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Inscrições para workshop sobre hidrogênio produzido a partir do esgoto estão abertas

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK) e o Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás) promovem, no dia 15 de dezembro, evento para debater o hidrogênio renovável proveniente do processo de tratamento de esgoto. As inscrições são gratuitas, com vagas limitadas, e devem ser feitas até o 10 de dezembro pelo link https //lnkd.in/dMCRsdaD.

O evento exclusivo terá palestrantes do Brasil e da Alemanha, com tradução simultânea português-alemão. Será realizado presencialmente no auditório da Sanepar no Tarumã, em Curitiba, das 8h às 16h30, e também transmitido virtualmente

O workshop apresentará os resultados até então obtidos a partir de um estudo sobre a produção de hidrogênio renovável.

O estudo vem sendo desenvolvido pelas instituições organizadoras, por meio de parceria firmada em maio deste ano na Alemanha, com recursos do Ministério Federal do Meio Ambiente, Natureza, Segurança Nuclear e Proteção (BMUV), e acompanhamento da NOW GmbH, empresa pública do Governo da Alemanha que operacionaliza a interlocução entre ministérios federais e conduz o Programa Nacional de Inovação para Hidrogênio e Tecnologia de Células de Combustível.

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Além disso, serão debatidas as diferentes rotas de produção de hidrogênio renovável, os avanços regulatórios e o mercado de hidrogênio no Brasil, bem como os projetos e estratégias de descarbonização em andamento no Brasil e na Alemanha sobre o tema.

Serviço:

Workshop internacional: Valorização do Hidrogênio Renovável Proveniente das Estações de Tratamento de Esgoto

Data: 15/12

Horário: 8h às 16h30

Local: auditório da Sanepar no Tarumã

Rua Eng. Antônio Batista Ribas, 151 – Tarumã – Curitiba

Inscrições até 10 de dezembro de 2023 pelo link https://lnkd.in/dMCRsdaD

Gratuito e com vagas limitadas

Fonte: Governo PR

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Paraná

IAT faz dispersão de 700 mil sementes de palmito-juçara para restaurar a Mata Atlântica

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O Instituto Água e Terra (IAT) promoveu nesta quarta-feira (3) uma ação de restauração ambiental da Mata Atlântica por meio da dispersão aérea de 700 mil sementes de palmeira-juçara (Euterpe edulis) em diferentes pontos do Litoral do Paraná. A ação, coordenada pelo Centro de Operações Aéreas do órgão ambiental (COA-IAT), ocorreu em quatro Unidades de Conservação de Proteção Integral: Parque Estadual do Rio da Onça (Matinhos), Estação Ecológica de Guaraguaçu (Paranaguá), Parque Estadual do Boguaçu (Guaratuba) e Parque Estadual Pico do Marumbi (Morretes, Piraquara e Quatro Barras).

As sementes são oriundas de coletas próprias do IAT e doações realizadas por parceiros como o Instituto de Estudos Ambientais Mater Natura, o Instituto Juçara de Agroecologia e a Associação de Produtores Orgânicos de Quedas do Iguaçu Produzindo Vida (APOQI). A iniciativa contou também com o apoio do Distrito 4730 do Rotary Club.

“Essas áreas foram escolhidas pelos gestores das Unidades de Conservação em coordenadas onde foram registrados crimes ambientais, incluindo a extração ilegal da planta. Não é um lançamento aleatório, ele será monitorado posteriormente para verificar a eficácia da ação”, explica o diretor-presidente do IAT, José Volnei Bisognin.

Além de contribuir para a conservação e valorização da planta, considerada uma espécie ameaçada por causa da extração ilegal, a iniciativa tem um propósito educativo, procurando sensibilizar a população para importância ecológica da Mata Atlântica e da conservação das espécies nativas.

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“Queremos que as pessoas entendam a importância da preservação dessa espécie, que é fundamental para o ecossistema da Mata Atlântica. Nós temos 19 viveiros espalhados pelo Estado que podem fornecer mudas para a população. Queremos cada vez mais que as pessoas colaborem com o plantio em suas casas para contribuir com a melhoria da qualidade ambiental do Estado”, destaca Bisognin.

“É uma ação que planejamos executar novamente no futuro, uma iniciativa importante para a regeneração do meio ambiente que precisa ser repetida sempre”, complementa o chefe da regional do IAT no Litoral, Altamir Hacke.

CARACTERÍSTICAS – A palmeira Juçara (Euterpe edulis Martius) é típica da Floresta Atlântica do Brasil e áreas subjacentes. Ocorre desde o estado do Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul. Como produtos da planta, além de frutos, dos quais se extrai uma saborosa polpa, está o famoso palmito-juçara, exaustivamente explorado. Devido ao extrativismo predatório de seu palmito, passou a ser considerada oficialmente uma espécie em risco de extinção.

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Os frutos planta são muito consumidos por dezenas de espécies de aves e de mamíferos. Tucanos, jacutingas, jacus, sábias e arapongas são os principais dispersores das sementes. Já as cutias, antas, catetos e esquilos, entre outros animais, se alimentam das suas sementes e frutos.

“Buscamos com essa iniciativa o ressurgimento do palmito-juçara no Litoral do Paraná. Isso sim é pensar no meio ambiente, uma visão de futuro para a Mata Atlântica”, diz o governador do Distrito 4730 do Rotary, Marcelo Passos.

A germinação da semente do palmito-juçara é lenta e heterogênea. Por ser uma espécie plenamente adaptada a condições de sub-bosque (vegetação de baixa estatura que cresce em nível abaixo da floresta), forma com facilidade um denso banco de sementes, ficando no aguardo de condições favoráveis de luz e umidade para seu crescimento.

A juçara atinge uma altura de 10 metros a 20 metros e demora por volta de seis anos para chegar ao estágio reprodutivo. Tendo em vista essas características, a dispersão aérea de sementes é uma alternativa viável para intensificar a presença dessa árvore nos remanescentes de Mata Atlântica do Litoral paranaense.

Fonte: Governo PR

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