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Educação

Governo cria mais de 6 mil cargos em instituições federais de ensino

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O Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicaram, nesta quarta-feira, 15 de outubro, a Portaria Conjunta MGI/MEC nº 70/2025, que amplia o número de cargos de professores e técnicos-administrativos em instituições federais de ensino superior. A medida cria 6.737 cargos, fortalecendo o quadro de pessoal das instituições e assegurando suporte à expansão e à modernização da rede federal de ensino superior. O ato foi assinado pela ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, e pelo ministro da Educação, Camilo Santana.    

O reforço de pessoal nas instituições federais tem caminhado lado a lado com outras ações estruturantes implementadas desde o início de 2023 pelo Governo do Brasil, como a reestruturação das carreiras de docentes e técnicos; a ampliação dos recursos orçamentários destinados às universidades e aos institutos federais; o programa de expansão dos institutos federais, que prevê mais de 100 novos campi em todo o país; e a política de valorização da educação pública como instrumento de inclusão e desenvolvimento regional.    

“Mais vagas para professores e técnicos nas nossas instituições federais de ensino em todo o país! Em julho, já havíamos criado 4.500 vagas para os nossos institutos federais e seguiremos trabalhando para consolidar e expandir a nossa rede. Isso mostra que o governo do presidente Lula está do lado da juventude, da Educação, e do povo brasileiro”, destacou o ministro da Educação, Camilo Santana.   

“Contando com essa autorização de mais de 6.700 profissionais para as universidades ao redor de todo o Brasil, já autorizamos, no total, cerca de 15 mil novas vagas para as instituições federais de ensino, desde o início do governo Lula 3. Esse reforço mostra o compromisso do governo com a educação e com a formação dos nossos jovens para empregos qualificados”, afirma a ministra Esther Dweck.    

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Eixos de expansão – A nova portaria estabelece três eixos principais de expansão. O primeiro é a formação do Banco de Professor-Equivalente do Magistério Superior, ampliado em 1.206 cargos, sendo 1.005 cargos efetivos de professor do Magistério Superior e 201 cargos equivalentes para contratação de professores substitutos e visitantes. Essas vagas se somam aos bancos de docentes já existentes em 69 universidades federais, reforçando áreas estratégicas como engenharia, saúde, tecnologia e formação docente.    

O segundo eixo é o Banco de Professor-Equivalente da Carreira do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT). Serão 265 cargos adicionais, distribuídos entre 217 cargos efetivos de professores EBTT e 48 cargos equivalentes para substitutos e visitantes. Esses profissionais atenderão às escolas técnicas vinculadas às universidades federais, fortalecendo e ampliando a oferta de cursos técnicos e superiores de tecnologia.    

Já o terceiro eixo é a Atualização dos Cargos Técnico-Administrativos. A portaria também atualiza o Quadro de Referência dos Servidores Técnico-Administrativos das universidades federais, modernizando o perfil funcional dessas instituições. Foram transformados 7.860 cargos vagos da Classe C em 5.266 novos cargos, sendo 2.113 da Classe D (nível intermediário) e 3.153 da Classe E (nível superior). Com isso, a estrutura administrativa das universidades se torna mais alinhada às demandas atuais de gestão, tecnologia e serviços à comunidade acadêmica.    

A distribuição das novas vagas foi realizada conforme as necessidades de cada instituição e critérios técnicos definidos em conjunto pelo MEC e MGI, observando indicadores de expansão, número de matrículas, produção científica e capacidade de gestão.    

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Ampliação de cargos – A criação de novos cargos nas instituições federais de ensino se soma a um conjunto de portarias conjuntas editadas desde 2023 pelo MEC e MGI, que vêm ampliando e reestruturando, de forma articulada, os quadros das universidades e institutos federais em todo o país.    

