Paraná
Inscrições para isenção ou desconto no vestibular 2024 da UEL terminam nesta sexta-feira
As inscrições para candidatos ao Vestibular 2024 da Universidade Estadual de Londrina (UEL) que querem pedir desconto ou isenção na taxa de inscrição do exame pelo NIS do Cadastro Único (Cadúnico) terminam nesta sexta-feira (30), às 17h. Segundo a Instrução de Serviço Conjunta Sebec/COPS/Proaf nº001/2023, há duas modalidades de inscrições: pelo NIS, do Cadastro Único (Cadúnico), e pelo processo de análise socioeconômica do Serviço de Bem-Estar à Comunidade (Sebec).
De acordo com o documento, estão aptos a pedir isenção ou desconto candidatos que tenham cursado do 5º e 6º ano ao 8º e 9º ano do Ensino Fundamental e o Ensino Médio completo na rede pública de ensino, na Educação de Jovens e Adultos (EJA) ou sejam bolsistas integrais da rede privada de ensino. A taxa de inscrição custa R$ 176,00.
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Na primeira modalidade, podem se inscrever candidatos que tenham o NIS atualizado. Para requerer a isenção, o candidato deve preencher o Requimento de Isenção do Cadúnico, disponível no site da Cops. O edital final deve ser divulgado no dia 10 de julho.
Já na segunda modalidade, os candidatos que não possuem NIS e passarão pela análise socioeconômica do Sebec podem se inscrever entre as 8h do dia 19 de junho e às 17h do dia 14 de julho, mediante preenchimento de um formulário eletrônico, no site da Cops. Os candidatos devem enviar os documentos necessários, em formato PDF, JPEG e PNG até as 17h do dia 14 de julho. O edital final deve ser divulgado em 18 de agosto.
Fonte: Governo PR
Paraná
MPPR expede recomendação administrativa para conter atropelamento de animais silvestres em rodovias de Londrina e cobra medidas do Município e do DER-PR
O Ministério Público do Paraná, por meio da 20ª Promotoria de Justiça de Londrina, no Norte Central do estado, emitiu recomendação administrativa cobrando ações efetivas para cessar a mortandade de animais silvestres nas rodovias LA-003, conhecida como Mábio Gonçalves Palhano, e PR-538. Os trechos afetados margeiam o Parque Estadual Mata dos Godoy. O documento foi direcionado ao Município de Londrina, ao Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) e ao Instituto Água e Terra (IAT).
A medida é desdobramento de procedimento administrativo instaurado em 2022 pela Promotoria de Justiça. Um levantamento técnico apontou que, entre março de 2018 e janeiro de 2019, foram registrados 337 animais atropelados de 57 espécies diferentes naquelas vias e em outras rodovias da região. O estudo identificou seis pontos críticos de atropelamento, com medidas mitigatórias validadas pelo IAT.
Biodiversidade – A área é reconhecida pelo Ministério do Meio Ambiente como prioritária para a conservação da biodiversidade e abriga espécies ameaçadas de extinção. Entre os animais em risco, estão a anta, classificada como criticamente em perigo no estado do Paraná, e a onça-parda, classificada como vulnerável. Levantamentos recentes confirmaram a letalidade contínua nos trechos, com 18 animais atropelados entre novembro e dezembro de 2025, além da constatação de desgaste na sinalização existente em vistoria realizada em março de 2026.
Além do dano ambiental, os atropelamentos representam risco à segurança dos motoristas. Dados do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual registraram 258 acidentes por atropelamento de animais em 2019 e 283 ocorrências em 2020, resultando em vítimas fatais e feridas.
Medidas – Entre as solicitações feitas ao Município de Londrina, estão o reforço da sinalização, a implantação de mecanismos permanentes de redução de velocidade e a elaboração de projeto executivo para a construção de passagem segura de fauna sobre o Ribeirão Três Bocas. Ao DER-PR, foi recomendada a redução da velocidade máxima de 60 km/h para 40 km/h nos trechos que cruzam o núcleo do parque, a instalação de radares fixos eletrônicos e a implantação de passagens de fauna e cercas direcionadoras. Por sua vez, o IAT deverá fiscalizar o cumprimento das medidas e analisar os projetos apresentados em até 30 dias.
Os destinatários têm 30 dias para responder por escrito sobre o acatamento da recomendação e devem apresentar cronogramas que prevejam a conclusão das obras em prazo não superior a 12 meses. O descumprimento poderá levar à adoção de medidas judiciais, com responsabilização civil por dano ambiental.
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
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