Agro
Mapa realiza operação de combate ao abate clandestino de aves no Ceará
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) deflagrou, na terça-feira (2), a Operação Tô Fraco, correspondente à Ronda Agro CXVIII, para combater o abate clandestino de aves no Ceará. A ação contou com a participação da Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis), da Secretaria da Saúde do Ceará (SESA) e da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS-CE).
Os fiscais localizaram um abatedouro clandestino de galinha-d’angola em Apuiarés (CE), que fornecia carne para estabelecimentos de Fortaleza e até para outros estados. As aves eram abatidas em condições que desrespeitavam as exigências de bem-estar animal previstas na legislação e em ambiente higiênico-sanitário inadequado, favorecendo a contaminação e a disseminação de agentes causadores de toxinfecções e outras doenças transmitidas por alimentos.
Mais de três toneladas de carne produzida no local foram apreendidas e inutilizadas. Os fiscais também identificaram o uso de corante artificial para alterar a coloração dos cortes e simular maior concentração de carotenoides, prática que induz o consumidor ao erro e mascara a real qualidade do produto.
Em Fortaleza, três estabelecimentos comerciais foram fiscalizados, e todos apresentavam produtos oriundos do abatedouro clandestino.
A inspeção higiênico-sanitária de produtos de origem animal destinados ao consumo humano tem como objetivo garantir a saúde pública, assegurando alimentos seguros e reduzindo os riscos de transmissão de zoonoses e toxinfecções. Dependendo da abrangência da comercialização, essa inspeção é realizada pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF), pelos Serviços de Inspeção Estaduais (SIE) ou Municipais (SIM), além do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA).
O Mapa reforça que carnes produzidas de forma clandestina representam sério risco à saúde pública. Além de facilitarem a transmissão de patógenos, podem causar toxinfecções graves e até fatais. A pasta seguirá intensificando as ações de fiscalização para coibir práticas irregulares e proteger a população.
Informação à imprensa
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Agro
Castrolanda conquista 1º lugar em ranking nacional da suinocultura e reforça excelência na produção de rações
A Castrolanda conquistou o 1º lugar no Ranking Sistema Aurora – Premiação Destaques Suinocultura 2025, consolidando sua posição entre as principais referências da cadeia suinícola nacional. O reconhecimento foi entregue na última semana, em Chapecó, durante evento promovido pelo Sistema Aurora.
A premiação avalia o desempenho das cooperativas parceiras com foco em qualidade, excelência operacional, segurança dos processos e eficiência na produção de rações destinadas à cadeia da suinocultura.
O resultado evidencia a evolução técnica e operacional da cooperativa nos últimos anos. Em 2024, a Castrolanda havia registrado nota 8,2 na avaliação do sistema. Já na edição de 2025, o índice saltou para 9,6, colocando a cooperativa na liderança entre as 12 participantes do ranking.
Segundo o coordenador industrial da fábrica de rações da Castrolanda, Mahani Acir Piacentini de Souza, a conquista representa o esforço contínuo das equipes em busca de melhoria permanente dos processos.
“O maior desafio não é alcançar o sucesso, mas manter esse nível de excelência. Nosso compromisso agora é seguir evoluindo e sustentando esse desempenho”, destacou.
Reconhecimento reforça protagonismo da cooperativa na suinocultura
Para a cooperativa, o reconhecimento ganha ainda mais relevância pelo destaque alcançado dentro do próprio sistema cooperativista.
De acordo com Mahani, a evolução apresentada pela Castrolanda foi acompanhada pelas lideranças do Sistema Aurora, o que amplia a importância estratégica da conquista.
“Ficamos muito satisfeitos porque esse reconhecimento veio também das lideranças do sistema, que acompanharam nossa evolução. Entre todas as cooperativas avaliadas, alcançar o primeiro lugar torna esse momento ainda mais especial”, afirmou.
A premiação reforça o avanço da Castrolanda em áreas consideradas fundamentais para a competitividade da cadeia suinícola, especialmente em um cenário cada vez mais exigente em relação à rastreabilidade, segurança alimentar e eficiência produtiva.
Qualidade e segurança alimentar impulsionam resultado
A supervisora de qualidade da Fábrica de Ração e Laboratório da Castrolanda, Jeanine Solek, destacou que o prêmio é resultado do comprometimento diário das equipes com a excelência operacional e os rígidos controles de qualidade adotados pela cooperativa.
Segundo ela, os processos envolvem monitoramento constante em todas as etapas produtivas para garantir segurança e padronização.
“Esse prêmio reflete a parceria sólida entre as cooperativas e o comprometimento de cada colaborador. Trabalhamos diariamente com monitoramentos e controles rigorosos em todas as etapas da produção”, explicou.
Jeanine também ressaltou que o engajamento das equipes foi decisivo para a conquista do reconhecimento nacional.
“Existe um forte senso de pertencimento entre os colaboradores. As equipes estão sempre buscando melhorias, pensando além do básico e propondo soluções para evoluir continuamente. Esse inconformismo positivo faz a diferença”, completou.
Castrolanda destaca foco em melhoria contínua e eficiência produtiva
O gerente executivo de Negócios Pecuária da Castrolanda, Mauro Cezar de Faria, afirmou que a conquista reforça o compromisso da cooperativa com excelência em toda a cadeia produtiva da suinocultura.
Segundo ele, o reconhecimento do Sistema Aurora demonstra a seriedade dos processos conduzidos pela cooperativa e o alinhamento das equipes em torno da qualidade e da eficiência operacional.
“Esse resultado é fruto de um trabalho coletivo, construído diariamente com dedicação, responsabilidade e foco permanente em melhoria contínua”, destacou.
A conquista também fortalece a imagem da Castrolanda dentro do agronegócio brasileiro, especialmente em um momento em que a cadeia de proteína animal amplia investimentos em tecnologia, biossegurança e produtividade para atender às demandas do mercado interno e das exportações.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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