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IAT fecha trilhas do Anhangava e do Samambaia no dia 1º de maio para tradicional Missa da Paz

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O Instituto Água e Terra (IAT) vai fechar para visitação as trilhas do Anhangava e do Samambaia, dentro do Parque Estadual Serra da Baitaca, em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, a partir das 18 horas desta terça-feira (30). Os locais serão reabertos ao público às 15 horas de quarta-feira, 1º de maio, após a tradicional Missa da Paz no Dia do Trabalhador, celebrada no Morro do Samambaia. As trilhas do Pão de Loth e do Itupava, contudo, permanecerão em funcionamento, já que não interferem no evento religioso.

A celebração ocorre há 74 anos na Unidade de Conservação (UC) e é organizado pela Paróquia São Sebastião, de Curitiba. De acordo com o IAT, o fechamento do parque é para facilitar o fluxo de pessoas e não gerar impactos negativos ao meio ambiente. Com isso, será permitida apenas a entrada de fiéis, limitada a 430 pessoas.

A missa é acompanhada de uma caminhada de seis quilômetros pelo interior da Unidade de Conservação (UC), com os fiéis em canto, liturgia e oração pela paz.

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A tradição religiosa começou em 1950. Na época, dezenas de famílias que moravam na região subiam em grupos o Morro Anhangava para rezar o terço e orar pela manutenção da paz, resquício da Segunda Guerra Mundial (1935-1945). Rito que é mantido até hoje pelos moradores de Quatro Barras. Neste ano, a celebração será comandada padre Carlos Santos da Silva, da Paróquia São Sebastião.

PARQUE O Parque Estadual Serra da Baitaca é considerado uma Unidade de Conservação (UC), estabelecida por meio do Decreto Estadual n°5.765 de 05 de junho de 2002. O Plano de Manejo do complexo ambiental, que permite entre outras ações a celebração da missa, foi concluído em 2017 e aprovado por Ato Legal através da Portaria n°124, de 06 de julho de 2017.

Os principais atrativos do Parque são o Caminho do Itupava, o Morro do Anhangava e o Morro Pão de Loth. O Anhangava, com 1.420 metros de altitude, é o local mais importante para a escalada em rocha no Paraná, sendo considerado uma espécie de campo-escola, por exercer um papel de importante local de formação e desenvolvimento de escaladores. Do cume é possível avistar Curitiba, a represa do Iraí, entre Pinhais e Piraquara, e a Serra do Mar.

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Fonte: Governo PR

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Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.

Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César

Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.

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A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.

Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.

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Processo 0016498-43.2025.8.16.0013

Notícia anterior:

26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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