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Paraná

HU da UEL atinge 3 mil doações de córneas e se destaca como referência em órgãos e tecidos

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O Hospital Universitário da Universidade Estadual de Londrina (HU-UEL) celebra duas conquistas que reafirmam sua excelência em transplantes de órgãos e tecidos. A instituição de saúde atingiu a marca de 3 mil doações de córneas. Além disso, por meio da Comissão Intra-Hospitalar para Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT), foi reconhecido pela Organização de Procura de Órgãos (OPO) da Macrorregional Norte como referência no processo de doação. A OPO é vinculada a Central de Transplantes do Paraná.

A marca de 3 mil doações de córnea é uma conquista significativa para o Banco de Olhos (BOL), reflexo do compromisso, esforço e articulação do HU-UEL, onde o BOL está inserido, junto com os hospitais da região. “Estar nesse lindo trabalho permite testemunhar como uma doação pode transformar, restabelecer uma vida, a volta da visão e da qualidade de vida de tantas pessoas”, observa Ana Paula Oguido, responsável médica técnica do BOL.

A superintendente do HU-UEL, Iara Secco, celebrou a conquista e expressou gratidão a todos os envolvidos. “A doação de córneas ilumina a vida de muitas pessoas e coroa o grandioso trabalho da equipe do BOL. É o momento, também de agradecer às famílias doadoras que possibilitaram a realização deste trabalho”, destaca.

Segundo Ana Paula, cerca de 1.800 pessoas aguardam uma córnea no Paraná, e mais de 32 mil no Brasil. “Cada doação é dar a oportunidade das famílias realizarem esse maior ato de amor, porque realmente doar um órgão ou tecido salva vidas”, disse.

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O Banco de Olhos, com 14 anos de atuação e o único público no Estado integrado ao Sistema Nacional de Transplantes (SNT), vem se consolidando como uma referência nacional. Abrange toda a Macrorregião Norte do Paraná, composta por cinco Regionais de Saúde: 16ª, Apucarana; 17ª, Londrina; 18ª, Cornélio Procópio; 19ª, Jacarezinho e 22ª Ivaiporã.

RECONHECIMENTO – No mês passado, marcado pela campanha Setembro Verde, voltada à conscientização e incentivo à doação de órgãos, o HU-UEL conquistou o 1º lugar em três categorias avaliadas pela Organização de Procura de Órgãos (OPO) da Macrorregional Norte: Hospital Notificador de Morte Encefálica no Estado do Paraná; Hospital com mais Doações de Órgãos e Tecidos em Doadores em Morte Encefálica da Macrorregional Norte; e Ausência de Escapes de Possíveis Doadores de Tecidos Oculares.

Além destas, ficou em segundo lugar em “Hospital com Coordenação CIHDOTT Presente nas 24H/dia na Condução de Processos de Morte Encefálica”. As premiações são referentes aos resultados de 2024.

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Por trás destas conquistas está o trabalho de uma equipe multiprofissional formada por médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas e outros profissionais que atuam em protocolos de Morte Encefálica (ME) e Parada Cardiorrespiratória (PCR), sempre dentro de
parâmetros éticos e legais, garantindo acolhimento aos familiares e agilidade ao processo.

Para a coordenadora da CIHDOTT, Caroline Marchi, esta conquista é fruto do empenho e dedicação de cada membro da equipe e do apoio fundamental da direção do Hospital. “O resultado é reflexo de um trabalho realizado com compromisso e humanidade que pode transformar dor em esperança e salvar muitas vidas”, afirma.

NÚMEROS – No HU-UEL, em 2024 foram realizados 109 protocolos de morte encefálica, com 57 casos viáveis para doação e 40 efetivados, além de 17 recusas e 45 contraindicações. Já em 2025, até o momento, foram 60 notificações, resultando em 23 doações confirmadas.

As conquistas reforçam o compromisso do HU com a doação de órgãos e tecidos, transformando solidariedade em esperança e reafirmando o hospital como referência humanizada em saúde pública.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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