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Paraná

Literatura kitsch é assunto de reportagem especial do novo Cândido

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A nova edição do Jornal Cândido, publicação da Biblioteca Pública do Paraná, investiga um elemento estético pouco debatido no meio literário: o kitsch, que passa muitas vezes despercebido, e se caracteriza pela linguagem com forte teor sentimental.

Ao ler, por exemplo, “A Hora da Estrela” (1977), de Clarice Lispector, é difícil identificar o kitsch no texto. É essa dualidade que o repórter Lucas Daniel explora na reportagem especial, em entrevistas com Gerson Trombetta, Ronaldo Bressane e Vanessa Passos. Na retranca, uma curadoria de leituras para se aprofundar no universo kitsch.

O jornal publica ainda o perfil de Elza de Oliveira Filha, jornalista e professora, no especial “Mulheres contra a Ditadura”, por Francisco Camolezi. Na seção de entrevistas, a conversa entre o repórter Luiz Felipe Cunha com a escritora e tradutora Julia Raiz sobre trabalho, sonhos, obsessões e a escritora Anne Carson.

No “Especial Nicolau”, o Cândido revive o humor e a genialidade de Valêncio Xavier em entrevista imaginária com Poty Lazzarotto — que completaria 100 anos em março —, publicada originalmente na primeira edição do Nicolau, em julho de 1987.

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Na seção de literatura, o conto “Revisitando as ruínas circulares de Borges”, de Daiana Pasquim, além da pensata de Carlitos Marinho sobre a relação entre os regimes autoritários e o futebol nas estratégias de comunicação de massa. Na editoria de fotografia, Anderson Tozato expõe registros inéditos. A arte da capa é de Felipa Queiroz. 

Serviço:

Jornal Cândido nº 149

Publicação de literatura editada desde 2011

Leia ou baixe no site candido.bpp.pr.gov.br

Fonte: Governo PR

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Paraná

Homem denunciado pelo MPPR é condenado a 36 anos e 8 meses de prisão por feminicídio cometido na presença da filha da vítima em Nova Prata do Iguaçu

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O Tribunal do Júri de Salto do Lontra, no Sudoeste do estado, condenou na última sexta-feira, 2 de outubro, um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo feminicídio da companheira, ocorrido em 16 de maio de 2025, no município de Nova Prata do Iguaçu. O réu foi condenado a 36 anos e 8 meses de reclusão pelo feminicídio e também por posse ilegal de munições de uso permitido.

Áudio do Promotor de Justiça Leonardo Penna Guedes Amin

De acordo com a denúncia, o crime ocorreu após uma discussão entre o réu e a vítima e foi motivado por sentimento de posse e controle em relação à mulher. O homem ficou inconformado com vídeos que ela publicava na rede social TikTok e a atacou com uma faca dentro da residência do casal. A filha da vítima, de seis anos, estava presente no local no momento do crime.

Após o feminicídio, o condenado deixou a filha na casa do avô paterno, dirigiu-se à residência da irmã da vítima e relatou o ocorrido. Na sequência, foi até o destacamento da Polícia Militar, onde se entregou.

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Aumento de pena – O Conselho de Sentença reconheceu o feminicídio e as três causas de aumento de pena: o fato de o crime ter sido cometido na presença física de descendente da vítima, o emprego de meio cruel e a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.

Além da condenação pelo feminicídio, o homem foi condenado por posse ilegal de munições de uso permitido. Após o crime, foram encontradas seis munições calibre .38 no guarda-roupas do réu.

Processo 0001557-68.2025.8.16.0149.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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