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Luiz Marinho reforça apoio a cooperativas e sindicatos em visita ao Acre

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, se reuniu nesta terça-feira (16), em Rio Branco (AC), com representantes do movimento sindical e de associações da economia solidária. Durante o encontro, ele reforçou o apoio do Governo Federal às iniciativas empreendedoras, especialmente de agricultura familiar, que ficaram esquecidas em gestões anteriores.

Luiz Marinho também ouviu demandas dos movimentos associativos, que cobraram a regulamentação da Lei 12.690, sobre cooperativas de trabalho, e maior participação dos empreendimentos em licitações públicas. “Vou estudar a questão e ver em que podemos ajudar”, afirmou, destacando a importância das iniciativas solidárias para o sustento de milhares de famílias.

O ministro visitou ainda a Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Acre (Cooperacre), onde os cooperados produzem castanhas de forma sustentável, com preservação florestal e respeito às comunidades tradicionais.

Na área sindical, Luiz Marinho participou da II Conferência Nacional do Trabalho, que discutiu diretrizes para a promoção do trabalho decente. Lideranças locais pediram mais atenção do Governo Federal ao Acre, lembrando o enfraquecimento do movimento em anos anteriores.

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“Sem luta por melhorias e cobranças, as políticas públicas não chegam à classe trabalhadora, que tanto perdeu com as reformas trabalhistas nos últimos anos. Contem com o Governo Federal, contem com o Ministério do Trabalho e Emprego”, afirmou.

Ele também destacou os investimentos anunciados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em visita recente ao estado, que somam cerca de R$ 1,1 bilhão em infraestrutura, transportes, energia, educação e regularização fundiária.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Na inauguração da ABDInfra, ministro de Portos e Aeroportos reforça papel da segurança jurídica na infraestrutura

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Durante a inauguração da Academia Brasileira de Direito da Infraestrutura (ABDInfra), o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, destacou a importância da segurança jurídica para a consolidação de investimentos no setor de infraestrutura nacional. O lançamento ocorreu nessa terça-feira (5), na Casa Brasil Export, em Brasília (DF). Na ocasião, o ministro disse que o avanço de projetos estruturantes não depende apenas de planejamento e capital, mas também de estabilidade institucional e regulatória. “Infraestrutura se faz com bons projetos, engenharia e investimento, mas não dispensa segurança jurídica”, explicou.

Criada em parceria com o Grupo Brasil Export, a Academia Brasileira de Direito da Infraestrutura (ABDInfra) reúne ministros de tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União (TCU), desembargadores e promotores de justiça. A entidade tem como objetivo fomentar estudos e debates qualificados sobre temas estratégicos como concessões, parcerias público-privadas, regulação, financiamento e governança. “Os tribunais superiores têm papel fundamental para consolidar um ambiente de estabilidade regulatória e segurança jurídica, indispensável para quem acredita e investe no Brasil”, destacou Tomé Franca.

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O ministro também ressaltou que o país vive um ciclo expressivo de investimentos privados, especialmente no setor portuário. Prova disso são os aportes que passaram de R$ 8 bilhões nos quatro anos do governo anterior para R$ 40 bilhões em três anos da atual gestão. “É nossa responsabilidade, enquanto poder público, setor privado e sistema jurídico, garantir que esse ciclo se consolide, cresça e gere os frutos de que o Brasil e a população precisam”, disse.

Durante o evento, o ministro citou ainda a criação do Grupo de Trabalho de Concessões, iniciativa voltada à harmonização de práticas regulatórias nos setores de portos, aeroportos e hidrovias no âmbito do MPor.

A proposta, segundo Tomé Franca, é aproximar modelos e procedimentos entre áreas que dialogam, mas ainda operam sob lógicas regulatórias distintas. “O investidor quer estabilidade institucional, bons projetos e segurança jurídica. Quanto maior a previsibilidade, maior a capacidade de atrair investimentos e fortalecer a infraestrutura brasileira”, afirmou.

Para o ministro, a ABDInfra pode contribuir diretamente para o aperfeiçoamento do ambiente regulatório no país. “O Ministério de Portos e Aeroportos terá uma escuta atenta ao que for debatido na Academia, para que possamos ser cada vez mais assertivos nas políticas públicas que estamos implementando”, concluiu.

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Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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