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Lote 5 das concessões prevê duplicação de 61 km da BR-369 entre Campo Mourão e Mamborê

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O Lote 5 das novas concessões rodoviárias do Paraná vai trazer um investimento de R$ 11,7 bilhões para as regiões Centro-Oeste e Oeste. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) vai realizar o leilão do lote no final deste mês, dia 30.

Serão concedidos 432,7 quilômetros de rodovias, sendo R$ 6,6 bilhões em obras (Capex) e R$ 5,1 bilhões em conservação e serviços (Opex). São 238,57 quilômetros de duplicação, 19,99 km de vias marginais, 55 obras de arte especiais (viadutos e pontes), cinco passarelas para pedestres, 12 km de ciclovias e um novo contorno rodoviário de 3,71 km, entre outras obras.

Essa é a primeira matéria da nova série da Agência Estadual de Notícias (AEN) que apresenta as principais obras do Lote 5, começando pelo trecho entre Maringá e Mamborê. Nas notícias seguintes serão abordadas as melhorias previstas para os trechos de Mamborê a Cascavel, e de Cascavel a Guaíra.

Neste primeiro trecho, a BR-369 será duplicada entre Campo Mourão e Mamborê, em um total de 61,6 quilômetros. Também serão duplicados 9,56 km da PRC-158, garantindo que o Contorno de Campo Mourão seja inteiramente duplicado neste lote.

FLORESTA – As demais obras neste trecho começam em Floresta, com a construção de um viaduto do tipo Diamante, em que há uma saída e uma entrada para a rodovia pela pista da direita em ambos os sentidos de tráfego, no km 118 da PR-317, próximo ao posto do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual.

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No entroncamento com a PR-551 será implantado um viaduto do tipo Trombeta, que possui três ramos de acesso, no km 121.

No perímetro urbano do município serão construídos mais dois Diamantes no km 125+440 e km 126+500, substituindo as rotatórias com a Rua São Mateus e com a Rua São João, e duas passarelas para pedestres, no km 125+000 e km 126+140.

ENGENHEIRO BELTRÃO – Em Engenheiro Beltrão será realizada uma correção de traçado em uma curva no km 134, próximo à ponte sobre o Rio Ivaí que passou por uma reforma recentemente. No começo do perímetro urbano será construída uma passarela, no km 155, e mais adiante, no km 162, no distrito de Sertãozinho, um viaduto Diamante.

CAMPO MOURÃO – No limite entre Peabiru e Campo Mourão será construído uma segunda passagem superior no trevo existente, na PRC-158, acesso para o Contorno de Campo Mourão, que será duplicado.

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No contorno serão executadas uma nova ponte sobre o Rio do Campo, um Diamante no km 216 e outro Diamante no km 221. Deste ponto em diante o contorno se torna uma rodovia federal, e vai ganhar uma nova passagem superior no trevo sobre a PRC-487, um diamante na rotatória com a BR-158, e um Trombeta no final do contorno, na rotatória de acesso para o perímetro urbano.

Ainda no território de Campo Mourão, a BR-369 também ganhará um Diamante no km 348, próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal, e outro Diamante no km 356, no distrito de Piquirivaí.

MAMBORÊ – No território de Mamborê as obras começam com dois viadutos do tipo Diamante, no km 360 e km 365. Nos acessos para a cidade, estão previstos um Trombeta no km 370, entroncamento com a PR-471, e um Diamante no km 373, substituindo uma rotatória ao lado de uma unidade da Coamo. Seguindo pela BR-369, ainda serão implantados mais três diamantes dentro do território do município, no km 378, km 383 e km 389.

Confira neste mapa a localização das obras mencionadas.

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Foto: Geraldo Bubniak/AEN

LOTE – O edital do Lote 5 das novas concessões rodoviárias do Paraná prevê também a duplicação da BR-369 entre Mamborê e Cascavel, a duplicação da BR-163 entre Marechal Cândido Rondon e Guaíra, e o Contorno de Guaíra, que vai retirar do centro da cidade o tráfego da Ponte Ayrton Senna, que liga o Paraná e Mato Grosso do Sul.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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