Paraná
Governador participa da entrega do título de cidadã honorária do Paraná a Cida Borghetti
O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou na noite desta terça-feira (27), na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), da solenidade de entrega do Título de Cidadã Honorária do Estado do Paraná para a ex-governadora Cida Borghetti. A sessão reuniu amigos, familiares, empresários e outras lideranças políticas, além de ex-colegas da homenageada dos tempos de Alep, Câmara Federal, Governo do Estado e Itaipu Binacional.
Concedido pelo Poder Legislativo, o título simbólico de cidadania honorário é uma homenagem que pode ser feita por qualquer cidadão ou instituição e que precisa ser aprovada pela Assembleia Legislativa. Entre os critérios para receber o título, estão a prestação de relevantes serviços à população, a contribuição para o desenvolvimento do Estado e a integração do homenageado à comunidade estadual.
Ratinho Junior elogiou a trajetória pessoal e profissional da ex-governadora e lembrou que os dois atuaram juntos sobre pautas em prol da população paranaense. “A Cida tem uma história de contribuição como deputada estadual, federal e governadora, tendo sido inclusiva a primeira mulher a governar o Estado, e sempre foi e continua sendo muito atuante na vida pública. Tive alegria de ter sido colega dela como deputado e acompanhei de perto a sua trajetória, que é hoje reconhecida pela sua história de defesa dos interesses do Paraná”, declarou o governador.
Cida Borghetti agradeceu aos familiares e amigos que participaram de sua história. “Ter a honra de ter sido a primeira governadora da história do Paraná, em uma trajetória que começou na Assembleia Legislativa como deputada estadual e para onde eu retorno para receber a maior honraria conferida pelo Estado, é uma grande emoção”, disse. “O mais especial foi ter conhecido tantas pessoas boas pelo caminho e ao lado delas demonstrar que é possível avançar com humildade e lisura acima de tudo”.
A proposta de homenagem à ex-governadora partiu do deputado estadual Soldado Adriano José. “Uma honraria mais que merecida por sua brilhante trajetória de realizações em prol do nosso Estado”, afirmou. “Cida desempenhou o cargo de governadora de forma exemplar, com diálogo, ética e transparência. Entrou para a história também como a primeira mulher a governar o Estado. Este título reflete o apreço e admiração conquistados junto à Assembleia e toda nossa população”.
“Ela é uma inspiração para nós mulheres, a primeira a governar o Estado do Paraná, e para os amigos e a família é uma alegria imensa, porque além da vida pública ela é um exemplo de mão, avó”, comentou a deputada estadual e filha Maria Victoria. “Sempre por onde passou Cida se relacionou bem com todos, inclusive com a oposição, seja no Câmara dos Deputados, na Assembleia Legislativa ou no Governo do Estado, tanto é que este prêmio foi aprovado por todos os deputados estaduais”.
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BIOGRAFIA – Nascida na cidade de Caçador, em Santa Catarina, Maria Aparecida Borghetti é formada em Administração Pública pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), com especialização em Políticas Públicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com experiência como empresária e comunicadora, ela se destacou na política em diversos cargos públicos.
O início da sua carreira política foi como militante do então Partido Democrático Cristão (PDS). Depois, presidiu de forma voluntária o Programa do Voluntariado Paranaense (Provopar) de Maringá e, entre 1998 e 2000 atuou como chefe do Escritório de Representação do Paraná em Brasília.
Em 2002, Cida foi eleita deputada estadual, reelegendo-se em 2007 para um segundo mandato. Neste período, foi recordista de leis aprovadas na Alep, com destacada atuação em campanhas de combate ao câncer de mama e na saúde preventiva. Em 2011, foi a mulher mais votada na disputa pela Câmara Federal no Paraná. Em Brasília, presidiu a Comissão que aprovou o Marco Legal da Primeira Infância, a legislação mais avançada no mundo na proteção às crianças de zero a seis anos.
Em 2014, foi eleita vice-governadora junto com o governador Beto Richa e assumiu em 2018 como a primeira chefe do Poder Executivo do Paraná. Em 2019, foi indicada por unanimidade para ser a embaixadora da Organização Mundial da Família na América do Sul e em maio de 2021 foi nomeada como conselheira da Itaipu Binacional.
