Connect with us


Paraná

Governo do Estado amplia prazo de concurso para escolher mascote da Ponte de Guaratuba

Publicado em

As secretarias de Infraestrutura e Logística e Comunicação e o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) relançaram o edital do Concurso Cultural para Escolha do Mascote da Ponte de Guaratuba. O objetivo é ampliar a participação do público na escolha final e aumentar o prazo para participação. Serão premiadas duas categorias: melhor imagem/desenho e melhor nome para o mascote, com um mesmo participante podendo vencer ambas.

Interessados devem elaborar uma imagem ou desenho de mascote que possua relação com a obra de construção da Ponte de Guaratuba e enviar o conteúdo para o e-mail [email protected], em formato digital JPEG ou PNG, com tamanho mínimo de 1080 x 1080 pixels. O mascote deve ser apresentado com um nome escolhido por seu autor.

Pode participar do concurso qualquer pessoa maior de 12 anos, com autorização dos pais no caso de menores de idade, estando restrito o envio de apenas um mascote por participante. O prazo para envio agora é até 26 de junho.

Leia mais:  Museus e Biblioteca têm agenda especial sobre a Consciência Negra; veja a programação

Todos os materiais enviados de acordo com as regras do concurso serão avaliados por comissão julgadora composta por integrantes da Seil, Secom e Secretaria da Educação, que selecionarão três trabalhos de cada categoria.

Na categoria melhor imagem/desenho, os três melhores serão submetidos à votação do público em geral, por meio de sistema eletrônico que será divulgado posteriormente. O melhor nome será escolhido pela comissão julgadora, após definido o mascote vencedor.

O melhor mascote receberá como premiação o valor de R$ 3 mil e o melhor nome, R$ 1 mil. Os dois terão um certificado e uma visita ao local da obra.

O objetivo é despertar interesse e curiosidade da sociedade sobre a obra de construção da ponte, com o mascote escolhido sendo utilizado em eventos, materiais de divulgação e, principalmente, em ações dos programas ambientais e junto às comunidade locais.

O edital do concurso e demais informações estão disponíveis no portal do DER/PR. Interessados devem ler atentamente as regras antes de enviar o seu trabalho.

Leia mais:  Veteranos do Verão Maior, Gustavo Toledo & Gabriel fazem a festa em Porto São José

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

Monitoramento no Porto de Paranaguá registra quase 25 mil aves e reforça conservação no Litoral

Published

on

O equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental segue como prioridade nas ações da Portos do Paraná. Prova disso são os resultados atualizados do Programa de Monitoramento da Avifauna nos primeiros nove meses de 2026, que contabilizou a presença de 24.941 indivíduos pertencentes a 149 espécies de aves na região portuária. O levantamento funciona como um indicador da saúde ecológica do Litoral paranaense diante das atividades portuárias.

Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná, destaca que a eficiência logística do Estado caminha lado a lado com a responsabilidade socioambiental. “Nossos programas voltados à preservação do meio ambiente são reconhecidos internacionalmente. Somos o único porto do mundo convidado pela ONU a participar, desde 2019, das edições da COP. E no próximo mês estaremos presentes novamente na COP31, na Turquia.”

O monitoramento ocorre de forma ininterrupta desde 2016. Os biólogos realizam censos mensais que combinam caminhadas terrestres e um transecto embarcado, percurso de barco que se estende desde Pontal do Sul, na Ilha do Mel, até o município de Antonina.

De acordo com o biólogo Elliezer Correia, responsável pela execução do programa, o grupo das aves é estratégico para a conservação por funcionar como um indicador biológico imediato. “A comunidade de avifauna é bem diversa e serve como o que podemos chamar de sentinelas ambientais. As aves respondem muito mais rápido às alterações do ambiente do que outros grupos. Se houver qualquer acidente ou derramamento de óleo no entorno do porto que ninguém tenha visto, as aves que se alimentam nos baixios serão as primeiras a sofrer. Quando a contagem mensal aponta uma diminuição abrupta na riqueza ou abundância de uma espécie, acende-se um alerta de que algo está errado no ecossistema”, explica Elliezer.

Leia mais:  Veteranos do Verão Maior, Gustavo Toledo & Gabriel fazem a festa em Porto São José

DIVERSIDADES E ABUNDÂNCIA DE ESPÉCIES – Os dados coletados entre janeiro e setembro de 2026 reforçam a alta diversidade biológica da área monitorada. A ordem dos Passeriformes, que engloba aves continentais e de mangue, manteve a liderança em diversidade, com 66 espécies registradas. Em seguida, destacam-se os Charadriiformes, representados por 19 espécies de aves de praias e lodaçais, e os Pelecaniformes, grupo que inclui garças e espécies afins, que somaram 12 espécies no período.

Em relação à abundância no semestre, a espécie mais numerosa foi o biguá (Nannopterum brasilianum), com 8.495 indivíduos observados. A segunda colocação ficou com o urubu-preto (Coragyps atratus), com 1.955 indivíduos, seguido pelo trinta-réis-de-bando (Thalasseus acuflavidus), que contabilizou 1.733 indivíduos.

“O biguá é historicamente a espécie mais abundante no nosso monitoramento, somando mais de 60 mil registros desde 2016. Como eles formam grandes bandos e são fáceis de identificar, é comum registrarmos mais de mil indivíduos em uma única campanha embarcada”, detalha o biólogo.

HISTÓRICO E DESTAQUE CONSERVACIONISTA – Além de acompanhar as espécies mais frequentes, o programa monitora aves raras ou de passagem, influenciadas pelos ciclos migratórios. Um dos principais destaques do levantamento contínuo iniciado em 2016 é o guará, ave de grande importância para a conservação que estava praticamente ausente no início das pesquisas e passou a apresentar aumento gradual de abundância nos últimos anos.

Leia mais:  Com modernização da PR-170, Ratinho Junior anuncia mais R$ 45,9 milhões para Bituruna

“O guará passou muito tempo sumido da região. No início do programa, em 2016, quase não tínhamos registros dele. Nos últimos anos, percebemos um aumento gradual na sua abundância. Sua volta está ligada a fatores como a preservação dos manguezais para nidificação e a conscientização contra a caça”, conclui Elliezer Correia.

Os dados acumulados ao longo desta década de censos mensais servem de base técnica para que o Porto de Paranaguá continue desenvolvendo planos de recuperação ambiental e medidas mitigadoras, contribuindo para que a infraestrutura portuária paranaense cresça em harmonia com a natureza.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262