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INCT NanoAgro abre oportunidades para estudantes que desejam atuar com nanotecnologia e agricultura sustentável

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Oportunidade para quem busca formação científica de ponta

Estudantes de Agronomia, Biotecnologia, Ciências Biológicas, Química, Engenharia, Farmácia, Ciências Ambientais e áreas correlatas têm no Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Nanotecnologia para Agricultura Sustentável (INCT NanoAgro) uma excelente oportunidade para fortalecer sua formação acadêmica e atuar em projetos de pesquisa voltados à inovação e sustentabilidade no campo.

O instituto é uma rede nacional de pesquisa que reúne pesquisadores seniores, pós-doutorandos, doutorandos, mestrandos e graduandos de diversas instituições do país, com foco em desenvolver soluções nanotecnológicas para os desafios da agricultura moderna.

O que é o INCT NanoAgro?

O INCT NanoAgro atua na criação de tecnologias inovadoras que combinam ciência e sustentabilidade, com ênfase em temas como uso eficiente de insumos, segurança alimentar e adaptação às mudanças climáticas.

A forte participação de estudantes de pós-graduação demonstra o caráter multidisciplinar e avançado das pesquisas realizadas pelo instituto.

Benefícios de participar da rede de pesquisa

Fazer parte do INCT NanoAgro proporciona uma imersão completa no ambiente científico, permitindo que estudantes e pesquisadores se envolvam com projetos de alto impacto científico e tecnológico. Entre as principais vantagens estão:

  • Participação em projetos de pesquisa de relevância nacional e internacional;
  • Integração com uma ampla rede de pesquisadores e instituições;
  • Formação sólida em nanotecnologia, agricultura e sustentabilidade;
  • Oportunidade de publicar artigos e participar de eventos científicos;
  • Contato com o setor produtivo e processos de inovação tecnológica;
  • Fortalecimento do currículo acadêmico e profissional.
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Como participar do INCT NanoAgro

O ingresso de estudantes ocorre principalmente por meio de programas de pós-graduação — mestrado, doutorado e pós-doutorado — vinculados aos pesquisadores integrantes da rede. Os alunos desenvolvem seus projetos dentro das linhas de pesquisa do instituto, com acesso à infraestrutura e à orientação de profissionais experientes.

As bolsas de estudo são oferecidas por agências de fomento como CNPq, Capes, Fapesp e fundações estaduais, além de programas institucionais das universidades parceiras.

Estudantes de graduação também podem ingressar por meio da Iniciação Científica, uma porta de entrada para a carreira acadêmica e para o desenvolvimento de competências em pesquisa.

Acompanhe editais e oportunidades

Os interessados em participar do INCT NanoAgro podem:

  • Acompanhar editais e chamadas abertas no site oficial do instituto;
  • Participar de eventos científicos, workshops e cursos de capacitação;
  • Envolver-se em ações de divulgação científica e formação de novos pesquisadores.

Mais informações sobre as linhas de pesquisa, equipes e oportunidades estão disponíveis no site: https://inctnanoagro.com.br/.

Formando os pesquisadores do futuro

Com foco em formação de recursos humanos e inovação científica, o INCT NanoAgro se destaca como um espaço estratégico para estudantes que desejam atuar nas fronteiras do conhecimento em nanotecnologia aplicada à agricultura sustentável.

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O instituto promove um ambiente colaborativo, interdisciplinar e conectado às demandas reais da ciência e do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de biodiesel cresce em Mato Grosso e estado já responde por 26% do volume nacional

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Mato Grosso lidera expansão do biodiesel no Brasil

A produção de biodiesel em Mato Grosso registrou forte crescimento em março e consolidou o estado como principal polo do biocombustível no país. Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgados nesta semana, o estado foi responsável por 26% de toda a produção nacional no período.

As usinas mato-grossenses produziram 228,36 mil metros cúbicos (m³) de biodiesel, dentro de um volume nacional de 893,60 mil m³, configurando o maior patamar da série histórica estadual. O resultado representa um avanço de 16,90% em relação a fevereiro.

Mistura obrigatória de biodiesel sustenta demanda

O crescimento da produção está diretamente ligado ao aumento da demanda interna, impulsionada pela política energética nacional. Desde agosto do ano passado, o Brasil adota a mistura obrigatória de 15% de biodiesel ao diesel (B15).

De acordo com o coordenador de Inteligência de Mercado Agro do Imea, Rodrigo Silva, esse fator tem sido determinante para o avanço da indústria no estado.

“A elevação da mistura obrigatória e a demanda mais aquecida pelo biodiesel contribuíram para esse aumento na produção”, afirma o especialista.

Segundo ele, o movimento reflete a adaptação das usinas à nova dinâmica de consumo de combustíveis no país, sustentando o crescimento recente do setor.

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Óleo de soja segue como principal matéria-prima

O boletim também aponta que o óleo de soja continua sendo o principal insumo utilizado na produção de biodiesel em Mato Grosso, com participação de 84% no total, apesar de leve recuo em relação ao mês anterior.

O protagonismo do insumo reforça a forte integração entre as cadeias de grãos e biocombustíveis, especialmente em um estado que lidera a produção nacional de soja.

Imea revisa projeções para algodão, milho e pecuária

Além do biodiesel, o relatório do Imea trouxe atualizações importantes para outras cadeias do agronegócio em Mato Grosso.

Algodão tem ajuste na área, mas mantém produção robusta

A área plantada de algodão para a safra 2025/26 foi revisada para 1,38 milhão de hectares, indicando leve redução frente à estimativa anterior. Em contrapartida, a produtividade foi ajustada para 297,69 arrobas por hectare.

Com isso, a produção total está projetada em 6,14 milhões de toneladas de algodão em caroço, mantendo o estado como líder nacional na cultura.

Milho tem produtividade revisada para cima

No caso do milho, o Imea manteve a área da safra 2025/26 em 7,39 milhões de hectares, mas revisou a produtividade para 118,78 sacas por hectare.

A nova estimativa elevou a produção para 52,66 milhões de toneladas, refletindo condições climáticas favoráveis em parte das lavouras, impulsionadas pelo bom regime de chuvas.

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Boi gordo sobe com oferta restrita

No mercado pecuário, o preço do boi gordo apresentou alta em abril. A arroba em Mato Grosso atingiu média de R$ 350,11, sustentada pela oferta reduzida de animais para abate.

O cenário contribuiu para a diminuição do diferencial de preços em relação a São Paulo, onde a média foi de R$ 367,57 por arroba.

Suínos recuam com menor demanda interna

Em contraste, o mercado de suínos registrou queda nas cotações. O preço pago ao produtor mato-grossense ficou em R$ 5,96 por quilo em abril, pressionado pela redução da demanda doméstica.

Segundo o Imea, o enfraquecimento do consumo elevou a oferta de animais e carne no mercado, impactando negativamente os preços.

Cenário reforça protagonismo do agro mato-grossense

Os dados mais recentes confirmam o papel estratégico de Mato Grosso no agronegócio brasileiro, tanto na produção de biocombustíveis quanto nas cadeias de grãos e proteínas animais.

Com a demanda por energia renovável em alta e condições favoráveis no campo, o estado segue ampliando sua participação nos mercados nacional e internacional, consolidando-se como um dos principais motores do agro no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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