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Investimentos de R$ 41,7 milhões aumentam em 50% produção de água em Umuarama

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A Sanepar vai aumentar em 50% a produção de água em Umuarama, com investimentos de R$ 41,7 milhões. As obras contemplam a construção de duas novas captações, além da execução de adutoras e melhorias na estação de tratamento de água e na atual captação do Rio Piava. Durante a execução da obra, prevista para ser concluída em junho de 2024, devem ser gerados cerca de 1.200 empregos diretos. 

As novas estruturas de captação de água terão duas barragens, uma no Ribeirão Piava e outra no Ribeirão Araras. A água será bombeada até a estação de tratamento, tendo como ponto de transbordo a captação que já existe no Ribeirão Piava. “Assim teremos três pontos alternativos de captação em Umuarama. Com isso, aumentaremos a produção dos atuais 300 litros por segundo para 450 litros por segundo”, diz o gerente regional da Sanepar, Ezequiel de Souza Ribeiro.

Para operacionalizar toda esta estrutura, estão sendo implantados 11,3 quilômetros de adutoras, uma estação elevatória de água e melhorias na atual captação do Ribeirão Piava. Também será implantada uma unidade de gerenciamento de lodo, que é um subproduto do tratamento de água.

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AMPLIAÇÃO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO – A estrutura de abastecimento de Umuarama está sendo renovada. No ano passado, foram concluídas obras de melhoria e ampliação da estação, com novas unidades de tratamento, como floculadores, decantadores e filtros, novos tanques para armazenamento de produtos químicos, sistemas de coleta de água para a realização de análises e novas instalações elétricas. Essas reformas e ampliações no processo de tratamento adequaram a estação para atender ao aumento da captação que está em andamento.

Fonte: Governo PR

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Gaeco cumpre 19 mandados de busca e apreensão em oito municípios paranaenses na terceira fase da Operação Rota 466, que apura crimes envolvendo policiais

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O Núcleo Regional de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná, com apoio da Corregedoria da Polícia Militar, deflagrou na manhã desta quinta-feira, 8 de outubro, a terceira fase da Operação Rota 466. A ação dá continuidade às investigações sobre a suposta prática dos crimes de organização criminosa, corrupção passiva, concussão, falsidade ideológica e lavagem de ativos envolvendo policiais, em sua maioria vinculados à Polícia Rodoviária Estadual.

Acesse imagens do cumprimento dos mandados

Nesta fase, foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão em oito municípios paranaenses: Guarapuava, Ponta Grossa, Telêmaco Borba, Pitanga, Bituruna, Castro, Palmeira e Wenceslau Braz. Os mandados, expedidos pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Estadual, tiveram como alvo endereços ligados a 15 policiais militares e quatro civis investigados.

Policiais afastados – A Justiça também determinou o afastamento cautelar dos 15 policiais militares investigados nesta fase das atividades operacionais e ostensivas. Com a medida, eles passam a exercer exclusivamente funções administrativas. Foi determinado, ainda, o recolhimento de armamentos funcionais e particulares.

Durante o cumprimento dos mandados, uma pessoa foi presa por posse irregular de arma de fogo, e o armamento foi apreendido. Também foram recolhidos aparelhos eletrônicos com indícios de descaminho, celulares para análise e documentos.

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Condutas reiteradas – A nova etapa da operação decorre da análise de materiais eletrônicos e documentos apreendidos nas fases anteriores, que permitiu identificar indícios de reiteração das condutas investigadas e novos possíveis envolvidos. As apurações apontam para a existência de um esquema de corrupção em postos da Polícia Rodoviária Estadual, incluindo o de Telêmaco Borba, no qual a atividade de fiscalização de trânsito teria sido utilizada para a obtenção de vantagens indevidas.

Entre as irregularidades investigadas estão acordos financeiros fixos e o fornecimento contínuo de combustíveis por empresas transportadoras em troca da suposta isenção de fiscalizações de seus caminhões, fraudes na classificação de avarias veiculares em Boletins de Acidente de Trânsito Eletrônico Unificado (Bateu) e direcionamento de serviços de guincho mediante pagamento.

Lavagem de ativos – As investigações também identificaram possíveis mecanismos de dissimulação e lavagem dos recursos ilícitos. Segundo as apurações, os valores supostamente arrecadados nas rodovias eram movimentados por meio de transferências eletrônicas que envolviam contas bancárias de terceiros, entre eles familiares de agentes públicos, além de empresas dos setores de transporte e guincho, que teriam atuado como intermediárias nas movimentações financeiras.

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Operações – Consideradas as três fases da Operação Rota 466, as investigações já alcançaram 30 policiais militares, em sua maioria vinculados à Polícia Rodoviária Estadual.

A apuração tem três investigados em comum com a Operação Via Pix, conduzida pelo Gaeco de Ponta Grossa, embora as duas operações sejam desenvolvidas de forma independente. Consideradas conjuntamente, as operações já investigaram 50 policiais militares, dos quais 42 foram afastados das funções operacionais.

Entrevista coletiva – Representantes do Gaeco e da Polícia Militar concederão entrevista coletiva à imprensa nesta quinta-feira, 8 de outubro, às 10h30, na sede do MPPR em Ponta Grossa (Rua Ermelino de Leão, 2533 – Olaria)

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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