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Paraná

Governo lança edital para conservação de estradas rurais na Lapa e Mallet

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A secretaria estadual de Infraestrutura e Logística (SEIL), por meio do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), publicou edital para licitação e contratação de serviços de conservação na PR-281, entre Mallet e o distrito de Fluviópolis, em São Mateus do Sul, no Centro-Sul, e na PR-433, na Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba.

Somando os dois trechos das rodovias estaduais, serão atendidos 88,42 quilômetros. Estão previstos patrolamento e regularização de leito, escavação de vala lateral, escavação para saídas de água, instalação de bueiro e caixa de retenção e reaterro, além da escarificaçação, conformação e compactação do subleito, entre outros.

O Governo do Paraná prevê um investimento em torno de R$ 20.406.193,86, valor máximo para o envio das propostas. O prazo para execução dos serviços será de dois anos, contados a partir da emissão da ordem de serviço. 

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A disputa ocorrerá pela modalidade Pregão Eletrônico. Neste modelo, as participantes disputam a licitação entre si, com ofertas de preço cada vez menores, até uma delas ser declarada arrematante. A sessão está marcada para 18 de maio, às 10 horas, através do Portal de Compras do Governo Federal, disponível neste LINK.

A conservação das estradas não pavimentadas impacta diretamente na qualidade de vida da população que vive na zona rural, melhorando o deslocamento e acesso aos serviços essenciais como saúde, educação, cultura e lazer.

Outro fator importante é o quesito econômico para os pequenos produtores, facilitando o transporte de carga e diminuindo os custos para deslocamento até os principais centros urbanos. As regiões são fortes na produção de soja para exportação, além do abastecimento de milho, feijão, uva e erva-mate.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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