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Governo inaugura reforma pós-vendaval e investe para ampliar atendimento da Unioeste

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), entregou nesta sexta-feira (7) a reconstrução de espaços na Universidade Estadual de Oeste do Paraná (Unioeste), em Foz do Iguaçu. Os ambientes passaram por obras depois que um vendaval atingiu a instituição, em 2021, e provocou estragos em diversos locais do câmpus. Foram investidos aproximadamente R$ 1,79 milhão com recursos da Seti, da Defesa Civil e da própria universidade.

Foram entregues reformas do bloco de salas de aula, refeitório, passarelas, biblioteca, laboratório de enfermagem e restaurante universitário. Além de Foz, houve repassados de recursos também para os câmpus de Toledo e Marechal Cândido Rondon e anunciada a implantação da primeira usina fotovoltaica da Unioeste.

No câmpus de Toledo da Unioeste, foi inaugurado na quinta-feira (6) o Auditório A3. O prédio tem capacidade para 180 pessoas e área de 366 metros quadrados. Com o novo espaço, o centro de eventos da universidade, que conta com teatro e demais auditórios, amplia a capacidade para a realização de encontros acadêmicos e culturais.

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O secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona, explica que a comunidade acadêmica é valorizada com o novo ambiente. “De nossa parte, é uma satisfação poder ver que as ações que fazemos repercutem em resultados positivos. Vivenciar a entrega deste espaço para a comunidade acadêmica e da região atende aquilo que tem sido uma orientação constante do governador Ratinho Junior, de que as universidades estejam abertas, cada vez mais, para atender as demandas da sociedade e, para isso, os espaços são fundamentais”, afirmou.

Também foram repassados recursos R$ 549.600 da Seti para o Centro de Referência em Nutrição e Piscicultura (Cernupi) e R$ 200 mil para a instalação de elevadores de acessibilidade nos blocos da Unioeste em Toledo.

Em Marechal Cândido Rondon foi inaugurada, também na quinta-feira (6), a academia escola do câmpus do município. O espaço possui área de mais 630 metros quadrados e atende diretamente o curso de Educação Física, principalmente nas atividades de extensão junto à comunidade. O investimento do Governo do Estado passou de R$ 300 mil, por meio da Seti.

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O reitor da Unioeste, Alexandre Webber, explica que a aplicação dos recursos possibilita o treinamento de atletas de alto nível. “Esses investimentos melhoram a qualidade de vida aqui e a relação com a sociedade. O curso de Educação Física de Marechal Cândido Rondon é referência nacional. Temos atletas que vão participar de campeonatos no mundo inteiro. Ter um espaço qualificado para atender esses acadêmicos, e aberto a toda comunidade, só fortalece nosso curso de Educação Física”, completou.

Durante o evento de inauguração em Marechal Cândido Rondon, o governo liberou R$ 450 mil para investimentos e melhoria de dois laboratórios da instituição. Houve ainda a entrega de um ônibus para a comunidade acadêmica e a inauguração do Laboratório de Apicultura depois da reforma do telhado do prédio.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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