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PRESENÇAS – Também participaram da solenidade o vice-governador Darci Piana; o presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano; os secretários estaduais da Indústria, Comércio e Serviços, Ricardo Barros; das Cidades, Eduardo Pimentel; o prefeito de Curitiba, Rafael Greca; o prefeito de Maringá, Ulisses Maia; os ex-governadores Orlando Pessutti e Mario Pereira; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), Fábio Camargo; além de diversos deputados estaduais do Paraná.
Fonte: Governo PR
Paraná
Saúde alerta para importância da imunização contra a coqueluche em crianças e gestantes
A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) alerta para a importância da vacinação contra a coqueluche, em especial em gestantes e crianças menores de cinco anos. O índice de cobertura vacinal definido no Plano Nacional de Imunização (PNI) é de 95%. No Paraná, a pentavalente, que tem aplicação em três doses entre os dois e seis meses de vida, registrou 92,92% de cobertura em 2025. A DTP, que é o reforço da vacinação, tem cobertura de 87,45%. Já a dTpa, que deve ser aplicada nas gestantes a partir da 20ª semana de gestação, está com cobertura de 65,85%.
“São vacinas que há anos estão disponíveis pelo SUS e têm contribuído para prevenir a doença e reduzir a mortalidade infantil. Fazemos um apelo para que os responsáveis levem as crianças para vacinar, em especial para as doses de reforço, que estão com adesão mais baixa. E reforçamos o pedido para que as grávidas se imunizem. Isso fará bem para elas, para seguirem saudáveis no período de gestação e também protegendo os bebês”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde do Paraná, Beto Preto.
Em 2024, o Brasil teve um aumento significativo dos casos de coqueluche. No Paraná, foram registrados 2.819 casos com cinco óbitos. Dos casos registrados, 548 foram crianças abaixo dos cinco anos de idade. Dados preliminares de 2025, apontam para uma redução nos casos – até o momento foram 299 casos da doença, sem óbitos.
A coqueluche é uma doença cíclica, podendo ter aumento de casos em intervalos de três a cinco anos, o que reforça a importância da vigilância contínua e do fortalecimento das ações de imunização. A vacina está disponível gratuitamente nas mais de 1.850 salas de vacinação em todo o Estado.
ESQUEMA VACINAL – Para as crianças é recomendada a vacina pentavalente, com três doses. As aplicações ocorrem aos dois, três e seis meses de vida. É preciso ainda dois reforços com a vacina DTP – contra difteria, tétano e coqueluche –, aos 15 meses e aos quatro anos de idade.
Já para as gestantes, a indicação é a vacina dTpa – versão acelular da vacina contra difteria, tétano e coqueluche – a partir da 20ª semana de gestação. A imunização deve ocorrer a cada gestação com o objetivo de fornecer proteção para os recém-nascidos antes de terem idade para receber as doses da pentavalente.
SINTOMAS – A coqueluche é causada pela bactéria Bordetella pertussis e ocasiona infecção respiratória altamente contagiosa. Em determinados casos, pode ocorrer complicações graves, especialmente em crianças menores de seis meses.
Os sintomas são parecidos com o de um resfriado comum, com coriza, tosse seca e febre baixa. Mas a doença pode evoluir para casos mais graves, provocando vômitos, tosse intensa, podendo chegar até a uma parada respiratória.
TRANSMISSÃO E PREVENÇÃO – A coqueluche é transmitida pelas gotículas de saliva liberadas ao tossir, espirrar ou falar, sendo altamente contagiosa. A transmissão ocorre pelo contato próximo e o infectado pode contaminar até 17 pessoas.
O período de contágio começa próximo ao quinto dia após a contaminação e pode durar até a terceira semana de tosse intensa. Ele se encerra após tratamento com antibióticos.
A vacinação é a principal forma de prevenção da doença, além de ações de higiene, como lavar as mãos e evitar o contato com pessoas doentes. Os pacientes contaminados devem ficar em casa, usar máscara para evitar novos contágios.
Fonte: Governo PR
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