Paraná
Governo investe R$ 29 milhões em novas bolsas de iniciação científica e extensão
O Governo do Estado, por meio da Fundação Araucária e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), lançou nesta semana três chamadas públicas de iniciação científica e extensão universitária que disponibilizarão até 3.470 bolsas. O investimento é de R$ 29 milhões.
Os Programas de Bolsas de Iniciação Científica e Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBIC e PIBIT), de Apoio à Inclusão Social Pesquisa e Extensão Universitária (PIBIS) e de Extensão Universitária (PIBEX) financiarão bolsas no valor, já reajustado, de R$ 700 mensais pelo período de até 12 meses. O PIBIC-PIBIT ofertará até 1.870 bolsas, um investimento que pode somar R$ 15,7 milhões. O PIBIS disponibilizará até 1.100 bolsas, totalizando até R$ 9,2 milhões, e o PIBEX até 500 bolsas com investimento de até R$ 4,1 milhões.
“Temos o dever de apoiar as novas gerações de pesquisadores para que, futuramente, fortaleçam ainda mais o já robusto sistema de ciência, tecnologia e inovação que temos no Paraná. Os novos valores de bolsas demonstram também o reconhecimento do Governo do Estado aos estudantes das nossas instituições”, afirmou o presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig.
“São chamadas públicas extremamente importantes voltadas à formação inicial de pesquisadores e extensionistas, o que faz grande diferença para o Estado assegurando que o Paraná possa continuar ocupando local de destaque no cenário nacional em termos de produção do conhecimento e de inserção regional das nossas universidades”, ressaltou o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) Aldo Bona.
Para o presidente da Associação Paranaense das Instituições de Ensino Superior Público (Apiesp) e reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Miguel Sanches Neto, a concessão das novas bolsas demonstra o compromisso com a formação de novos pesquisadores. “Este é um compromisso que orgulha o Estado do Paraná e as universidades estaduais porque mostra que estamos, enquanto Estado e enquanto Fundação de Apoio à Pesquisa, na dianteira do desenvolvimento socioeconômico e cultural do nosso País”, destacou.
PROGRAMAS – O PIBIC-PIBIT visa incentivar a participação de alunos de graduação no desenvolvimento de atividades de pesquisa científica, tecnológica ou de inovação, por meio da concessão de bolsas a estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação das instituições de ensino superior do Paraná para o desenvolvimento de atividades vinculadas à pesquisa científica, tecnológica ou de inovação.
Já o PIBIS busca incentivar ações de mobilização e sensibilização das instituições de ciência e tecnologia em políticas de inclusão social para a produção e difusão do conhecimento, facilitando o acesso e permanência de estudantes oriundos de escolas públicas nas instituições que adotam sistema de cotas sociais no vestibular.
São considerados oriundos de escolas públicas os alunos que tenham cursado, no mínimo, duas das últimas quatro séries do ensino fundamental e todas as séries do ensino médio em escola pública municipal, estadual ou federal. É possível a exceção de um ano letivo (3º ano do ensino médio) cursado em escola particular, além de não possuírem nenhum curso superior concluído.
Ele tem como objetivo incentivar a formação de recursos humanos para a pesquisa e a extensão universitárias, direcionadas a temas de interesse social. Também visa favorecer o acesso e a integração dos estudantes ingressantes no ensino superior por meio do sistema de cotas sociais à cultura acadêmica.
O Programa de Bolsas de Extensão Universitária (PIBEX) tem como meta incentivar a participação de alunos de graduação no desenvolvimento de atividades de extensão universitária por meio da concessão de bolsas a alunos regularmente matriculados em cursos de graduação das instituições de ensino superior do Paraná para desenvolvimento de atividades vinculadas à extensão universitária.
As Chamadas Públicas podem ser acessadas no site da Fundação Araucária (AQUI).
Fonte: Governo PR
Paraná
Portos do Paraná batem recorde de exportações com contêineres com 1,6 milhão de TEUs em 2025
O recorde de movimentação de 73,5 milhões de toneladas em 2025 nos portos paranaenses tiveram o impulso também das cargas conteinerizadas, que alcançaram o maior volume da história no ano passado. Ao todo, foram movimentados 1.662.370 TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés, ou seis metros de comprimento). O aumento representa 7% a mais do que em 2024, quando o terminal chegou a 1,5 milhão de TEUs.
Grande parte dos contêineres que saem de Paranaguá é refrigerada. O porto é o maior corredor de exportação de proteína animal congelada do Brasil, responsável por 34% do mercado. E é o maior corredor de exportação de carne de frango do planeta. Em 2025, o terminal embarcou 2,8 milhões de toneladas do produto, o mesmo volume registrado em 2024.
O foco de gripe aviária registrado no mês de maio no Rio Grande do Sul, que interrompeu as exportações para alguns países durante parte do ano, foi um dos fatores que impediu a expansão programada para o ano.
A carne bovina foi o grande destaque do período, com a segunda maior remessa embarcada para outros países. Ao todo, foram exportadas 1,2 milhão de toneladas, crescimento de 46,5%. Grande parte da produção teve origem em outros estados brasileiros, inclusive da Região Norte, que optaram pelo Porto de Paranaguá devido à sua eficiência logística.
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NOVOS INVESTIMENTOS – O potencial de produtividade da Portos do Paraná será ampliado ainda mais em curto prazo. Até fevereiro, será concluída a maior obra pública portuária do Brasil: o Moegão, que já ultrapassou 80% de execução.
O Governo do Estado do Paraná, por meio da Portos do Paraná, está investindo mais de R$ 650 milhões no complexo de recepção de cargas pelo modal ferroviário. Após a conclusão, o Moegão poderá receber até 24 milhões de toneladas de grãos e farelos por ano, atendendo os terminais do Corredor de Exportação Leste (Corex).
Em breve, será iniciada a construção do Píer em “T”, cuja primeira fase está orçada em R$ 1,2 bilhão. A estrutura vai dinamizar o Corredor de Exportação Leste, com quatro novos berços de atracação equipados com o sistema de carregamento mais rápido do mundo. A segunda fase contará com aporte adicional de R$ 1 bilhão, representando o primeiro investimento do Governo do Estado na área portuária em mais de 50 anos.
Outra novidade será o Píer em “F”, que conectará os terminais do novo Corredor Oeste. Também está prevista a expansão do píer de líquidos, com a interligação dos terminais que operam esse tipo de carga.
Esses investimentos são resultado dos nove leilões realizados desde 2019 em áreas portuárias do litoral paranaense, que permitirão a ampliação e modernização do Porto de Paranaguá. Com a regularização total das áreas, denominadas PARs do complexo portuário, destinadas à exploração privada, a Portos do Paraná garantiu R$ 5,1 bilhões, incluindo a concessão do canal de acesso.
O prazo para a conclusão de todos os investimentos previstos nos editais varia de cinco a sete anos, de acordo com as especificidades de cada contrato, contados a partir da assinatura definitiva das concessões.
Fonte: Governo PR
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