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Educação

IFB oferece oficinas gratuitas na Escola de Negócios

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O Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Federal de Brasília (IFB), abriu inscrições para oficinas presenciais a serem ofertadas na Escola de Negócios e Desenvolvimento Social (Enedes), polo de inovação do IFB voltado a capacitações gratuitas, mentorias, consultorias empresariais e pesquisas em comportamento do consumidor. As atividades são gratuitas, abertas à comunidade e capacitam o profissional para o mundo do trabalho, além de oferecerem certificação ao longo de todo o ano. 

Para se inscrever, é necessário fazer o cadastro no site da Enedes e acessar a  agenda oficial para consultar as opções disponíveis e realizar a inscrição. A Escola tem como objetivo ofertar o acesso ao conhecimento, à inovação e a tecnologias disponíveis para pequenas e grandes organizações.  

Confira a programação de oficinas presenciais em agosto e setembro: 

  • 26/8 | 13h | Mapeí Aí – 30 vagas 

A proposta é apresentar, de forma interativa, reflexões sobre carreiras e as transformações provocadas pela inteligência artificial no mundo do trabalho para jovens do ensino médio. 

  • 3/9 | 18h30 | Palestra Reforma Tributária no Consumo – 40 vagas 

O encontro apresentará os principais aspectos das mudanças tributárias e seus impactos para empresas, empreendedores e consumidores. 

  • 4/9 | 9h | Liberdade e lucro – 30 vagas 
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Direcionada especialmente às mulheres empreendedoras, a atividade busca discutir estratégias para construção de marca, fortalecimento de negócios e posicionamento profissional. 

Escola de Negócios – A Enedes está localizada no Campus Brasília do IFB e oferece atividades de capacitação, orientação e consultoria para empreendedores e organizações. A escola é fruto de parceria entre o IFB e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). A unidade conta com espaços destinados a atividades práticas relacionadas ao comportamento do consumidor, varejo e comunicação digital. Também possui uma unidade móvel que realiza atividades e atendimentos em diferentes regiões administrativas do Distrito Federal.  

Faça sua inscrição  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e do IFB

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

MEC homologa diretrizes para ensino de arte na educação básica

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O ministro da Educação, Leonardo Barchini, homologou, nesta segunda-feira, 17 de agosto, as diretrizes para o ensino e o aprendizado da arte na educação básica. Produzida pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE), a norma complementa a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), orienta os sistemas de ensino e as escolas e reforça a importância da arte na formação integral dos estudantes brasileiros. O documento trata a arte como campo de conhecimento e destaca que o ensino deve ser organizado em quatro componentes: artes visuais, dança, música e teatro. Evento ocorreu na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília (DF), e contou com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e do presidente do CNE, Cesar Callegari. 

Ao garantir que as escolas ensinem sobre conteúdos, métodos, processos de criação, referências culturais e formas próprias de produzir conhecimento, as diretrizes buscam combater a noção de que a arte é uma atividade secundária, recreativa ou destinada apenas a complementar festas e datas comemorativas. Além disso, em um mundo cada vez mais dominado por tecnologias e pela instantaneidade, o Parecer CNE/CEB nº 2, aprovado em 19 de março de 2026, estabelece a arte como campo essencial à formação humana, capaz de promover a criatividade, o pensamento crítico e o diálogo com outras áreas. Entre as novas diretrizes estão: 

  • Arte como prática integradora – Deve ser vista como prática educativa com potencial para integrar experiências dentro e fora do ambiente escolar. 
  • Processos criativos e reflexivos – O ensino envolve criação, experimentação, apreciação e reflexão crítica, além da técnica e da reprodução. 
  • Contextualização e análise crítica – Analisar obras em seus contextos históricos, sociais e culturais amplia o repertório cultural dos estudantes. 
  • Desenvolvimento integral do estudante – O ensino de arte favorece o desenvolvimento cognitivo, afetivo, social, cultural e estético dos estudantes. 
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Caberá às redes de educação definirem uma carga horária equilibrada e coerente para cada componente curricular de arte, com a implementação de dois por ano, evitando sobreposições e garantindo a continuidade da aprendizagem. Além disso, as escolas também deverão avaliar as condições físicas e pedagógicas para ofertar os componentes; elaborar planos com metas progressivas para melhorar espaços, materiais e recursos; integrar o espaço escolar com equipamentos culturais e artísticos locais; e fomentar parcerias com a comunidade para enriquecer a educação. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do CNE 

Fonte: Ministério da Educação

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