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Paraná

IDR-Paraná debate plantio direto de hortaliças na ExpoJapão, em Londrina

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O IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná — Iapar-Emater) leva uma discussão sobre plantio direto de hortaliças para a ExpoJapão. A atividade acontece no AgroInovaTec, segmento dedicado à apresentação e debates de tecnologias agrícolas. A palestra está programada para sábado (10), às 16 horas, na sede da Acel (Associação Cultural e Esportiva de Londrina).

“Vamos discutir com os participantes os fundamentos técnicos, primeiros passos para iniciar alguma lavoura, as experiências consolidadas no Paraná e no Brasil, além de debater os desafios tecnológicos dessa prática”, adianta o extensionista Felipe Alves Spagnuolo, que conduzirá a atividade.

Outras novidades do AgroInovaTec são um painel sobre mudanças climáticas, tendência da agricultura de grãos, benefícios nutricionais e financeiros do cultivo de abacate e uma exposição sobre palmitos.

Realizada há 60 anos, a ExpoJapão é considerada o maior evento paranaense dedicado à divulgação e valorização da cultura japonesa.

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A exposição recebe milhares de visitantes todos os anos, dispostos a cumprir uma extensa programação que contempla gastronomia oriental, esporte, música, dança e debates eventos relacionados a tecnologia e inovação na produção agrícola com enfoque na produção orgânica.

Serviço:

60ª ExpoJapão

Data: 7 a 11 de junho

Horário: 14 às 22h (quarta e sexta-feira) | 10h às 22h (quinta, sábado e domingo)

Local: sede campestre da Acel, na Rua Major Achiles Pimpão Ferreira, 2300 (Estrada do Limoeiro) – Londrina – PR

Palestra (AgroInovaTec)

Sistema de plantio direto de hortaliças – extensionista  Felipe Alves Spagnuolo, do IDR-Paraná

Data: 10 de junho, sábado

Confira a programação completa da ExpoJapão AQUI.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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