O processo teve início em julho de 2023, com a publicação das Portarias Conjuntas nº 28 e nº 29, que criaram novos cargos voltados às universidades e ampliaram o quadro de pessoal dos institutos federais. Em fevereiro de 2024, a Portaria Conjunta MGI/MEC nº 8/2024 reforçou o corpo docente das universidades, garantindo melhores condições para o ensino, a pesquisa e a extensão. Já em junho de 2025, a Portaria Conjunta MGI/MEC nº 45/2025 ampliou o banco de professores da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Agora, com a Portaria Conjunta MGI/MEC nº 70, o governo amplia o quadro de professores e técnicos-administrativos das universidades federais e atualiza a estrutura técnica das instituições.    

Com essas cinco normativas, desde 2023, o Governo do Brasil já criou cerca de 15 mil novas vagas para universidades e institutos federais, consolidando o compromisso do Estado brasileiro com a expansão da educação pública e com o fortalecimento da educação superior e profissional e tecnológica em todo o território nacional.  

  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do MGI 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Aberta adesão à Comunidade Nacional da Primeira Infância

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O Ministério da Educação (MEC) iniciou o processo de formação da Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. Os municípios, estados e o Distrito Federal podem assinar o termo de adesão até 31 de julho. Já o prazo para indicar os representantes vai até 15 de agosto. A iniciativa é coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), com a finalidade de fortalecer a implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) em todo o país. 

Instituída pela Portaria nº 540/2026, a comunidade é composta por gestores públicos indicados pelos entes federados e prioriza profissionais que atuam na liderança e coordenação estratégica das políticas públicas destinadas a bebês e crianças de até seis anos de idade. A participação permite aos entes federados integrarem uma rede de cooperação federativa voltada ao desenvolvimento de capacidades institucionais, à troca de experiências e ao aprimoramento das iniciativas. 

Entre os objetivos, a rede nacional de gestores visa fortalecer as capacidades institucionais dos entes federados para planejar, executar, monitorar e avaliar políticas públicas voltadas à primeira infância. A proposta também prevê a difusão de informações, ferramentas e conhecimentos técnicos que apoiem a gestão integrada e o aprimoramento contínuo das ações destinadas à primeira infância. 

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Outra finalidade é estimular a cooperação entre os entes, promovendo uma governança mais articulada e intersetorial. A iniciativa ainda contribui para a formação de lideranças e o desenvolvimento das capacidades técnicas dos gestores. 

Eixos – A Comunidade está estruturada em dois eixos principais. O primeiro consiste na “Pactuação e Articulação Federativa”, que prevê a realização de oficinas, encontros técnicos e seminários para o estudo, a análise e a discussão de iniciativas, projetos e programas voltados à primeira infância, além de incentivar a cooperação entre os entes federativos para o aprimoramento contínuo das políticas públicas. 

Já o eixo de “Desenvolvimento de Capacidades Institucionais” contempla a criação de instrumentos de ação pública, protocolos, sistemas de informação, monitoramento e avaliação, bem como a oferta de ações formativas e estratégias voltadas ao fortalecimento das capacidades individuais e coletivas de gestão pública para a primeira infância. 

Orientações para adesão: 

Municípios: 

  1. Prefeitos(as) devem acessar o Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec) e assinar o Termo de Adesão. 
  2. No Simec, indicar os representantes titulares e suplentes do município, observando os quantitativos fixados na portaria: 
  • municípios com população de até 20 mil habitantes: indicar um gestor titular e respectivo suplente;   
  • municípios com população superior a 20 mil e até 100 mil habitantes: indicar até dois gestores titulares e respectivos suplentes;   
  • municípios com população superior a 100 mil habitantes: indicar até três gestores titulares e respectivos suplentes. 
  1. Finalizar o cadastro no Simec clicando em “Enviar para análise do MEC”. 
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Estados e Distrito Federal: 

  1. Assinar o Termo de Adesão enviado por e-mail para os gabinetes dos governadores. 
  2. Reunir informações solicitadas via e-mail para o cadastro de dois representantes do estado na Comunidade e seus respectivos suplentes. 
  3. Enviar o Termo de Adesão assinado e as informações dos representantes para o e-mail [email protected]

Em caso de dúvidas, o MEC disponibiliza o seguinte e-mail: [email protected]

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SNPPI 

Fonte: Ministério da Educação

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