, a plenária “Perspectivas futuras e oportunidades sob o foco da pesquisa” reuniu diferentes visões sobre os desafios e as oportunidades que se apresentam ao país após a entrada em vigor e a implementação do Acordo sobre Subsídios à Pesca. A sessão buscou identificar lacunas de conhecimento, oportunidades de cooperação e elementos essenciais para a estruturação de projetos e iniciativas futuras.

Participaram das exposições Martin Dias, da Oceana; Luana Sega, da Global Fishing Watch; Eduardo Tavares, da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA); e Natali Piccolo, da Conservação Internacional Brasil. Os especialistas apresentaram perspectivas sobre a produção e o uso de informações científicas, o acompanhamento da atividade pesqueira e a importância da integração entre instituições para apoiar a implementação das novas regras internacionais.

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Após as apresentações, o workshop abriu espaço para a escuta do setor pesqueiro e para o diálogo sobre as principais lacunas e oportunidades identificadas. O momento permitiu aproximar as diferentes perspectivas envolvidas no processo e reunir contribuições para orientar as próximas etapas do projeto.

O encontro é promovido pelo MPA em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (INPO) e integra o trabalho de diagnóstico da conformidade do Brasil com o Acordo sobre Subsídios à Pesca da OMC. A iniciativa busca contribuir para a compreensão das políticas de apoio ao setor e para o fortalecimento das bases técnicas e científicas necessárias à implementação do acordo no país.

No primeiro dia do workshop, foram apresentados o Acordo de Subsídios da OMC e o projeto Fish Fund, além de resultados preliminares da matriz de subsídios e de avaliações de estoques pesqueiros. Também foi apresentada a proposta de criação do Programa Permanente de Avaliação de Estoques Pesqueiros (PROESTOQUES), voltada ao fortalecimento da produção e sistematização de informações científicas para subsidiar a gestão pesqueira.

Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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