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Agro

Mapa entrega máquinas agrícolas para modernizar a produção em nove municípios do Rio de Janeiro

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Superintendência de Agricultura e Pecuária no Estado do Rio de Janeiro (SFA-RJ), realizou, na manhã desta sexta-feira (30), a entrega de máquinas agrícolas do Programa Nacional de Modernização e Apoio à Produção Agrícola (Promaq) a nove municípios fluminenses.

A cerimônia aconteceu no Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil, localizado em Parada de Lucas, na capital do estado.

A iniciativa do Governo Federal tem como objetivo fortalecer a infraestrutura rural dos municípios, proporcionando melhores condições de trabalho aos produtores rurais, desde o plantio até a comercialização da produção. O investimento é viabilizado por meio de emendas parlamentares.

Nesta etapa, foram entregues oito retroescavadeiras e uma motoniveladora. Os equipamentos serão utilizados, prioritariamente, na recuperação e manutenção de estradas vicinais, vias essenciais para o escoamento da produção agropecuária e para a mobilidade das populações rurais.

Os municípios contemplados com retroescavadeiras foram: Itatiaia, Itaocara, Piraí, Paraíba do Sul, Quissamã, Engenheiro Paulo de Frontin, Casemiro de Abreu e Varre-Sai. Já o município de Quatis, localizado na região do Vale do Paraíba, recebeu uma motoniveladora.

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Representando o Mapa na solenidade, o superintendente de Agricultura e Pecuária do Estado do Rio de Janeiro, Agnaldo Pinto da Silva, ressaltou a relevância estratégica do maquinário para o desenvolvimento local. “Esses equipamentos chegam para fortalecer a estrutura produtiva dos municípios, apoiando e facilitando o trabalho dos produtores rurais, do cultivo ao escoamento da produção. A ação contribui diretamente para o fortalecimento do agro fluminense, além de gerar renda e desenvolvimento para as famílias do campo”, afirmou.

Com esta nova etapa, o Governo Federal soma 45 equipamentos entregues por meio do Promaq no estado do Rio de Janeiro, beneficiando mais de 30 municípios.

Informação à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Agro

Paraná exporta mais lácteos do que importa, mas déficit financeiro persiste no setor em 2026

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A balança comercial de lácteos do Paraná apresentou desempenho contrastante nos primeiros quatro meses de 2026. Embora o Estado tenha exportado mais produtos lácteos do que importado em volume, o resultado financeiro do setor permaneceu negativo, refletindo a diferença de valor agregado entre os itens comercializados.

Os dados constam no Boletim Conjuntural divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), que acompanha o comportamento do mercado agropecuário paranaense.

Exportações superam importações em volume

Entre janeiro e abril deste ano, o Paraná embarcou ao mercado internacional cerca de 4,3 mil toneladas de produtos lácteos. O volume ficou praticamente estável em relação ao mesmo período de 2025, quando as exportações somaram 4,4 mil toneladas.

Já as importações apresentaram crescimento. No primeiro quadrimestre de 2026, o Estado adquiriu 3,1 mil toneladas de produtos lácteos do exterior, volume 9% superior ao registrado nos mesmos meses do ano passado.

O resultado garantiu ao Paraná um saldo positivo em quantidade comercializada, demonstrando a competitividade do setor no mercado internacional.

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Déficit financeiro alcança US$ 3,3 milhões

Apesar do superávit em volume, a balança comercial do segmento lácteo fechou o período com resultado negativo em valor financeiro.

Segundo o levantamento do Deral, as importações somaram US$ 11,4 milhões entre janeiro e abril de 2026, enquanto as exportações geraram receita de US$ 8,1 milhões. Com isso, o déficit do setor alcançou aproximadamente US$ 3,3 milhões no acumulado do quadrimestre.

A diferença evidencia que o Paraná continua adquirindo produtos de maior valor agregado no mercado externo, enquanto exporta itens com menor valor por tonelada.

Perfil dos produtos explica resultado

De acordo com a análise dos técnicos do Deral, a composição da pauta comercial é o principal fator responsável pelo desequilíbrio financeiro observado no setor.

Entre os produtos exportados pelo Paraná, a manteiga segue como um dos principais destaques da pauta de embarques. Embora tenha participação relevante nas vendas externas, trata-se de um produto com valor agregado inferior quando comparado a outros derivados lácteos.

Por outro lado, as importações são concentradas principalmente em queijos, categoria que apresenta valor mais elevado por tonelada comercializada.

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Essa diferença de preços faz com que o montante desembolsado nas compras internacionais seja superior à receita obtida com as exportações, mesmo quando o volume exportado supera o importado.

Desafio é ampliar valor agregado das exportações

O cenário reforça um dos principais desafios da cadeia leiteira paranaense: aumentar a participação de produtos industrializados e de maior valor agregado na pauta de exportação.

A diversificação dos derivados destinados ao mercado externo pode contribuir para melhorar o desempenho financeiro da balança comercial do setor, agregando renda à cadeia produtiva e fortalecendo a competitividade da indústria láctea estadual.

Enquanto isso, os números do primeiro quadrimestre mostram que o Paraná mantém presença relevante no comércio internacional de lácteos, mas ainda enfrenta o desafio de transformar o superávit em volume em resultados positivos também na geração de receita.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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