Paraná
Governo reforça integração com municípios para cooperação na gestão de resíduos sólidos
O Governo do Paraná reforça ações de integração, cooperação e concretização de soluções e alternativas para gestão de resíduos sólidos urbanos do Paraná. Nesta terça-feira 02), profissionais da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável (Sedest) se reuniram virtualmente com representantes do grupo R-20. Criado pelo Decreto Estadual número 8656/2013 e a Resolução Sema 070/2015, o grupo tem o propósito de agrupar os municípios em regiões para atuarem associadamente na gestão adequada dos resíduos sólidos. O Estado ficou dividido em 20 regiões, como o próprio nome do grupo sugere.
Além de manifestarem as demandas locais, ficou acordado que os municípios devem responder um formulário online até o próximo dia 17 de maio com informações que quantifiquem as necessidades regionais em relação a resíduos sólidos urbanos. Essas informações servirão como diagnóstico para ações de apoio que a Sedest pretende realizar, a fim de que se possa alcançar a meta de zerar os lixões no Paraná até agosto de 2024.
Uma reunião presencial com todos os municípios representados pelo R-20 deverá ser realizada no início do segundo semestre para dar continuidade aos trabalhos.
No encontro, o secretário do Desenvolvimento Sustentável, Valdemar Bernardo Jorge, reiterou a necessidade desse diálogo para que o Paraná possa ter uma economia verdadeiramente circular – que alia desenvolvimento econômico a ações de sustentabilidade. “Queremos que o Paraná seja exemplo em economia verde, sustentável, inclusiva, por isso essa integração com os municípios por meio do R-20 é fundamental para tratarmos adequadamente a questão dos resíduos sólidos urbanos”, afirmou.
Os representantes dos municípios expuseram suas preocupações em relação a alguns resíduos específicos e que cidades menores encontram dificuldade em dar uma destinação correta dentro dos programas de logística reversa existentes. Entre os desafios, segundo eles, está o baixo valor recebido pelas cooperativas e associações em relação a alguns materiais e a dificuldade de coleta o volume deste é baixo.
COMPARTILHAR – A continuidade do R-20 é fundamental para que o Paraná possa encontrar e compartilhar soluções inovadoras para resíduos sólidos, reiterou o 1º Secretário Executivo do Grupo, Marcos José Chaves, que representa a região 8 – de Marechal Cândido Rondon (Oeste). “A representatividade municipal é uma das nossas maiores forças. Queremos garantias para a continuidade do nosso trabalho e a Sedest é nosso apoio e nosso interlocutor com o governo estadual e também com o setor de logística reversa”, afirmou Chaves.
PARTICIPANTES – Participaram da reunião pela Sedest, além da equipe técnica, a diretora geral Louise Garnica, o diretor de Economia Sustentável, Gabriel Schuhli; o coordenador de Gestão Territorial e Resíduos Sólidos, Fernando Ferraz; e Victor Fucci da Divisão de Resíduos Sólidos.
Comissão do Grupo R-20: 1° Secretário Executivo: Marcos José Chaves – Mal. Cândido Rondon (Região 08); Ana Carolina Bertolaccini – Santa Mariana (Norte, Região 06); Marilete Chiarelotto – Marmeleiro (Sudoeste, Região 15); Clair Antonelo – Dois Vizinhos (Sudoeste, Região 10); Débora Aparecida de Oliveira – Quedas do Iguaçu (Centro-Sul, Região 09); Angélica Pereira Favorito – Novo Itacolomi (Vale do Ivaí, Região 04); Raíssa Martins Amadeo – Nova Esperança (Noroeste, Região 03).
Equipe Técnica Sedest: Vitor Rodrigo de Moraes; Reginaldo Joaquim de Souza; Nara Lucia da Silva; Jonar Johannes Roth; Marcio Luiz Moro; Brandon Harrison Guerber Telles; Vitor Hugo Oligini Wessling; e Laerty Dudas.
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
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