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Agro

Irrigação por gotejamento: escolha correta do sistema aumenta produtividade e eficiência

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A irrigação por gotejamento tem ganhado espaço nas lavouras brasileiras, impulsionada pela falta e variabilidade das chuvas em diferentes regiões agrícolas do país. No entanto, escolher o método correto não é suficiente: a seleção da fita ou tubo gotejador ideal é decisiva para garantir produtividade, eficiência e vida útil do sistema.

Segundo Matt Clift, diretor global de produtos e marketing da Rivulis, multinacional israelense referência em irrigação por gotejamento, “não existe um modelo universalmente melhor. O segredo é entender qual solução se adapta às necessidades específicas da sua fazenda. Quando você acerta na decisão, garante desempenho superior e menos dor de cabeça na operação”.

Fatores que influenciam na escolha do sistema
  • A escolha do tubo ou fita gotejadora depende de tipo de cultivo, relevo da propriedade, duração do ciclo da cultura e tipo de solo.
  • Para cultivos de ciclo curto, como hortaliças, tubos de parede fina são recomendados, permitindo remoção ao final da safra.
  • Para culturas permanentes, como vinhedos e pomares, tubos de parede média ou grossa oferecem maior durabilidade e suportam pressões mais altas.
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Além disso, é fundamental definir se o sistema precisa ser autocompensado, garantindo vazão uniforme em áreas inclinadas ou com linhas laterais extensas. Em cultivos como cafezais, vinhedos e pomares, os tubos Rivulis D5000 PC, Amnon AS e TopDrip AS são frequentemente indicados. Já em áreas planas e cultivos de ciclo curto, opções como Rivulis D1000 e Turbo Excel podem oferecer economia e eficiência.

Recursos adicionais que aumentam a eficiência

Alguns modelos de tubos gotejadores incluem tecnologias que ampliam a eficiência do sistema:

  • Emissores anti-sifão, que evitam o retorno de partículas do solo.
  • Opções antidrenantes, que mantêm a água nos tubos após desligamento, ideais para sistemas que operam por pulsos.

Clift ressalta que “cada detalhe faz diferença. É essencial analisar espaçamento, vazão e necessidade hídrica da cultura junto ao tipo de solo para garantir um manejo eficiente e sustentável”.

Guias e ferramentas para tomada de decisão

Para auxiliar agricultores na escolha do sistema ideal, a Rivulis disponibiliza Guias de Gotejamento e um Centro de Conhecimento, com informações detalhadas sobre irrigação por gotejamento, acessíveis gratuitamente em: www.rivulis.com/knowledge-hub.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Café recua forte nas bolsas internacionais e pressiona estratégia de venda no Brasil

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Queda expressiva marca início do pregão

O mercado internacional de café iniciou esta quinta-feira (16) em forte baixa, impactando diretamente o cenário para produtores brasileiros. O movimento reflete ajustes técnicos e maior cautela dos investidores diante da proximidade da colheita no Brasil, reduzindo o suporte observado recentemente nas cotações.

Arábica registra perdas superiores a 1.000 pontos em Nova York

Na Bolsa de Nova York, os contratos de café arábica abriram o dia com quedas expressivas em toda a curva:

  • Maio/2026: queda de 1.020 pontos, cotado a 294,05 cents/lb
  • Julho/2026: recuo de 1.025 pontos, a 288,00 cents/lb
  • Setembro/2026: baixa de 930 pontos, para 274,80 cents/lb
  • Dezembro/2026: perda de 850 pontos, cotado a 267,00 cents/lb
Robusta também opera em baixa em Londres

Na Bolsa de Londres, o café robusta acompanhou o movimento negativo:

  • Maio/2026: queda de 44 pontos, a US$ 3.484 por tonelada
  • Julho/2026: recuo de 50 pontos, para US$ 3.344
  • Setembro/2026: baixa de 46 pontos, a US$ 3.276
  • Novembro/2026: queda de 45 pontos, cotado a US$ 3.222 por tonelada
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Ajustes técnicos e colheita no Brasil pressionam preços

A desvalorização está diretamente ligada à realização de lucros após as recentes altas, além do reposicionamento dos investidores diante da iminente colheita brasileira. Com a expectativa de aumento gradual da oferta nas próximas semanas, o mercado começa a retirar parte do chamado “prêmio climático” que vinha sustentando os preços.

Maior oferta reduz urgência de compras

Outro fator que pesa sobre as cotações é o comportamento do fluxo de comercialização no Brasil. Apesar dos estoques ainda limitados, a entrada da nova safra tende a ampliar a disponibilidade física do produto, reduzindo a necessidade imediata de compras e pressionando os contratos futuros.

Produtor deve redobrar atenção às decisões de venda

Para o produtor brasileiro, o cenário indica maior volatilidade no curto prazo. A queda simultânea do arábica e do robusta sinaliza que o mercado já começa a precificar a chegada da safra, exigindo cautela na definição de estratégias comerciais — especialmente para quem ainda possui volumes disponíveis da safra atual.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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