Brasil
Luz para Todos avança no Piauí e beneficiará mais de 12 mil famílias
A nova fase do programa Luz Para Todos prevê levar energia a mais de 12 mil unidades consumidoras em áreas rurais do Piauí até 2026, com investimentos de R$ 484,94 milhões. Esses resultados são frutos da autorização concedida pelo Ministério de Minas e Energia (MME) em dezembro de 2025, que viabilizou a assinatura de um novo contrato entre a Equatorial Piauí e a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A. (ENBPar).
A autorização referente à 9ª Tranche do programa reforça o compromisso do Governo do Brasil com a ampliação do acesso à energia elétrica, especialmente em áreas rurais do estado do Piauí, e representa mais um passo importante no processo de universalização desse serviço no país.
A iniciativa prevê a execução de obras por meio da expansão convencional da rede elétrica, com o objetivo de atender 12.009 novas unidades consumidoras até dezembro de 2026. Desse total de investimentos, R$ 436,44 milhões são provenientes de subvenção econômica da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).
LPT no Piauí
Desde sua criação, em 2003, o programa Luz Para Todos tem transformado a realidade de milhares de brasileiros por meio da ampliação do acesso à energia elétrica. No estado do Piauí, o programa já atendeu mais de 204,4 mil famílias, beneficiando cerca de 916,6 mil pessoas.
No total, os investimentos no estado somam R$ 1,53 bilhão. Esses resultados contribuem de forma decisiva para a redução da pobreza energética, o fortalecimento do desenvolvimento regional e a promoção da inclusão social, levando mais dignidade, oportunidades e qualidade de vida às famílias piauienses, especialmente nas áreas rurais.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Brasil
Parceria entre Ministério da Saúde e Caixa garante cerca de R$ 1 bilhão para instituições filantrópicas
O Ministério da Saúde e a Caixa Econômica Federal firmaram, nesta quarta-feira (3/6), contratos que viabilizam a liberação de aproximadamente R$ 1 bilhão para oito instituições hospitalares filantrópicas do país. As unidades integram a rede complementar do Sistema Único de Saúde (SUS) e são referência na oferta de atendimentos especializados. Os recursos serão destinados por meio da linha de crédito “Caixa Hospitais FGTS”, que oferece condições facilitadas de financiamento, contribuindo para o equilíbrio financeiro dos hospitais e Santas Casas para a continuidade da assistência para pacientes da rede pública.
“Temos a expectativa de chegar, nos próximos dias, a R$ 2 bilhões em contratos de financiamento da Caixa para essas instituições. Essas instituições têm um papel importante para a população atendida pelo SUS. Para se ter uma ideia, em 2025, nós realizamos 14,9 milhões de cirurgias, 42% a mais do que foi feito em 2022. A maior parte dessas cirurgias foram feitas pelos hospitais filantrópicos e pelas Santas Casas”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Os contratos assinados nesta quarta-feira contemplam:
- Associação de Combate ao Câncer de Goiás (GO)
- Santa Casa da Misericórdia de São Paulo (SP)
- Santa Casa de Porto Alegre (RS)
- Hospital José Silveira (BA)
- Instituto de Câncer de Londrina (PR)
- Associação Hospitalar Vila Nova (RS)
- Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos (RJ)
- Fundação Assistencial da Paraíba (PB)
Além das contemplações desta etapa, outras 115 instituições já receberam aval para apresentar propostas de financiamento à linha CAIXA Hospitais FGTS. São unidades hospitalares habilitadas pelo programa Agora Tem Especialistas na modalidade crédito financeiro.
Hospitais filantrópicos e Santas Casas no Brasil
No total, existem 1.959 instituições filantrópicas no país, sendo 324 Santas Casas. As unidades oferecem uma ampla variedade de especialidades e serviços, incluindo clínica médica, cirurgia geral, ortopedia, cardiologia, oncologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, além de leitos de terapia intensiva e atendimento de urgência e emergência. Com essa estrutura, as instituições contribuem diretamente para a redução do tempo de espera, ampliação do acesso a tratamentos especializados e o fortalecimento da assistência hospitalar em municípios de diferentes localidades.
Toda essa rede assistencial registrou nos últimos três anos (2023-2025), um total de 839,6 milhões de atendimentos ambulatoriais e 17,3 milhões de internações. O custo desses procedimentos para o Governo do Brasil foi de R$ 56,3 bilhões. Os números refletem a dimensão da rede filantrópica no atendimento à população brasileira e sua importância para a garantia do acesso aos serviços de saúde em todo o país.
Eduarda Paixão
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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