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Governador nomeia novos secretários de Cidades, Turismo e Planejamento

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou quinta-feira (30) as nomeações de Fernando Giacobo para a Secretaria de Estado das Cidades (Secid), Luciano Bartolomeu para a Secretaria de Estado do Turismo (Setu) e Clemeson Aparecido da Silva para a Secretaria do Planejamento (SEPL).

Fernando Giacobo é empresário e político. Natural de Pato Branco, ele é formado em Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos e tem trajetória consolidada na Câmara dos Deputados, onde exerce seu sexto mandato como deputado federal. Ao longo da carreira, foi eleito sucessivamente desde 2003.

Também ocupou funções de destaque na Mesa Diretora da Câmara, como 2º vice-presidente no biênio 2015-2017 e 1º secretário entre 2017 e 2019. Mais recentemente, exerceu a liderança da Minoria no Congresso Nacional, ampliando sua atuação na articulação política em nível federal.

À frente da Secretaria das Cidades, Giacobo terá a missão de dar continuidade às políticas de parceria com os municípios para investimentos em infraestrutura urbana. Um dos principais programas é o Asfalto Novo, Vida Nova, que já ultrapassa 550 quilômetros de vias pavimentadas e R$ 1,3 bilhão em investimentos, com mais de 3,5 mil ruas atendidas em cidades de todas as regiões.

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Luciano Bartolomeu tem atuação voltada à gestão estratégica do setor de alimentação fora do lar. Graduado pela Universidade Positivo, exerce atualmente a função de diretor-executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Paraná (Abrasel-PR), onde coordena a equipe administrativa e executiva da entidade.

Sua trajetória inclui experiência em consultoria e participação ativa na representação institucional do segmento, com presença em eventos e iniciativas voltadas ao fortalecimento do turismo no Estado, além de atuação em projetos de desenvolvimento e relacionamento com associados.

Na Secretaria do Turismo, Bartolomeu assume com o desafio de ampliar as políticas de fomento ao setor e fortalecer a atração de visitantes. O Paraná alcançou em 2025 o maior número de turistas internacionais da sua história, com mais de 1,06 milhão de visitantes, crescimento de 5,4% em relação ao recorde anterior, de 2019, e de 16,6% na comparação com 2024, reforçando o potencial de expansão da atividade no Estado.

Novo secretário do Planejamento, Clemeson Aparecido da Silva é advogado formado pelo CESCAGE (Centro Educacional dos Campos Gerais) em 2010, com especialização em Direito Processual Civil pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Sua experiência profissional abrange a advocacia nas áreas trabalhista, cível e criminal, com especial ênfase em Justiça do Trabalho e Direito do Consumidor, além de assessoria parlamentar, na Câmara Municipal de Ponta Grossa (2006–2008), e docência universitária. Com perfil de liderança institucional e atuação social, foi ainda presidente da Associação de Portadores de Deformidades Faciais de Ponta Grossa entre 2007 e 2018.

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Fonte: Governo PR

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MPPR recomenda que Município de Paranaguá cumpra legislação e adote providências para a efetiva instalação de um segundo Conselho Tutelar

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O Ministério Público do Paraná expediu recomendação administrativa para que o Município de Paranaguá, no Litoral do estado, adote providências para a implantação e estruturação de um segundo conselho tutelar na cidade. A medida administrativa decorre de procedimento instaurado pela 5ª Promotoria de Justiça da Paranaguá que, a partir de apuração, demonstrou inércia do poder público local no efetivo cumprimento de legislação municipal (Lei 4.449/2024) que instituiu formalmente uma segunda unidade do órgão integrante da rede de proteção à infância e juventude.

De acordo com a Promotoria de Justiça, após atraso inicial causado em razão da transição da gestão municipal ocorrida entre os anos de 2024 e 2025, o Município passou a justificar a não implantação do novo Conselho por “inviabilidade financeira para o custeio contínuo e contratação de pessoal frente aos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal”. Entretanto, as apurações demonstraram haver uma desarticulação interna entre órgãos do próprio Executivo Municipal, cenário que dificultaria o início da operacionalização da nova unidade do Conselho.

Apesar de a implantação do novo Conselho estar expressamente prevista no Plano Plurianual (PPA 2026-2029), a Secretaria Municipal da Mulher, Desenvolvimento Social e Igualdade Racial (Semdir), pasta finalística responsável pela área de proteção à infância, sequer formalizou à Secretaria Municipal da Fazenda (Semfa) a inserção das despesas relacionadas à criação da nova sede do Conselho na proposta orçamentária do próximo exercício e também não apresentou à pasta os estudos técnicos relacionados.

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Além disso, também não ficou demonstrado que o Município esteja adotando qualquer providência no sentido de promover uma articulação interinstitucional para a economia de recursos públicos, tampouco solicitou ao Legislativo Municipal a devolução de sobras do repasse duodecimal para o custeio de programas de prioridade absoluta, prática frequentemente adotada por outras Administrações, inclusive no âmbito estadual e na capital Curitiba, e que tem se mostrado exitosa.

A cobrança do Ministério Público para a efetiva instalação do novo Conselho deve-se ao fato de ser insustentável a existência de somente um Conselho Tutelar em Paranaguá, uma vez que o município possui mais de 145 mil habitantes, com vasta extensão territorial, que inclui ilhas e áreas rurais de difícil acesso, “sendo absolutamente inadmissível e gerador de graves prejuízos à proteção da infância e da juventude que o ente municipal conte com apenas uma sede e cinco conselheiros tutelares, contingente insuficiente para a demanda e cuja capacidade de resposta é drasticamente reduzida pelo fato de os servidores precisarem se revezar no gozo de férias, eventuais licenças para tratamento de saúde e outras eventualidades”, sustentou a recomendação.

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Outro fator apontado pela Promotoria de Justiça é o de que a Administração Pública está às vésperas da confecção da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2027, sendo “estritamente necessária e urgente a adoção de medidas concretas e definitivas para a inclusão da totalidade dos custos de implantação e manutenção do 2º Conselho Tutelar no orçamento municipal do próximo ano, viabilizando sua entrada em funcionamento”.

Foi concedido prazo de 15 dias úteis, a partir do recebimento da medida administrativa, para que o Município informe à Promotoria de Justiça sobre o acatamento das recomendações e as respectivas providências adotadas para a solução dos problemas.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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