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Ibovespa recua com tombo da Cosan; Embraer se destaca em dia de ajustes no mercado brasileiro

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O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, operava em queda nesta segunda-feira (22), refletindo ajustes após uma semana marcada por recordes históricos. Por volta das 10h21, o índice recuava 0,86%, atingindo 144.615,03 pontos.

No mercado futuro, o contrato com vencimento em 15 de outubro cedia 0,67%, acompanhando a correção no pregão à vista.

Cosan despenca mais de 20% após anúncio de aumento de capital

A ação da Cosan protagonizou a maior queda do dia, caindo mais de 20% após a companhia anunciar aumento de capital. O movimento reflete a percepção do mercado sobre a diluição potencial de participação dos atuais acionistas e ajustes imediatos nas carteiras de investidores.

Embraer se valoriza com acordo da Latam

Em contraste, as ações da Embraer avançavam nesta manhã, impulsionadas pelo acordo com a Latam, que prevê aquisição de aeronaves da fabricante brasileira. O movimento sinaliza otimismo dos investidores quanto à expansão da carteira de pedidos da empresa e perspectivas de crescimento no setor aéreo.

Cenário do mercado financeiro brasileiro

O pregão desta segunda-feira destaca a volatilidade típica após semanas de recordes. Além da pressão sobre empresas específicas, como a Cosan, fatores macroeconômicos influenciam o mercado:

  • Dólar: A moeda americana registrava leve valorização frente ao real, em meio a ajustes nos mercados internacionais.
  • Juros e política monetária: Expectativas sobre a política do Banco Central e indicadores econômicos domésticos reforçam a cautela entre investidores.
  • Setores em destaque: Energia e aviação lideram os movimentos do dia, refletindo notícias corporativas e contratos estratégicos, enquanto o restante do mercado acompanha de forma mais estável.
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Perspectivas para o Ibovespa

Analistas apontam que o índice pode seguir ajustando-se nos próximos dias, especialmente diante de eventos corporativos e indicadores econômicos no Brasil e no exterior. A combinação de notícias positivas em empresas como Embraer e pressão de diluição em papéis como Cosan contribui para o movimento misto no pregão.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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StoneX ajusta leve queda na 2ª safra de milho 2025/26 no Brasil; MT e MS compensam perdas em Goiás

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A consultoria StoneX promoveu um leve ajuste na projeção da segunda safra de milho do Brasil para o ciclo 2025/26. A estimativa passou de 106,15 milhões para 106 milhões de toneladas, indicando estabilidade no cenário geral da safrinha, que já se encontra em fase inicial de colheita em algumas regiões do país.

Segundo a consultoria, o equilíbrio nacional reflete movimentos opostos entre os estados produtores: enquanto algumas regiões registraram ganhos de produtividade, outras foram impactadas negativamente por condições climáticas adversas, especialmente a irregularidade das chuvas.

Mato Grosso e Mato Grosso do Sul sustentam produção nacional

O destaque positivo da revisão ficou com o Mato Grosso, principal produtor de milho do país. A StoneX elevou a estimativa para o estado, que agora deve alcançar 51,3 milhões de toneladas, impulsionado por melhores níveis de produtividade observados ao longo do desenvolvimento das lavouras.

O Mato Grosso do Sul também apresentou revisão positiva, contribuindo para compensar as perdas registradas em outras regiões e ajudando a manter a produção nacional praticamente estável.

De acordo com a consultoria, o comportamento regional demonstra um cenário de forte heterogeneidade produtiva, em que ganhos pontuais ajudam a equilibrar perdas localizadas.

Goiás sofre impacto da seca e reduz estimativa de produção

Na contramão dos estados do Centro-Oeste com desempenho mais favorável, Goiás teve sua projeção reduzida de forma significativa. A StoneX estima agora uma produção de 10,8 milhões de toneladas, o que representa uma queda de 19,3% em relação ao levantamento divulgado em maio.

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O recuo é atribuído principalmente ao clima mais seco durante fases críticas do desenvolvimento das lavouras, o que comprometeu o potencial produtivo em diversas áreas do estado.

Apesar da revisão negativa, o estado segue entre os importantes polos produtores da segunda safra brasileira.

Segunda safra de milho deve recuar 5,4% no comparativo anual

Mesmo com a estabilidade na revisão mensal, a StoneX projeta uma queda de 5,4% na comparação com o ciclo anterior. A segunda safra representa a maior parte da produção total de milho do Brasil, sendo fundamental para o abastecimento interno e para o mercado exportador.

A consultoria destaca que o desempenho final da safrinha ainda dependerá do andamento da colheita e da confirmação das produtividades em campo, especialmente nas regiões onde o clima foi mais irregular.

Primeira safra de milho mantém estimativa e cresce 11%

Para a primeira safra de milho 2025/26, a StoneX manteve sua projeção em 28,32 milhões de toneladas. O volume representa um crescimento de 11% em relação ao ciclo anterior, refletindo condições mais favoráveis em parte das regiões produtoras.

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A manutenção da estimativa indica estabilidade no cenário da safra de verão, que já foi amplamente definida em termos de área e produtividade.

Safra de soja é ajustada para novo recorde histórico

A produção de soja do Brasil, já totalmente colhida, também teve leve ajuste positivo. A StoneX elevou a estimativa para 181,8 milhões de toneladas, ante 181,62 milhões no relatório anterior.

O volume confirma mais um recorde histórico para a oleaginosa, com crescimento anual de 7,7%, consolidando o Brasil como maior produtor e exportador global do grão.

Perspectivas para o mercado de grãos

O cenário projetado pela StoneX reforça a tendência de oferta elevada no Brasil, com destaque para a força da soja e a estabilidade da segunda safra de milho, apesar dos impactos climáticos regionais.

O comportamento das lavouras nas próximas semanas, especialmente durante o avanço da colheita da safrinha, será determinante para validar as projeções e ajustar o balanço final da oferta de grãos no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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