Brasil
Governo Federal promove novo debate sobre logística no Nordeste durante encontro nesta terça-feira (14)
O Governo Federal realiza nesta terça-feira (14), em Fortaleza (CE), o sexto encontro da série “Logística no Brasil”, iniciativa que visa debater aprimoramentos para a elaboração do Plano Nacional de Logística (PNL) 2050. O PNL 2050 é um instrumento estratégico que orientará políticas e investimentos em infraestrutura logística nos próximos anos.
O secretário-executivo do Ministério dos Transportes, George Santoro; o subsecretário de sustentabilidade, Cloves Benevides; e o presidente da Infra S.A., Jorge Bastos, estarão presentes para discutir, junto a especialistas e representantes do setor produtivo, propostas para reduzir os gargalos logísticos no Nordeste, fomentar o desenvolvimento regional e otimizar o aproveitamento das cadeias produtivas locais.
O propósito central da iniciativa é tornar mais assertiva a construção do plano, estimulando a multimodalidade, reduzindo obstáculos ao escoamento da produção e fortalecendo a integração entre os diferentes modos de transporte de forma sustentável. Realizados em parceria com a Infra S.A., os encontros sobre o PNL 2050 já passaram por Porto Alegre, Brasília, São Paulo, Curitiba e Cuiabá. Até o final do ano, outras quatro capitais receberão os debates. O plano será lançado em dezembro deste ano.
Cobertura de imprensa
Profissionais interessados em cobrir o evento devem se credenciar pelos seguintes e-mails:
[email protected] / [email protected]
O debate será transmitido ao vivo pelo canal do Ministério dos Transportes no YouTube.
Serviço
Série de debates – Logística no Brasil
Data: Terça-feira, 14 de outubro
Horário: 9h
Local: Hotel Vila Galé – Av. Dioguinho, 4189 – Praia do Futuro, Fortaleza (CE)
Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes
Fonte: Ministério dos Transportes
Brasil
Dia Internacional de Combate à Pirataria alerta para relação entre mercados ilícitos e crime organizado
Brasília, 10/6/2026 – O Dia Internacional de Combate à Pirataria, celebrado em 10 de junho, chama atenção para os impactos da comercialização de produtos falsificados, do contrabando e de outras práticas ilegais que violam a propriedade intelectual.
A pirataria movimenta recursos que podem financiar organizações criminosas envolvidas em atividades como contrabando, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e outros delitos. Por isso, a compra de produtos falsificados não é uma prática sem consequências e pode contribuir para a manutenção de redes ilícitas que atuam fora dos mecanismos de controle do Estado.
Além dos impactos econômicos, produtos falsificados podem representar riscos à saúde e à segurança dos consumidores. Como não passam por processos regulares de fiscalização e controle de qualidade, esses itens podem apresentar falhas de fabricação, composição inadequada e descumprimento de requisitos técnicos exigidos pela legislação. Medicamentos, cosméticos, bebidas, eletrônicos, peças automotivas, roupas e acessórios estão entre os produtos frequentemente alvo de falsificação.
No Brasil, as ações de enfrentamento à pirataria são coordenadas pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O Conselho atua na articulação entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil para fortalecer ações de fiscalização, prevenção, capacitação e conscientização.
As iniciativas integram a Política Nacional de Combate à Pirataria (PNCP), que reúne ações voltadas à proteção da propriedade intelectual, ao enfrentamento dos mercados ilícitos e ao fortalecimento da cooperação entre os setores público e privado.
A orientação aos consumidores é comprar produtos em estabelecimentos regulares, verificar a procedência das mercadorias, exigir nota fiscal e desconfiar de preços incompatíveis com os praticados no mercado. Denúncias sobre a comercialização de produtos falsificados também auxiliam o trabalho dos órgãos responsáveis pela fiscalização e repressão dessas práticas.
O combate à pirataria depende da atuação coordenada do poder público, do setor produtivo e da sociedade. A conscientização dos consumidores contribui para reduzir a circulação de produtos ilegais, fortalecer a economia formal e dificultar o financiamento de atividades criminosas.
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