Agro
Maranhão mantém 4,5 mil hectares de arroz irrigado; colheita começa em outubro
Área de arroz irrigado se mantém estável no Maranhão
O cultivo de arroz irrigado no Maranhão está estimado em 4,5 mil hectares para a safra 2025/26, mantendo o mesmo patamar do ano anterior, segundo o 1º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
A produção concentra-se nos municípios de Arari, Vitória do Mearim e Viana, na Baixada Maranhense; São Mateus do Maranhão, no Médio Mearim; e Grajaú, no Alto Mearim e Grajaú.
Plantio e desenvolvimento das lavouras
O plantio do arroz irrigado teve início na última semana de junho de 2025 em Arari e se expandiu posteriormente para São Mateus do Maranhão, Grajaú, Vitória do Mearim e Viana, seguindo até meados de outubro. As lavouras apresentam bom desenvolvimento e diferentes estádios fenológicos, com a colheita prevista para o final de outubro.
Segundo a Conab, houve expansão da área plantada em Arari e Viana, impulsionada pela entrada de novos produtores. Em contrapartida, São Mateus do Maranhão e Grajaú registraram retração, refletindo condições de mercado desfavoráveis.
Arroz de sequeiro terá início em dezembro
O arroz de sequeiro, cultivado em todas as regiões do Maranhão, terá seu plantio iniciado em dezembro de 2025, estendendo-se até fevereiro de 2026, conforme o regime de chuvas. Esta modalidade é predominante entre agricultores familiares em pequenas propriedades, sendo frequentemente consorciada com milho, feijão-caupi e mandioca.
A produção é destinada principalmente ao consumo próprio, com comercialização do excedente. Além disso, o arroz de sequeiro também prepara áreas para o cultivo de soja por médios e grandes produtores.
Para a safra 2025/26, a Conab projeta redução da área plantada de arroz de sequeiro, motivada por preços baixos e rotação de culturas.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Safra de feijão no Paraná é revisada para baixo em 2026 após perdas climáticas
A produção de feijão da segunda safra no estado do Paraná foi revisada para baixo em 2026, refletindo perdas significativas provocadas por condições climáticas adversas ao longo do ciclo produtivo. As novas projeções indicam forte retração na colheita e acendem alerta para o setor agrícola estadual.
De acordo com o Boletim Conjuntural divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), órgão vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, a produção está estimada em 332,1 mil toneladas.
O volume representa uma queda aproximada de 38% em comparação com a safra anterior e recuo de cerca de 21% frente às expectativas iniciais para o ciclo.
Clima adverso compromete desenvolvimento das lavouras
Segundo o levantamento técnico, o principal fator responsável pela redução do potencial produtivo foi a irregularidade climática observada ao longo do desenvolvimento da cultura.
A estiagem prolongada afetou diretamente o crescimento das plantas em fases críticas, limitando o desenvolvimento vegetativo e reduzindo o potencial de formação de grãos.
Na sequência, a ocorrência de geadas agravou as perdas, principalmente em regiões do sul do estado, onde os danos às lavouras foram mais intensos. O conjunto desses eventos climáticos resultou em quebra significativa de produtividade.
Impacto econômico e relevância da cultura no estado
O feijão é uma das culturas mais tradicionais da agricultura paranaense e desempenha papel estratégico tanto no abastecimento interno quanto na geração de renda para pequenos e médios produtores.
Com a revisão negativa das estimativas, o setor acompanha de perto os efeitos da quebra de safra sobre a oferta do grão e possíveis impactos no mercado ao longo do ano.
A redução na produção reforça a sensibilidade da cultura às variações climáticas e a importância do planejamento agrícola e do manejo de risco para mitigar perdas em safras futuras.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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